LEGISLATIVO

Toninho sai em junho e tenta emplacar Paulinho Brother

   O vereador Toninho de Souza (PDT) deixa a Câmara em 13 de junho para cuidar da sua campanha a uma das 24 vagas de deputado estadual. No lugar dele, deve assumir o suplente Paulinho Brother, que atua como técnico instrutivo e de controle do TCE. Ele até já prepara sua chegada ao Legislativo, mas o problema é que a entrada do suplente pode não ocorrer por um impedimento jurídico. Ocorre que os vereadores só podem tirar licença de 120 dias para tratar de assuntos particulares, sem remuneração, mas o regimento interno prevê que a Mesa Diretora só é obrigada a convocar o suplente em caso de licença médica, se o parlamentar assumir algum cargo público ou se o afastamento for superior a 121 dias. "Vou convencer a Mesa Diretora a empossar Paulinho. Me afasto sem nenhum ônus ao parlamento e não vejo motivos para o suplente não assumir", pontua Toninho. Brother, por sua vez, já prepara o terno. Garante estar preparado para a função e disse que vai utilizar a sua experiência como servidor do TCE para fiscalizar os processos licitatórios da prefeitura. "Vamos legislar com muita transparência e buscando fiscalizar as ações do Executivo".

  Há uma grande expectativa em relação ao caso porque ele é semelhante ao de Rossivelt Coelho, que se licenciou na última quinta para ser assessor especial do ex-prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB), que disputará o Paiaguás em outubro. No lugar dele assumiria o sobrinho da deputada Chica Nunes (DEM), Tiago Nunes (PSDB), mas, por equanto, a cadeira continua vaga. A vaga que era ocupada por Rossivelt tem como titular o vereador licenciado Edivá Alves, secretário de Trânsito e Transporte Urbano. A saída dele seria uma manobra para emplacar de uma vez só Tiago e Leonardo de Oliveira (PSDB), sobrinho do ex-governador Dante de Oliveira. Leonardo assumiria a vaga que hoje é ocupada por Lueci Ramos. "Eu não saí para tratar de assuntos particulares e ajudar mais na campanha porque há essa indefinição jurídica", afirma a tucana.

   Por enquanto, ela diz que fica na Casa, mas não descarta deixar o parlamento para fazer um procedimento cirúrgico. Se Tiago assumir a vaga de Rossivelt, Leonardo poderia estrear no Legislativo. A manobra para a "dança das cadeiras" é articulada por Wilson que almeja o apoio irrestrito da família Oliveira. A relação com o clã ficou estremecida depois que Leonardo entrou em rota de colisão com o secretário de Infraestrutura Euclides Santos. Na época, Leonardo entregou o cargo de diretor de Serviços Urbanos e ameaçou não apoiar Wilson na corrida ao Paiaguás. Com a entrada de Leonardo no parlamento o apoio da família seria selado de vez. Apesar da "pendência" relativa a Leonardo o clã está com Wilson.

  De todo modo hoje atuam no parlamento apenas 18 vereadores. Com a saída de Toninho este número pode cair para 17 e se Lueci sair seriam apenas 16 vereadores. O esvaziamento deve prejudicar os trabalhos, por isso, há uma expectativa em torno de qual posicionamento a Mesa Diretora vai adotar.

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