RUMO AO 2º TURNO

Por votos para Dilma, Pagot lembra privatizações tucanas

Luiz Antônio Pagot   O presidente do Dnit e coordenador da campanha da petista Dilma Rousseff (PT) em Mato Grosso, Luiz Antônio Pagot, continua tecendo fortes críticas ao presidenciável José Serra (PSDB) e líderes tucanos no Estado. Com a “língua afiada”, ele fez questão de lembrar que não foi apenas o governo Fernando Henrique Cardoso quem prejudicou Mato Grosso, deixando a região às margens do desenvolvimento. Para ele, o governador Dante de Oliveira, falecido em 2006, deixou uma “triste” herança para a população ao privatizar o Banco do Estado de Mato Grosso (Bemat) e a Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat).

   Segundo ele, as estatais foram vendidas a um “preço vil” e os recursos arrecadados com a venda não se reverteram em benefícios à população, que ainda foi penalizada por perder importantes instrumentos de viabilidade de políticas sociais. Ele reforça que vários Estados mantiveram seus bancos funcionando perfeitamente. “Em Minas, a Cemig continua nas mãos do governo e é superavitária”, alfinetou. Logo em seguida, reconheceu que as estatais tinham dívida, mas que poderiam ter sido sanadas e o patrimônio mantido.

  O presidente do Dnit, que tem se empenhado ao máximo para angariar votos para a Dilma, reforçou ainda que o governador Blairo Maggi (PR) herdou uma dívida com a União, que consome mensalmente R$ 650 milhões dos cofres estaduais. “Mesmo assim conseguimos trabalhar. Enquanto eles não construíram qualquer casa com os recursos do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação), nosso governo construiu 80 mil”, atacou. Neste sentido, para Pagot, é inevitável a comparação entre os governos do PT e do PSDB. “Em nível federal, por exemplo, o governo passado investiu R$ R$ 180 milhões na restauração de rodovias, o atual, R$ 800 milhões. Nós éramos tratados como Estado periférico do Centro-Oeste”.

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