DIVERGÊNCIA

Ananias admite ter chamado Sachetti de "traidor e sacana"

Ananias volta a chamar Sachetti de "traidor e sacana"

Ananias Filho  Foto: Josinei Moreira   O vereador por Rondonópolis Ananias Filho (PR) está revoltado com o pedido de desfiliação do vice-presidente da legenda, Moisés Sachetti. Em visita ao RDNews, o parlamentar confirmou a declaração dada a um site da região, depois retirada do ar, de que Sachetti é um “grande sacana” por abandonar o PR no período eleitoral e, por consequência, as candidaturas de Blairo Maggi (PR) e Silval Barbosa (PMDB) ao Senado e ao governo, respectivamente. “É uma grande sacanagem ele sair em função de um descontentamento pessoal e abandonar os projetos do Silval e Maggi”, dispara.

   Ananias argumenta que também indicou três lideranças do município para compor as suplências dos candidatos ao Senado pelo arco de alianças, Carlos Abicalil (PT) e Maggi, mas não foi contemplado com espaço algum. “Nós indicamos os vereadores Hélio Pichioni, Milton Mutum e Mohamed Zaher. O Hélio, por exemplo, quase foi o 1º suplente do Abicalil, mas não deu certo e não é por isso que vamos abandonar o partido”, alfineta Ananias. Ele faz referência às especulações de que Sachetti resolver deixar o PR por não ser escolhido para a primeira-suplência de Maggi. Também lembra que articulou, sem sucesso, a própria candidatura à Assembleia. “Eu mesmo não fui contemplado e não há mágoa alguma. Queria ser candidato, mas não deu”, pondera.

   Segundo Ananias, a saída do vice-presidente da legenda pode ser encarada pelos aliados peemedebistas como uma traição. Ele teme que as lideranças engajadas na campanha à reeleição do governador “boicotem” Maggi. “Todas as lideranças do PR no Estado confiavam no Sachetti. Se não nos comprometermos com a candidatura do Silval, os aliados do PMDB também não devem necessariamente trabalhar pela eleição do Maggi”, alerta.

   Ananias classifica Sachetti de traidor ao lembrar que o correligionário ocupou, durante a gestão Blairo Maggi (2003-2010), cargos na administração estadual, além de presidir o próprio partido. Ex-presidente do Detran-MT, Sachetti comandou a executiva estadual do PR de fevereiro de 2008 a junho de 2009, quando cedeu o lugar ao deputado federal Wellington Fagundes. A troca foi marcada por divergências internas. Com a data da saída já anunciada, Sachetti ficou magoado pelo fato de Wellington ter divulgado a posse com antecipação e deixado de cumprir o acordo. Bateu o pé e ficou à frente da legenda até o término do prazo previsto. “Acho que naquele momento pode ter surgido essa mágoa, mas que parecia ter sido desfeita. Tanto que Sachetti continuou na condição de vice-presidente”, ameniza Ananias.

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