Cidades

Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2015, 14h:51 | Atualizado: 14/09/2015, 19h:18

colíder

Ismaili se torna ré por suspeita de bater ponto e se ausentar de sessão

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Vereadora Ismaili Donassan, ex-presidente da Ucmmat, é ré em ação do MP

A vereadora por Colíder Ismaili Donassan (PSD) é ré na ação proposta pelo Ministério Público, por ato de improbidade administrativa praticado em 2012. A social-democrata teria se ausentado por mais de uma vez das sessões no plenário da Câmara, embora as assinaturas constem nas atas. A decisão está conclusa para despacho desde 8 de agosto.

Responde pelo mesmo processo o ex-presidente da Câmara Luiz Antonio Salgueiro, em razão de ter autorizado a medida de Ismaili. O ex-parlamentar argumenta que a ausência da vereadora estava em seu gabinete. O processo tramita na Segunda Vara Cível do município, sob Alexandre Sócrates da Silva Mendes.

Para tentar barrar a ação, Ismaili ingressou com agravo de instrumento na Terceira Câmara Cível. No entanto, em decisão monocrática da desembargadora Vandymira Zanolo, o pedido foi negado. No despacho, em 7 de maio, Vandymira aponta que há indícios de atos improbos.

A vereadora, por sua vez, garante que está munida de documentos que comprovam a presença nas sessões. “É normal os parlamentares baterem o ponto e atender alguém no gabinete. Tenho foto da sessão que estão falando que me ausentei”, sustenta.

O ex-presidente, contudo, explica que só prestará mais esclarecimentos perante a Justiça. Além disso, nega que tenha falado nos autos que autorizou e justificou a ausência de Ismaili. “Prefiro não falar nada para não comprometer vereadores que têm mandatos”.

Ucmmat

Quando exerceu o mandato de presidente da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), Ismaili foi acusada de desvio de recurso da entidade, na ordem de R$ 140 mil. O Ministério Público, no entanto, arquivou a denúncia por falta de provas.

De acordo com a denúncia, a vereadora pagava os funcionários com um valor maior que o holerite, e exigia que os mesmos devolvessem estes valores via depósito em conta. No documento encaminhado ao MP consta também que a parlamentar forjava notas fiscais, pois várias chegavam para serem assinadas sem o produto.

Ismaili tem inquérito arquivado pelo MP por falta de provas sobre desvio

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Comentários (3)

  • Gilstinho | Terça-Feira, 15 de Setembro de 2015, 10h10
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    Gilstinho, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Juraci Alves | Terça-Feira, 15 de Setembro de 2015, 09h47
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    Isso não dará em nada, é do tipo jeitinho brasileiro. Tipo assim "assine meu ponto lá para eu não levar falta" Para ver o comprometimento do nossos políticos... Agora o partido da vereadora é o mesmo do Riva? Há então está explicado!!!

  • felipe | Terça-Feira, 15 de Setembro de 2015, 08h54
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    nao sei se ainda podemos confiar na justiça desse país, cada coisa que vemos e temos que engolir. ninguem mais quer saber de nada nao quero quer que a justiça seja cega e nem que os promoteres e juizes vao ficar de braços cruzados

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