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Chuva derruba ponte e atrapalha instalação de seções eleitorais

   Os servidores da 25ª Zona Eleitoral de Pontes e Lacerda tiveram que enfrentar um verdadeiro "rally" para instalar e desinstalar as seções eleitorais do segundo turno do pleito, que aconteceu no último domingo (31). A forte chuva que caiu na noite anterior a eleição transformou algumas estradas em verdadeiros "rios" sobre a terra. Em Vila Bela da Santíssima Trindade uma ponte chegou a desabar e dificultou ainda mais o transporte das urnas eletrônicas.

   Apesar dos transtornos, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) conseguiu fazer a apuração de votos mais rápida da história de Mato Grosso. Às 20h40, apenas 3 horas e 40 minutos depois do encerramento da votação, já se conhecia a escolha pelos mato-grossenses. Para o presidente da comissão apuradora, desembargador Márcio Vidal, a correção das falhas ocorridas no primeiro turno foi o que possibilitou o tempo recorde.

   Ele sustenta ainda que mesmo com a diminuição da quantidade de candidatos na segunda etapa na eleição, já que os mato-grossenses elegeram no dia 3 de outubro o governador, 2 senadores, além de deputados federais e estaduais, a estrutura e a logística adotadas para a votação foram as mesmas. Entre os desafios ele destacou a dimensão territorial de Mato Grosso, cerca de 900 mil quilômetros quadrados, e parabenizou os servidores do TRE pelo trabalho realizado. "Tudo foi superado com maestria pelos colaboradores da Justiça Eleitoral, os verdadeiros responsáveis pelo recorde na totalização do votos", disse.

   No primeiro turno das eleições uma falha na transmissão de dados de uma urna eletrônica instalada na aldeia indígena Mehinako, em Gaúcha do Norte (595 km de Cuiabá), atrasou a totalização dos votos no Estado e impossibilitou a divulgação do resultado das eleições na mesma noite do pleito. Para apurar os 73 votos da urna o TRE precisou de uma aeronave para transportar o equipamento até a Capital.

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