Eleições

Não me cabe julgar, diz Julier sobre decisões contra os aliados políticos

Agora, político, o ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva (PMDB), manteve o mesmo discurso de ontem (2), quando se tornou “um soldado” peemedebista. O ato de filiação foi realizado em Brasília com a cúpula nacional do partido. Durante coletiva de imprensa na manhã de hoje (3), destacou que está à disposição da legenda para qualquer projeto político, mas fez questão de ressaltar o desejo pelo governo do Estado.

Embora afirme não temer o julgamento popular, o pré-candidato ao Palácio Paiaguás terá que lidar com o fato de ter atuado contra nomes que hoje fazem parte de sua base aliada. Exemplo disso é o senador Blairo Maggi (PR) e ex-secretário estadual de Fazenda (Sefaz) Eder Moraes (PMDB), absolvidos pelo ex-juiz no julgamento do escândalo do Maquinário. Julier, por sua vez, argumenta que foi juiz do primeiro ao último dia e que todo processo deve ser julgado de acordo com os autos. Segundo ele, não há provas de que Maggi e Eder estejam envolvidos na polêmica. Garante que está tranquilo e que não cabe a ele julgar mais ninguém, já que fez isso por 19 anos ao longe de sua carreira como juiz federal. “Estou no terreno que eu escolhi e estou orgulho de estar no PMDB”, assegura.

Ainda neste sentido, embora tenha sido um dos alvos da Operação Ararath, deflagrada pela Polícia Federal no ano passado por suspeita de vendas de sentença, destaca que sua atuação sempre foi reconhecida pela sociedade. “Passei por uma investigação que poucos políticos sobreviveriam”, comenta. Pondera que todos os bens apreendidos durante a ação foram devolvidos.

Já no contexto político explica que ingressou na política porque a magistratura ficou pequena para as transformações que acredita que pode fazer em Mato Grosso. “Do ponto de vista político, acho que todos devem fazer aquilo que seu coração manda”, comenta. Justifica que a escolha pelo PMDB se deve à história do partido no país.

Contido, Julier evitou comentar sobre seus possíveis adversários nas eleições deste ano, especialmente o senador Pedro Taques, pré-candidato a governador, e colega de judiciário. Se limita a afirmar que as definições serão discutidas com a legenda e com a base aliada. “Estamos vendo a receita do bolo, ainda não temos nenhuma Mãe Diná para fazer previsões”, disparou.

O deputado federal e cacique do PMDB, Carlos Bezerra, afirma que o projeto da legenda para o pré-candidato é discutir junto com o grupo situacionista, que já segue para 12 partidos, a possível candidatura de Julier ao governo.

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