Cidades

Terça-Feira, 11 de Janeiro de 2011, 08h:02 | Atualizado: 11/01/2011, 21h:21

Rondonópolis

Secretário reclama da falta de recursos destinados à Saúde

Feltrin reclama da falta de recursos destinados à Saúde

    Alvo de sistemáticas críticas devido a problemas crônicos nas unidades de saúde de Rondonópolis, o secretário da pasta, Valdecir Feltrin, reclama da falta de recursos provenientes das esferas estadual e federal. Ele argumenta, por exemplo, que o Hospital Regional não consegue atuar como deveria e que apenas 40% do seu potencial é utilizado.

   Feltrin pondera também que hoje existem 6 salas cirúrgicas, mas que apenas 3 estão sendo utilizadas para os atendimentos. “Temos 110 leitos, mas existem casos em que os pacientes precisam ficar internados por mais tempo e, por isso, eles se tornam insuficientes”, frisa.

   Conforme Feltrin, hoje o Paiaguás destina R$ 450 mil mensais, R$ 5,4 milhões ao ano, enquanto o governo Dilma Rousseff (PT) repassa R$ 29 milhões nos 12 meses.“A tabela do SUS não está atualizada. Ela não paga tudo que a gente produz. Estamos pleiteando que os recursos federais tenham um incremento de R$ 8,6 milhões”, pondera o secretário.

   Perguntado sobre o alarmante aumento no número de casos de dengue em 2010, quando ocorreram 2.933 casos, sendo 68 hemorrágicas e 7 mortes, Feltrin minimizou a situação e afirmou que o problema ocorre em todo o país. Em 2008 a terceira maior cidade de Mato Grosso teve apenas 43 casos, por isso, os dados do ano passado são tidos como alarmantes.

   Para se ter uma ideia, em 2009, no primeiro ano da gestão Zé do Pátio, o número de pessoas doentes foi de 1.512. Apesar do alto índice de doentes, Feltrin garante que 110 agentes de saúde trabalharam durante todo o ano no combate a dengue. Ele pontua ainda que caminhões recolhem entulhos dos quintais. Assim, a população seria a maior responsável pelo surto de dengue em 2010.

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Comentários (10)

  • maria antonia | Terça-Feira, 11 de Janeiro de 2011, 19h17
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    Paulo, a saude é empurrada com a barriga como vc diz em todos os lugares, como educação e tudo mais , não estou sendo parcial não... só fiz esse comentario pq li a noticia, é que isso está acontecendo no estado inteiro é nada está sendo feito , até esta CPI não deu em nada só serviu para fazer levantamento, pq tudo continua na mesma.

  • Paulo Roberto da Cruz | Terça-Feira, 11 de Janeiro de 2011, 10h35
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    POIS É MARIA ANTONIA, DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, QUANDO A CPI DA ASSEMBLÉIA DE MT DETECTOU 140 MIL PESSOAS NA FILA PARA UMA CIRURGIA NO ESTADO EM OUTUBRO, NÃO CONSTA NENHUMA RECLAMAÇÃO DE SUA PARTE. QUANDO OS HOSPITAIS DE CUIABÁ TINHAM PACIENTES DE TODO ESTADO, INCLUSIVE NAS MACAS DOS CORREDORES, VOCE TAMBEM FICOU QUIETINHA. OCORRE QUE O MAGGI E O SILVAL TRATAM A SAÚDE EMPURRANDO COM A BARRIGA, SÃO RESPONSAVEIS POR CENTENAS DE MÓRTES. NÃO É SÓ EM RONDONOPOLIS QUE A SAÚDE É UM CAOS, EM ALTA FLORESTA TAMBEM É ASSIM, COMO TAMBEM EM VARZEA GRANDE, CÁCERES, SINOP, ENFIM, ME DIGA ONDE A SAÚDE É 100 POR CENTO. MARIA ANTONIA NÃO SEJA PARCIAL E NEM VOCE TEOBALDO, AGORA TEOBALDO.....

  • maria antonia | Terça-Feira, 11 de Janeiro de 2011, 09h45
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    Rondonópolis é o municipio mais rico em tarrecadação de impostos, e de gente de poder!!!!!!!!! será que que essa saude não está mal administrada? pq dinheiro vem, tem que saber onde ele está indo!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Beto Vilela | Terça-Feira, 11 de Janeiro de 2011, 07h48
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    Tenho certeza que se todo o dinheiro destinado à Saúde fosse unicamente empregado na "Saúde" o povo receberia um atendimento de melhor qualidade. O que acontece não só aqui mas em todo o Brasil, são os "desvios" que esse dinheiro sofre do momento em que é liberado até chegar ao verdadeiro usuário.Tenho absoluta certeza que em Rondonópolis não é diferente. E para não cair no esquecimento, onde esta o 3º Turno da Saúde? As verbas que seriam liberadas pelo Ministro Temporão? E muitos ainda cairam nessa "lorota" em época de campanha. E agora para completar, o nobre Feltrin já esta trocando "farpas" com o novo secretário de Saúde, Pedro Henry. Sobreviva Rondonópolis.

  • teobaldo | Terça-Feira, 11 de Janeiro de 2011, 00h46
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    Feltrin ..executivo ??? kkkkkkkk ..fala sério José Medeiros ...Que piada !!!!!

  • Jaime | Segunda-Feira, 10 de Janeiro de 2011, 22h25
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    Nenhum governante seja municipal, estadual ou federal da assistência médica, principalmente aos mais necessitados, é muita promessa na época de eleição e não é só com o Zé Carlos não, os outros prefeitos e governadores não dão a minima pra quem tá morrendo, na eleição de 2006 o então candidato Carlos Bezzerra denunciou o Hospital regional de Roo como o que tinha o maior índice de morte do país e que isto era um absurdo...passou a eleição e o povo que se dane, sempre foi assim e não vai mudar nunca...

  • mariana rodrigues | Segunda-Feira, 10 de Janeiro de 2011, 20h16
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    Olha só, o tanto de dinheiro que o município de Rondonópolis tem e o secretario ainda fala que é pouco. Pouco é o que fazem: só medem a saúde pela quantidade de dinheiro e como será que está a atenção básica, quais atendimentos são realizados? recebem os pacientes dos outros municípios? achoque pra pedir tem que ter tudo muito claro e isto não é bem assim. O verbo conjugado é pedir sempre mais, agora fazer é um verbo pouco usado....

  • joao | Segunda-Feira, 10 de Janeiro de 2011, 20h13
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    Esta cambada contava com o Temporão dizendo que o ministro iria mandar para Rondonópolis já no 1º dia de mandato cerca de 300 milhões para a saúde e a toda sexta feira 300 milhões durante os 4 anos de mandato. Dançou bonitinho mesmo.

  • jose medeiros | Segunda-Feira, 10 de Janeiro de 2011, 20h03
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    Rondonópolis tem poucos "executivos" publicos bons, Feltrin é uma rara exceção.

  • Juca Lemes | Segunda-Feira, 10 de Janeiro de 2011, 19h35
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    Tem um ditado que aquele filme "Tropa de Elite" deixou bem claro: tá achando dificil, ou que não é capaz então PEDE PRA SAIR!!

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