Eduardo Mahon

Conversa pra boi dormir: o revelador livro de Humberto Espíndola

Por 09/11/2019, 00h:00 - Atualizado: 08/11/2019, 21h:40

Dayanne Dallicani

Colunista Eduardo Mahon

Na arte, é relativamente comum que uma geração pretenda afirmar sua estética com base no intenso embate com a geração que a precede. No princípio dos anos 80, o artista plástico Humberto Espíndola foi vítima de críticas severas. Por quê? Talvez pelo simples fato de que transitasse além da gravidade cuiabana, sobretudo estabelecendo pontes em Campo Grande, cidade que rivalizou com a Capital mato-grossense em termos de identidade moderna. O ressentimento da abrupta divisão do Estado pode ter, em alguma medida, afetado a crítica com relação à obra de Espíndola. Quem sabe pela temática escolhida pelo artista para refletir múltiplas variantes – o boi. Eu mesmo, devo confessar, via na obsessão temática de Espíndola um pauperismo criativo.

Independentemente das minhas impressões iniciais, importa compreender as razões desse estremecimento na década de 80. A colonização do interior de Mato Grosso era vista de forma hostil. Não sem razão. Ondas de migrantes chegaram à provinciana Capital sem oportunizar a costumeira aclimatação cultural que Cuiabá tanto celebrava. As transformações no campo e na cidade abalaram a “cuiabanidade”, como denominava Lenine de Campos Póvoas e, muito antes dele, José de Mesquita. Com o agronegócio, deu-se o desmatamento maciço de uma porção considerável do bioma nativo, o deslocamento involuntário de tribos indígenas e a desordenada verticalização urbana, deletéria para a rede fluvial que banha Cuiabá. A bovinocultura precedeu a soja no processo de implantação do agronegócio e, por isso, foi alvo das críticas defensivistas da recém surgida “Geração Coxipó”.

Humberto Espíndola estava no olho do furacão – de um lado, pintava o ícone da predação, razão pela qual foi acusado de glamourizar o boi; de outro, obtinha uma excelente recepção no recém-criado Mato Grosso do Sul. Para completar a emblemática encruzilhada do artista, foi ele quem carimbou com chifres e estrelas o painel superlativo do novo palácio de governo mato-grossense, construído no então novo Centro Político Administrativo, distante do centro histórico da antiga capital. Espíndola era o artista que encarnava uma nova forma de produzir e de expressar, seja do fazer artístico muralista, seja na arrojada iniciativa comercial. De qualquer sorte, foi o artista que intuiu – desde a década de 60 – as transformações que o Estado experimentou 20 anos depois.

A resistência ao eixo temático adotado por Humberto Espíndola ficou registrada com o manifesto da “Geração Coxipó”, panfletado no X Salão Jovem Arte, de 1986. Destaco um dos trechos do manifesto: “Trata-se de resistir – A divisão do Estado até historicamente desnecessária, no entanto confirmou nosso distanciamento da corte palaciana, dos puxa-sacos do poder, estados periféricos, com mensalidade de subúrbio paulista. À adaptação da invenção bovina, Mato Grosso tem que opor a vocação amazônica de nossa gente. Ora, cada espaço de um índio morto é ocupado por uma dúzia de bois. A aculturação pecuarista é ferrada pela homogeneização do capim que o boi provoca no meio ambiente, empobrecendo a variedade da natureza, ruminação constante dos mesmos modelos”.

Como se vê, a “Geração Coxipó” formada por jovens estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso, cônscios dos custos ambientais do agronegócio, vociferou contra a bovinocultura que se multiplicava no cerrado aniquilado e, na arte, contra os bois pintados por Humberto Espíndola. Tratava-se de estabelecer um contraponto com a geração de 60 e valorizar outra geração de artistas ligados ao Ateliê Livre da UFMT, jovens mais preocupados com a situação social das periferias do que em reforçar imagens idealizadas da capital. O choque intergeracional dava-se mais evidentemente pela estética literária, mas não deixou de prosseguir quanto ao modelo de desenvolvimento adotado em Mato Grosso. Muito embora conservadora, as gerações que antecediam a “Geração Coxipó” identificavam como progresso o modelo que as colonizadoras propuseram para encampar o interior, “plantando cidades” como era costume dizer.

Não fosse a trajetória já consolidada e os contatos externos com outros centros artísticos, é possível que Espíndola estivesse condenado ao carimbo de esteticamente ultrapassado e politicamente alinhado aos forasteiros, conhecidos como paus-rodados. Nos anos finais da longa ditadura militar, os novos artistas estavam motivados a retratar questões sociais, marcadamente do universo urbano. A turma do recém-fundado bairro Pedregal estava engajada numa temática muito distante da bovinocultura. Nas telas de Adir Sodré, Gervane de Paula, Nilson Pimenta, por exemplo, a questão do racismo, do preconceito sexual, da depredação ambiental contrapunham uma visão costumeiramente edênica da exuberante natureza mato-grossense. Cenas de uma desconhecida periferia urbana, retratos do povo empobrecido, marcadamente das populações ribeirinhas, a sensualidade feminina evidenciada, formavam o cardápio temático para a paleta dos artistas estreantes.

Esse registro de 50 anos de produção de Humberto Espíndola tem o condão de revisar alguns equívocos do açodamento juvenil da “Geração Coxipó”

Eduardo Mahon

Foi com grande surpresa que recebi a notícia do lançamento do livro “Pintura e Verso” pela editora Entrelinhas. Esse registro de 50 anos de produção de Humberto Espíndola tem o condão de revisar alguns equívocos do açodamento juvenil da “Geração Coxipó”. Muito embora as inquietudes dos estudantes fossem legítimas e ancoradas em fatos incontestáveis quanto à lógica daninha do agronegócio, qualquer leitor atento poderá perceber que Espíndola tecia as mesmas críticas à predação ambiental e, não raro, muito mais consistentes. Eu mesmo, refletindo de uns anos para cá, percebo que a força estética da figura do boi – enxergado enquanto símbolo – remete a vários precedentes artísticos (e míticos) que só se relacionam circunstancialmente com as transformações do modo de produção mato-grossense.

Da pintura rupestre das manadas de bisões ao deus egípcio Ápis, do rapto de Europa por um Zeus transfigurado em touro ao drama do Minos cretense, o boi é um dos temas mais recorrentes no imaginário humano e aparece em Dante, em Cervantes e mesmo em Camões, no Canto V de Os Lusíadas: “As mulheres queimadas vêm em cima/ Dos vagarosos bois, ali sentadas,/ Animais que eles têm em mais estima/ Que todo o outro gado das manadas”. No Brasil, o imaginário peninsular do boi foi amplamente difundido – dos folguedos maranhenses relativos ao sebastianismo às conversas de boi de Mário de Andrade e de Guimarães Rosa, dos maracatus e bois-bumbás sertanejos às lendas registradas por Câmara Cascudo, o animal está presente prenhe de significados e intencionalidades nas múltiplas apropriações que dele se faz na cultura popular.

Como já afirmei no início da resenha, a simplificação analítica é resultado de afoitos julgamentos estéticos, comuns inclusive nos enfrentamentos da Semana de 22, cujos organizadores ignoravam haver muito mais modernismo no Rio de Janeiro do que em São Paulo. No afã de fazer o contraponto, a geração mais nova não se põe a refletir com profundidade sobre o que a anterior produziu. Importa mais enfrentá-la do que compreendê-la.

No caso de Humberto Espíndola, o livro é bastante revelador. As obras selecionadas para compor a obra remetem à produção do final da década de 60, portanto, 20 anos antes do surgimento da efervescência intelectual do “Baixo Coxipó” como era conhecida o corredor fronteiriço entre a UFMT e o bairro Boa Esperança.
Por essa razão, estamos a pensar num artista que produziu nos momentos mais difíceis da ditadura militar no Brasil. O que Espíndola tem a nos mostrar? Em termos estéticos, nada de novo. Não se trata de uma exposição que marcará uma nova fase do artista. A maioria das pinturas já era conhecida.

A questão é a interpretação sobre o mesmo tema, agora com mais distanciamento temporal. Reposicionando as mesmas questões, chegaremos a conclusões diferentes? Como Humberto Espíndola vê o boi no universo mato-grossense? Como ele expressa esse boi? Com que propósitos? Quais as estratégias do artista? Ao operar uma retrospectiva – e é isso que o livro acaba por fazer – poderemos dissolver eventuais equívocos sobre a abordagem de Espíndola sobre o tema para o qual dedicou a vida. Veremos um artista que apresentou uma crítica forte ao modelo econômico nacional em plena vigência do Ato Institucional 5, período em que a censura dos generais ameaçava destruir algumas telas de Espíndola.

Por mais que o autor do livro não relacione os poemas com as imagens, ao leitor é impossível tal dissociação. A obra é o que é, apresenta-se da forma com que foi editada e, portanto, li os textos de “Pintura e Verso” como incontornáveis legendas. Na maioria das vezes, tratam-se de impressões sobrepostas, a maioria delas como facilitação para a apreciação artística, o que é um risco enorme para a literatura que sai depreciada. Em termos pragmáticos, porém, o leitor comum ganhará uma referência do artista, uma reinterpretação poética da própria obra, anos depois de realizada. É justamente aí que se vê como Humberto Espíndola vê e pensa o boi – como vítima, o que me parece bastante interessante. O livro vai oportunizar não só uma brevíssima revisão pictográfica como conduz à fusão com a semântica relacionada, atento ao hibridismo contemporâneo. Nasce, portanto, uma nova obra das antigas pinturas agora agregadas a poemas.

Ao contrário da visão convencional, o boi de Espíndola não é uma fonte de riqueza. O artista/poeta trata o animal como um personagem manipulado, explorado, vitimado

Eduardo Mahon

Ao contrário da visão convencional, o boi de Espíndola não é uma fonte de riqueza. O artista/poeta trata o animal como um personagem manipulado, explorado, vitimado: “bois de corte/ bois de morte/ bois sem sorte/ bois” é um poema que ilustra uma visão que rotaciona o lugar comum atribuído à força, virilidade e prosperidade que o boi inspira. Não se vê o boi como objeto de trabalho, seja meio de transporte, seja veículo de carga.

Os bois-estrelas e as rosas-boi, duas fases da carreira do artista, são ressignificações para o clichê do utilitarismo bovino. Noutras palavras, o mérito de Humberto Espíndola é fazer do boi um protagonista. Mas o artista não teria sucesso nesse intento, se não fosse coerente e continuasse retratando o boi como um animal irracional, cognitivamente limitado. Fez-se necessário projetar humanidade.

Noutro poema, Espíndola prossegue humanizando sua principal fonte de inspiração: “Cristo boi/ cristo rei/ Pecuária de corte/ via sacra de mortes”. O paralelo traçado entre o método de abate em massa do rebanho bovino com a paixão de Cristo não só antropomorfiza o animal, mas chama atenção para a crueldade com a qual a manada é tratada. Para a tradição ocidental, a via sacra significa o ápice da expiação humana, interpretada por inúmeros pontos de vista: injustiça, subordinação, preconceito, censura, exploração etc. Essa humanidade que Espíndola imprime à figura do boi inevitavelmente leva à outra, digna de maior interesse: a relação de poder derivada da bovinocultura, mais particularmente para a conjuntura brasileira e mato-grossense entre as décadas de 60 e 90. É no boi que o artista estrutura a crítica social.

Nesta altura, o artista alcança o ponto alto do trabalho para o qual se propõe: além de ressignificar o boi posicionando-o como vítima e não como vilão, Espíndola manipula o mesmo personagem já humanizado para a denúncia contra a ditadura militar e um sistema político corrupto e predador contra o qual passou a antagonizar. Surgem bois fardados, bois de terno e gravata, bois gulosos de dentes afiados, bois sentados à mesa de reunião, bois oportunistas, enfim, bois que incorporam uma dupla projeção artística – depois de fazer-se homem, o boi torna-se algoz da sociedade.

Com essa percepção, a arte vai desnudar sentimentos humanos que estão metaforizados. Para ilustrar a provocação, selecionei: “No poder/ ruminantes não sobrevivem/ Criam dentes predadores/ e se unem em matilhas/ Políticos em pele de bovinos”. O poema promove um interessante deslizamento semântico: do bovino para o lupino, do vegetariano para o carnívoro, da preza para o predador e arremata com o coletivo deslocado “matilha” que não se encaixa nem para bois, nem para homens. A indireta menção hobbesiana do “homem lobo do homem” foi deslocada para a figura do boi, contando com a ilustração de animais com dentes afiados servindo de máscaras para os humanos que os controlam. Outro exemplo, dessa vez mais afeito à realidade mato-grossense: “O boi-brasão baba/ Poderoso/ Tem o país nas mãos// Sob seus cascos/ matos grossos/ estão virando pastos”. Na ilustração ao lado, os brasões oficiais da República e de Mato Grosso entre as patas de um boi de terno e gravata.

A depredação ambiental, tônica recorrente da “Geração Coxipó” que apontava para o avanço do agronegócio sobre o bioma nativo, havia sido retratada por Humberto Espíndola 20 anos antes. Uma das mais relevantes pinturas sobre o tema está registrada no livro “Pintura e Verso” na pág. 101: quatro queixadas bovinas dispostas em suástica rodopiando sobre a Amazônia, deixando o vasto território verde em monocromático amarelo queimado. O poema que faz as vezes de legenda reitera a força pictórica: “Ah esse Nortão/ do mato grosso e misterioso.../ Verde ainda te quero!/ Via sacra de quadros dolorosos/ Madeiro de cruzes/ e oxigênios derramados”.

Como se vê, Espíndola não usava o boi para glamourizar a atividades econômica que abriu pastos em meio ao cerrado e à floresta amazônica, mas antes para apropriar-se do signo bovino e denunciar a ação do capital no processo de transformação mato-grossense, questionando a visão desenvolvimentista implementada durante a ditadura militar. O livro não se presta à revisão de maior envergadura sobre os 50 anos da obra de Humberto Espíndola, nem tampouco deve ser tomado como um profundo esforço literário, mas serve para sacar uma amostragem apta a repensar o engajamento da geração de 60/70 em meio à maior repressão política da história republicana brasileira. Artistas como Espíndola firmaram um contraponto inteligente e, mesmo contornando a censura e escapando da perseguição do regime de exceção, contribuíram para a resistência.

Talvez agora, passados 30 anos da redemocratização constitucional, seja possível rever o ponto de vista de Espíndola sobre o boi. O diálogo mantido com os mitos e os antecedentes pictóricos clássicos e populares, possibilitam o alargamento da interpretação sobre a dimensão dessa obsessão artística. Muito do que Humberto Espíndola pintou não só prossegue atual, como ainda falará às gerações futuras. Mato Grosso – qualquer um deles – é tributário dessa visão artística que girou o eixo convencional do imaginário para usá-lo de diversas formas, entre as quais na sofisticada denúncia política, social e ambiental. Dizer que a recorrência temática é uma facilitação ou acomodação artística, que a variação sobre o antigo imaginário bovino glamouriza o agronegócio ou se trata de uma ruptura com a vocação mato-grossense, é conversa pra boi dormir.

Eduardo Mahon é advogado, escritor e escreve exclusivamente neste espaço todo sábado. E-mail: edu.mahon@terra.com.br

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Comentários (1)

  • Gilberto Luiz Canavarros Nasser | Domingo, 10 de Novembro de 2019, 12h48
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    Esse texto sobre o livro e a obra de Humberto Espíndola é para se guardar e puxar outras conversas para boi dormir e para boi refletir sobre sua manada e seu campo de pasto. Sempre me chamou a atenção, na obra de Humberto, os contornos fortes, delimitando figuras e temas pintados com cores vivas, que deixam de lado os tons intermediários ou “pastéis” para se valer das quatro fundamentais: verde, vermelho, azul e amarelo, sendo estas duas últimas as mais destacadas na tela do artista que tem necessidade de se comunicar com todos e expressar a todo custo um Mato Grosso único, que na obra de Humberto é indivisível, amarelo e muito azul. Considero o Palácio Paiaguás um dos palácios de governo mais bonitos do Brasil, justamente pelo painel monumental de Humberto Espíndola, ali eternizado. Cuiabá e Mato Grosso são devedores a Humberto e seus irmãos Geraldo, Alzira e Tetê que, no final da década de 70 e início da década de 80, ousaram através da música e das artes plásticas construindo uma estética própria, inovadora que divulgou nosso cerrado e sua velha capital para o Brasil e o mundo. As telas de Humberto, o long-play “Tetê Espíndola e o Lírio Selvagem” e o Salão Jovem Arte Mato-Grossense idealizado por Aline Figueiredo são marcos na consolidação do Pantanal e da Chapada dos Guimarães como patrimônios da humanidade. E Cuiabá, no meio de tudo isso, foi a grande beneficiada. Foi Tetê Espíndola que “glamourizou” com orgulho a nossa preguiça ao cantar na doce canção “Cuiabá” o lindo verso que descreve o jeito de ser do nosso povo: “No coração da américa / Terra de ócio / De sol e rio”. E foi assim, balançando em redes preguiçosas no avarandado de uma bela casa da Rua Sírio Libanesa no bairro da Popular, onde moravam Aline e Humberto, que os conheci pessoalmente, levado pelas mãos de Glorinha Albuês e nosso saudoso Luis Carlos Ribeiro, há muitos anos atrás, para começar a discutir o projeto “Zoophonia”, que versava sobre a expedição Langsdorff , onde tive a honra de ser o narrador, interpretando o desenhista da expedição, Hercule Florence. Esse documentário, produzido na lendária produtora VT 1000 de José Motta e Banavita com direção e roteiro de Glorinha Albuês e Humberto Espíndola, foi premiado na França e, para mim, alavancou definitivamente minha carreira como locutor. (Gilberto Nasser, professor aposentado).

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