Após decisão de Silval, base volta a se reunir e debate nomes ao Senado

Jonathan Dourado

Francisco Faiad

Francisco Faiad

Três dias após o governador Silval Barbosa (PMDB) oficializar a sua permanência à frente do Palácio Paiaguás, a base governista (PMDB, PT, PR, PSD, Pros, PCdoB, PRB e PSC) se reúne hoje (17), às 19h, no hotel Odara, para debater o cenário. De acordo com o ex-secretário de Administração, Francisco Faiad, agora, chegou o momento de debater candidaturas ao Senado. “Com a permanência de Silval abre a possibilidade dos partidos indicarem nomes para o Senado, já que a preferência da base aliada era a nome do governador”, enfatiza.

Faiad explica que, apesar do nome do deputado federal Wellington Fagundes (PR) ser um dos mais consolidados, há outras opções como o presidente do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, e o juiz Julier Sebastião da Silva que, segundo o ex-secretário de Administração, deve se filiar ao PT. “O Julier me mostrou o interesse de se filiar ao PT e a segunda opção seria o PCdoB”. Neste caso, no entanto, Lúdio Cabral (PT) teria que abrir mão do projeto ao goverbo, afinal, é quase impossível o grupo aceitar duas candidaturas a majoritária do PT: Julier e Lúdio. O juiz tem 19 dias para definir o seu futuro político, já que pode deixar a magistratura até 5 de abril.

Governo

O grupo vai realizar encontros a cada 15 dias e esta será a quarta. A idéia é viabilizar o quanto antes uma pré-candidatura que contraponha a do senador Pedro Taques (PDT), que representa o bloco de oposição ao governo (PDT, PSDB, DEM, PSB, PV, PTB). Pela ala ligada a Silval, se articulam: Lúdio, JUlier, o vice-governador Chico Daltro (PSD) e o ex-prefeito de Água Boa Maurição Tonhá (PR). 

Com a desistência de Silval da disputa ao Senado, Faiad não descarta uma repetição da dobradinha PT e PMDB – que aconteceu na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, quando Lúdio e ele disputaram os postos de prefeito e vice, respectivamente. Para Faiad é uma possibilidade muito forte, uma vez que o governo federal vai compor com a presidente Dilma Rousseff (PT) e o vice Michel Temer (PMDB). “Há grande possibilidade de acontecer”, ressalta. 

O peemedebista, no entanto, nega que pleiteia um cargo majoritário, uma vez que a sua intenção é a candidatura a deputado estadual. Faiad, contudo, ressalta que, se for preciso, poderá repetir a dobradinha com o petista. “Estou pronto para isso”, conclui. 

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