ELEIÇÃO

Mensalão corre o risco de ser adiado; Henry vive expectativa

Mensalão ainda corre risco de ser adiado; Henry vive expectativa

 -- Deputado federal Pedro Henry (PP)    O julgamento do mensalão, principal escândalo de corrupção do governo do ex-presidente Lula (PT), está marcado para começar nesta quinta (2), mas já se cogita adiar a apreciação do processo. No primeiro dia, está prevista a leitura resumida do relatório. Em seguida, os advogados podem pedir análise de documentos para avaliação técnica. Se os responsáveis pela defesa não se estenderem, o procurador geral da Republica, Roberto Gurgel, terá 5h para falar sobre as acusações. A defesa de Henry está prevista para 8 deste mês.

    “Não houve qualquer ato de ofício do deputado Pedro Henry que levasse a corrupção. Ele nunca recebeu qualquer recurso pra votar a favor do governo”, diz o advogado José Antônio Duarte. O progressista responde por corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, com pena que varia de 1 a 15 anos de prisão.

    Os ex-ministros da Justiça, Márcio Thomaz Bastos e José Carlos Dias, que fazem as defesas de réus, pediram acesso aos autos. Eles querem conhecer o teor dos documentos encaminhados na semana passada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.  Em nota, ambos garantiram que a solicitação não vai ensejar qualquer tipo de adiamento do julgamento. Há ministros do STF, porém, temerosos de que o pedido prolongue a apreciação ou até mesmo adie o desfecho para o próximo ano. Esta não é a primeira tentativa dos petistas de adiarem a data de início da apreciação do processo. A presidente do TSE e ministra do STF, Cármen Lúcia Antunes Rocha, arquivou um pedido semelhante nesta segunda (30). Advogados de São Paulo ligados ao PT alegaram que seria inoportuno julgar a ação durante o período eleitoral.

   Mesmo com as indefinições, os ministros do STF devem se reunir nesta quarta, 1º de agosto, para discutir os procedimentos a serem adotados durante as sessões do julgamento. Cogita-se a possibilidade de nenhum pedir vistas. O único político do Estado entre os réus do mensalão é o deputado federal de quinto mandato, Pedro Henry, presidente regional do PP. Na defesa encaminhada ao Supremo, o progressista nega ter embolsado e distribuído propina, à época em liderava a bancada na Câmara, em troca da aprovação de mensagens de interesse de Lula.

   Outra situação que também ganhou visibilidade nacional é o fato do ministro do STF, José Antônio Dias Toffoli, estar entre os ministros que vão julgar o mensalão. Ele é amigo de Lula e do ex-secretário-chefe da Casa Civil, José Dirceu, que, por sinal, é apontado pelo Ministério Público como "chefe da quadrilha" do mensalão. Toffoli sempre teve laços estreitos com petistas, mas não vê problema algum em fazer parte do grupo de magistrados que vão julgar o processo, em que pese a maioria dos réus ser do PT.

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