ECONOMIA E AGRO

Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019, 08h:51 | Atualizado: 21/11/2019, 17h:01

Meio Ambiente

Adjunto diz que Sema ampliou fiscalização e espera fechar ano com menor desmate

O secretário-adjunto executivo da Sema, Alex Marega, avalia que os dados divulgados pelo Inpe sobre a taxa de desmatamento em Mato Grosso, ainda são parciais. O gestor diz acreditar que, no fechamento do ano, o índice de derrubada de floresta no Estado deve se situar em 1,5 mil km quadrados. O estudo preliminar, referente aos 12 meses encerrados em agosto, aponta que 1,6 mil quilômetros quadrados já foram desmatados no Estado.

Rodolfo Perdigão

O secret�rio-adjunto executivo da Sema Alex Marega

Secretário-adjunto da Sema Alex Marega ressalta fiscalização

“A média histórica do Estado tem sido 1,5 mil km quadrados de desmatamento por ano, e acredito que deve se manter assim em 2019. Os dados da Sema apontam que, a partir de agosto, quando implantamos o sistema de monitoramento via satélite, é que estamos conseguindo reduzir”, avalia.

Naquele mês, o Governo contratou os serviços de monitoramento de floresta em tempo real, por meio do Imagens Planet. Alex relata que, desde então, o Estado já conseguiu realizar a aplicação de R$ 271 milhões em multas até outubro, em razão do monitoramento de 71,5 mil hectares, via satélite.

O volume de autuações é considerável, já que de janeiro a julho, sem o sistema, o Estado vistoriou 72 mil hectares, e gerou R$ 382 milhões em multas. A estimativa é que o ano encerre com R$ 700 milhões em razão das infrações ambientais.

“A meta do desmatamento zero não pode ser alcançada só com fiscalização e controle. Passa também pelo Programa Produzir, Conservar e Incluir (PCI), que tem entre os objetivos a arrecadação de recursos internacionais para financiar ações de preservação”, defende.

Apesar dos dados do Prodes Amazônia serem parciais, levam em consideração um período maior do que o monitoramento feito pelo Inpe em tempo real. No começo deste semestre, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou o modelo de compilação dos dados de desmatamento mais imediatista, e colocou como confiável os dados do Prodes, porém, as duas metodologias apontaram crescimento relativo do desmatamento.

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Comentários (3)

  • pesquisador ambiental | Segunda-Feira, 25 de Novembro de 2019, 09h34
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    esse individuo tem a ficha mais suja que puleiro de galinheiro, só pesquisar sobre ele no google. qual a credibilidade dele em falar alguma coisa sobre meio ambiente? e como pode um governador nomear um individuo deste nivel como secretário adjunto???

  • Uilson | Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019, 14h27
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    SENHOR SECRETÁRIO-ADJUNTO ALEX MAREGA DA SEMA O SEU CHEFE O GOVERNADOR MAURO MENDES COM A MAIORIA DOS DEPUTADOS VIVEM LEGISLANDO PARA AMPLIAR O LIMITE PARA DESMATAR NÃO PARA REDUZIR O DESMATAMENTO E TAMBÉM ATUAM PARA AFROUXAR A FISCALIZAÇÃO DE MADEIRA.

  • Maria | Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019, 11h36
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    É CONVERSA FIADA PARA BOI DORMIR QUE O DESMATAMENTO ESTÁ CONTROLADO, A REALIDADE É UMA SÓ, A FLORESTA DO ESTADO DE MATO-GROSSO VEM SOFRENDO BASTANTE COM O DESMATAMENTO ILEGAL A MUITO TEMPO. A BUSCA INCESSANTE PELO LUCRO A CORRUPÇÃO E O COMODISMO DAS NOSSAS AUTORIDADES SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS DESTE TRÁGICO PROBLEMA, E TAMBÉM A PORTA DO ESTADO ESTÁ ABERTA ( SEM FISCALIZAÇÃO ) PARA O TRANSPORTE DE MADEIRAS COMO A CASTANHEIRA (PROIBIDA DE CORTE) E TANTAS OUTRAS, E AINDA MAIS A FISCALIZAÇÃO DE MADEIRAS SEMPRE INCOMODOU E INCOMODA A MAIORIA DOS DEPUTADOS O GOVERNO E AQUELAS MADEIREIRAS QUE QUEREM ANDAR NA ILEGALIDADE, A FLORESTA NÃO É SÓ PARA A PRESENTE GERAÇÃO MAIS TAMBÉM PARA AS FUTURAS GERAÇÕES.

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