ELEIÇÕES 2020

Domingo, 25 de Outubro de 2020, 17h:19 | Atualizado: 26/10/2020, 07h:17

DEBATE ONLINE

Abílio diz que não obrigaria cuiabanos a tomar vacina da Covid; Gisela tergiversa

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O vereador e candidato Abílio Júnior (Pode) declarou que, se for eleito e a responsabilidade de distribuição da vacina da Covid-19 ficar com a prefeitura, não pretende tornar a vacinação obrigatória em Cuiabá. A fala foi feita hoje (25) em debate com a também candidata Gisela Simona (PROS), que tergiversou e disse que a responsabilidade é do Governo Federal.

Uma ação do PDT no Supremo Tribunal Federal (STF) pede afirmação do poder de Estados e Municípios para determinar a obrigatoriedade da vacina. Vale lembrar, nenhuma das vacinas em desenvolvimento para a Covid-19 se mostrou totalmente eficaz até o momento, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda deve validar o produto, após a conclusão da terceira fase de testes, independentemente de qual seja o fabricante.

Reprodução

Abílio Júnior e Gisela Simona

Abílior Júnior e Gisela Simona disputam a prefeitura de Cuiabá e fizeram um debate online, no qual debateram diversos temas sobre a cidade

Gisela foi a primeira a responder a pergunta sobre esse tema no debate, transmitido online. Ela evitou dizer se tornaria a vacina obrigatória.

“Importante lembrar que o registro de uma vacina, ou não, não é competência do município, é do Governo Federal, do Ministério da Saúde. E tem que haver o devido registro. Quando tiver uma oficialidade cabe ao Governo Federal essa decisão”, afirmou.

Abílio começou ponderando que “cabe ao Governo Federal mesmo”, mas que o STF já decidiu antes que cabia a Estados e Municípios as decisões de fechamento do comércio durante a pandemia da Covid-19 em todo o país. Assim, a responsabilidade da vacina também poderia ficar com os prefeitos.

“Vai se vacinar quem quiser. Quem quiser se vacinar, vai ter a vacina. Eu não vou interferir na vida privada das pessoas, a decisão da vacina cabe ao cidadão. Se o STF passar a responsabilidade da decisão para o município ou para o Estado, eu no município não faria a obrigatoriedade”, disse.

E continuou, reiterando que já disse que tomaria medidas diferentes daquelas que foram tomadas pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), tais como o fechamento ou restrição de determinadas atividades econômicas.

“Não vou fechar cidade, não vou fechar comércio. Eu concordo que cada cidadão tem que decidir sobre a sua vida. Se quiser ficar em casa, fica. Se quiser vacina, toma. Não deve ter uma decisão autoritária. Se o Governo Federal decidir que é isso, tudo bem. No município não faremos isso”, prometeu.

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Comentários (5)

  • Dos Santos | Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2020, 10h47
    2
    0

    Olha, além de praticamente, toda tecnologia que o Brasileiro utiliza ser China. Ainda ha o imunizante H1N1, vacina anualmente obrigatória para o virus da gripe, que também é da China. Então, você Gado (Brasileiro espertissimo) não precisa tomar também, Ta ok?

  • Rafael | Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2020, 10h12
    1
    0

    Olha, sinceramente só encheram linguiça nessa LIVE...

  • Benedita da Silva | Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2020, 09h30
    3
    0

    Muito do nada! Não quer vacinar ? Não vacina! Acha que a vacina da China não presta? Que tudo da China não é bom? Faz um desapego , joga fora telefone celular , laptop, televisão, tênis, roupa, robo de limpeza, não compra em site de e- commerce de produtos chinês, deixa de ir na Havan. Cade o PID de cada um? Isso nenhum dos dois fala.

  • Marco Aurélio | Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2020, 08h48
    5
    0

    Dois neófitos perdidos no "mundo da lua", discutindo matéria de competência exclusiva do governo federal através do Ministério da Saúde consolidado no PNI (Plano Nacional de Imunização)...cada vez que um despreparado abre a boca acaba errando mais.

  • Eleitor Atento | Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2020, 08h30
    4
    0

    Porque...não perguntaram se ele tomaria a vacina....?

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