RUMO ÀS URNAS

Maggi admite desgaste e avalia se vale a pena manter candidatura

  O ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi (PR) admite desgaste político provocado pelo escândalo da compra de 705 máquinas, mas mantém a sua candidatura ao Senado. Segundo ele, tudo continua igual e deve começar a percorrer os municípios para viabilizar o seu nome a uma das duas vagas abertas este ano no Senado. "Voltei de férias hoje e vou começar a cuidar da minha pré-candidatura". Apesar da empolgação, o republicano pondera que até junho pode desistir de seu projeto político ao Senado em nome de causas maiores. Neste caso, repensaria sua candidatura, em nome de uma ampliação da composição política para o pleito deste ano. "Minha candidatura não uma questão de vida ou morte. Dependendo do cenário político estou disposto a discutir minha candidatura. Dizem que não devo falar isso, mas é a verdade", pontuou o ex-governador. Maggi, pondera, entretanto, que voluntariamente não desistirá de sua candidatura e que vai trabalhar com afinco para viabilizar o nome.

  O republicano admite desgaste político provocado pelas investigações do suposto superfaturamento de R$ 26 milhões. "Quando se é governador você assume os ônus e bônus da administração. Nunca escondi nada debaixo do tapete, por isso, defendo a apuração dos fatos", afirmou.  Lamentou que o escândalo tenha acontecido aos "45 minutos do segundo tempo", numa referência ao término de seu governo. "Em 7 anos e três meses de governo sempre averiguamos tudo. É uma pena que um pequeno deslize comprometa todo o governo". Maggi acredita, entretanto, que no final será descoberto que não houve superfaturamento, mas apenas pagamento indevido de juros.

  Argumenta que o pagamento foi feito diretamente pelo BNDES e que o governo ficou sabendo apenas depois. Os R$ 6 milhões, referentes aos juros indevidos, devolvidos pelos empresários, estão em uma conta e vão ser devolvidos ao BNDES no momento oportuno, conforme explicou Maggi. Perguntado se acredita que as investigações vão se estender durante toda a campanha eleitoral, ele diz que não. "Todos os documentos estão ai, agora é só ouvir as pessoas e descobrir o que realmente aconteceu, não acredito que demore", disse. O suposto superfaturamento é investigado pela Delegacia Fazendária e acompanhada pelo Ministério Público de Mato Grosso. Inicialmente, os delegados têm 30 dias para concluir o inquérito, mas o prazo pode ser prorrogado por igual período.  

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