Acabou era Henry, temos um novo PP, avalia Adriano sobre eleições

“Acabou a era Henry, temos um novo PP”, afirmou o ex-reitor da Unemat e pré-candidato a deputado pela região Oeste, Adriano Silva. A declaração foi feita por Adriano ao ser questionado se não teme desgaste devido à ligação partidária que possuí com o ex-deputado federal Pedro Henry (PP) condenado no caso do Mensalão e que também tem base eleitoral em Cáceres. “O povo sabe fazer esta distinção. É um ciclo de 20 anos que se fechou. O PP perdeu 70% dos seus filiados para o PSD então hoje o PP é outro”, reforça.

Apesar de destacar que o PP está renovado, Adriano não desmerece o companheiro de partido e diz que ele deixou legados na região. Adriano contrapõe que Pedro Henry foi o parlamentar que mais levou recursos para a região da Grande Cáceres e que 70% do asfalto foi ele quem trouxe. O ex-reitor observa que até hoje há obras sendo executadas entre Cáceres e Sapezal com emendas e articulações do ex-deputado federal em Brasília. “A gente tem que ser grata às pessoas. É claro que vai ficar uma somatória de bônus e ônus. Essa mancha no final do mandato não tem como apagar”.

Os irmãos Pedro e Ricardo, um ex-deputado federal de cinco mandatos e outro ex-prefeito de Cáceres por duas gestões, estiveram no poder em Cáceres por mais de 20 anos. Agora, nem mesmo residem mais na região. Pedro Henry cumpre pena em regime semiaberto em Cuiabá e Ricardo Henry está morando no Rio Grande do Sul. Por isso, Adriano observa que eles estão totalmente afastados do processo eleitoral, não atuam nem mesmo indiretamente nas amarrações políticas e não subirão ao palanque dos progressistas.

Câmara Federal

Hoje o PP está sendo comandado pelo deputado estadual Ezequiel Fonseca, candidato a federal neste pleito. Adriano acredita que Ezequiel vai dar conta do recado e vai conseguir recuperar o espaço que o PP perdeu na Câmara Federal com a renúncia de Henry. “Ninguém é igual ao outro e fazer comparação é muito complicado porque são momentos diferentes, mas acredito que Ezequiel tem habilidade suficiente para transitar em Brasília nos ministérios e trazer recursos”, avalia. 

 Adriano pondera ainda que Ezequiel tem chances de se eleger, porque a região tem 22 municípios e 220 mil eleitores.  Além disso, Ezequiel foi presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), secretário-adjunto estadual de Educação, “então, tem uma envergadura no Estado”, evidencia. Adriano pondera ainda que Ezequiel tem chances de se eleger, porque a região tem 22 municípios e 220 mil eleitores.  

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