Cidades

Segunda-Feira, 13 de Setembro de 2010, 10h:05 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:27

Juína

Madeireira fantasma retira R$ 7 mi em toras de área indígena

   Uma investigação realizada em Juína aponta que uma empresa fantasma movimentou mais de R$ 7 milhões em menos de um ano com a retirada de madeira de áreas indígenas. Nas guias florestais da suposta empresa constava que as toras teriam sido transportadas por carros de passeio. "Isso nos mostra que está havendo comercialização de crédito florestal. Ele serve para a empresa que está recebendo, esquentar madeira que foi retirada ilegalmente para outro local", explica o chefe da fiscalização do Ibama de Juína, Luciano Cotta. Os índios da nação Cinta Larga já se organizam em grupos para fiscalizar os acampamentos e explusar os madeireiros. O Ibama desenvolve junto com eles um projeto que oferece treinamento para que os índios se tornem agentes ambientais.

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Comentários (8)

  • Nelson | Quarta-Feira, 20 de Outubro de 2010, 15h30
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    Zé verdade, toma prumo senão periga você também ser aliciado pelas ONGs kkkkkkkkkk deixa de ser preconceituoso.Vai estudar pra ver se entra algo de útil na sua cabeça.Você nem leu direito meus comentários. Ou será que leu mas não consegue interpretar?

  • Ze Verdade | Sábado, 25 de Setembro de 2010, 11h07
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    Com certeza esse Nelson e + 1 que recebe altos salários das ONGs ou da FUNAi para a falsa defesa dos interesses indígenas; para-la, acorda Brasil, vamos falar a verdade o midia tendenciosa: Os nossos Indios são manetes nas mãos dessas ONGs, Funai e midia que proveito proprio da "IDEIA" mundial de preservação do meio ambiente. Vamos dar o direito dos indios fazerem Plano de manejo Sustentável e explorar seus recursos naturais de modo sustentável. Os Indios tambem são humanos e merecem nosso respeito.

  • Fernando | Terça-Feira, 14 de Setembro de 2010, 16h25
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    indio tem é que trabalhar vendem as toras depois se fazem de vitimas, coitadinhos, quem tem dó que os leve pra casa.

  • fernando | Terça-Feira, 14 de Setembro de 2010, 15h57
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    indio muitos deles não sabem o que querem na realidade, , se quer virar cidadao comum, se quer ser indio de verdade, sequer pegar sua terra para exploração...a coisa da exploração é tão lucrativa que todo mundo quer...

  • nardes | Terça-Feira, 14 de Setembro de 2010, 15h53
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    sim senhor NELSON, se os indios precisam de alimentos e medicamentos cade a funasa? lembra a funasa até pouco tempo atras o escandalos de milhoes....o chefe de aldeira, tem que acionar a funai,sociedade de proteção indigena, cade esse povo? ministerio publico, para resolver esses problemas de subsistencia, prostituição, a bebida é uma desgraça na vida de todo mundo, e cabe os chefes da aldeia resolverem isso, e por que não fazem? os indios tem que defender sua tribo, volto a repetir cade a funai, policia federal?

  • Nelson | Terça-Feira, 14 de Setembro de 2010, 10h47
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    Desde a decada de 1960, os garimpeiros já invadiam as terras dos Cinta Larga pra catar diamantes que de acordo com o DNPM e a FUNAI deixam de arrecadar cerca de 800 milhões de dolares por ano. A situação da madeira vem desde a colonização do noroeste com a retirada de madeiras nobres e desde 2002 a comunidade indígena dos Cinta Larga quer a autorização do Ibama para elaborar e aplicar um plano de manejo com o objetivo de explorar madeira de forma sustentada na reserva localizada no município de Juína, em Mato Grosso. A decisão foi tomada após o início da Operação Gnomo, desencadeada pelo Ibama em conjunto com a Polícia Federal sob a coordenação do Ministério Público Federal. A operação abrangeu os municípios de Juína, Juruena e Aripuanã. Foram lavrados 63 autos de infração e apreendidos 25,7 mil metros cúbicos de madeira. As multas aplicadas somavam, até então, R$ 7,7 milhões. De acordo com o documento protocolado pelos Cinta Larga, a solicitação de manejo está baseada na Medida Provisória nº 1.956-54 que regula a exploração dos recursos florestais em terras indígenas. Em seu Artigo 3º, a MP diz que a exploração dos recursos florestais em terras indígenas somente poderá ser realizada pelas comunidades em regime de manejo florestal sustentável com o objetivo de atender à sua subsistência. Na solicitação, os Cinta Larga alegam a preocupação com o futuro da comunidade no que diz respeito à sobrevivência do grupo. Até hoje os indios não vislumbram sequer perspectiva de execução de sua independencia financeira.

  • Nelson | Terça-Feira, 14 de Setembro de 2010, 08h27
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    Os indígenas vendem as toras a preço bem abaixo do mercado, as vezes em troca de alimentos e medicamentos, porque precisam de dinheiro pra sua subsistência. Infeliz quem comenta que os indios autorizam o corte das arvores e depois se fazem de inocentes.É comum nas aldeias as indias, curumins e anciãos falarem que os comerciantes e madeireiros aliciam os lideres e guerreiros em troca de pinga e armas para deixarem explorarem a madeira, diamante, ouro e o pescado. Quando as indias, curumins e anciãos vão a cidade são mal tratados nos comércios e hotéis dizendo que os mesmos não pagam as contas. Os lideres e guerreiros tentam cuidar de seu povo e de suas familias porém são vitimas faceis de aliciamento pelo alcool, drogas e pelas prostitutas que os brancos oferecem. Assim como acontece com nossa sociedade que vive a degradação ambiental e social. Quem usa destes recursos são bandidos e merecem a cadeia.

  • nardes | Terça-Feira, 14 de Setembro de 2010, 06h58
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    os indios da regiaõ que deixa esses criminosos a vontade....depois os indios dão uma de inocentes...a lei ampara os indios por isso eles deitam e rolam...

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