ECONOMIA E AGRONEGÓCIO

Terça-Feira, 14 de Maio de 2019, 15h:38 | Atualizado: 14/05/2019, 15h:51

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Otimismo dos empresários do comércio retrai devido a condições pouco favoráveis

Reprodução

Fecom�rcio

Fecomércio acredita que otimismo se eleva assim que aprovada a Reforma da Previdência

O otimismo dos empresários do comércio em Cuiabá reduziu em abril. A expectativa trazida com a mudança de governo, tanto federal quanto estadual, ainda não reflete em aumento no consumo. Na apuração da Fecomércio, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu 134 pontos, o que é considerado positivo em uma escala de zero a 200 pontos, no entanto é a primeira vez em dois anos que retraiu, depois de uma sequência de crescimento de otimismo que perdura há oito meses.

O presidente da Fecomércio, Wenceslau Júnior, avalia que apesar da mudança de governo federal e estadual, na ponta, os efeitos ainda não estão sendo visíveis. “As vendas estão baixas, o movimento está pouco. Muito se diz que no Brasil o movimento melhora depois do Carnaval, mas não foi isso que aconteceu”.

Wenceslau pondera que um dos fatores que tem impactado nas vendas do comércio é o atraso no pagamento dos salários dos servidores do Estado. “Isso tem deixado os empresários desestimulados, e por isso, menos otimistas”.

O presidente da Fecomércio acredita que esse otimismo deverá se elevar novamente assim que for aprovada a Reforma da Previdência. “Existe muito investimento represado a espera de melhores condições para ser aplicados no Brasil. Enquanto não passar a Reforma da Previdência esses investimentos não retomarão”.

A opinião de Wencenslau não se compactua com a dos empresários da construção civil do Estado assim como a do presidente da Fiemt, Gustavo Oliveira, que nesta segunda, afirmou que o país não pode ficar congelado em detrimento da Reforma da Previdência.

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