Líderes do PR, Wellington e Cidinho não "remam" para o mesmo lado

Com a saída do senador licenciado Blairo Maggi (PR) das articulações políticas, as duas principais lideranças do PR, deputado federal Wellington Fagundes e o senador Cidinho Santos, parecem não remar para o mesmo lado. Os correligionários têm pensamentos distintos quanto à manutenção do partido na base governista ou aderir ao bloco que sustenta a pré-candidatura de Pedro Taques ao Governo, composto pelo PDT, PSB, PSDB, DEM, PPS e PV.

Cidinho endossa o discurso de Maggi, que fez o compromisso com a presidente Dilma Rousseff (PT) de montar um palanque forte e, por isso, defende que a sigla continue no bloco governista. “Temos que estar juntos na vitória ou na derrota”, enfatiza o senador, referindo-se ao bloco governista que hoje é composto pelo PMDB, PT, PSD, Pros, PC do B, PSC, PRB e PEN.

Na contramão do senador vai o pré-candidato ao Senado Wellington, que apesar de dizer que o momento é de diálogo e que a decisão ainda não foi tomada, não esconde a empolgação com o projeto do senador Pedro Taques ao Palácio Paiaguás. O republicano, no entanto, encontra empecilho no bloco oposicionista, visto que o posto que deseja tem a concorrência do senador Jayme Campos (DEM), que tentará a reeleição.

O “racha” também é visto quando se trata dos 7 deputados estaduais. Wagner Ramos e Mauro Savi não escondem o desejo de ficar no bloco situacionista, uma vez que os republicanos estão atrelados com o governo Silval Barbosa (PMDB), ao apoiá-lo na sua reeleição, em 2010, e ocupar secretarias importantes, como a da Casa Civil e Fazenda, além de autarquias.

Já os simpatizantes ao projeto de Taques, são os correligionários Emanuel Pinheiro e João Malheiros, tendo em vista que ambos tiveram uma grande aproximação de Mauro Mendes (PSB), que é o incumbido de negociar com o PR. Malheiros, inclusive, em 2012 chegou a integrar a chapa do socialista como vice, mais tarde, no entanto, preferiu renunciar ao posto e continuar como deputado. Caso a vontade de Maggi seja seguida, os republicanos terão que articular a pré-candidatura de Wellington junto com os partidos da base, que hoje têm como pré-candidatos ao Palácio Paiaguás Chico Daltro (PSD), Lúdio Cabral (PT) e Julier Sebastião da Silva (PMDB).

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