ENTREVISTA ESPECIAL

Sábado, 30 de Janeiro de 2021, 08h:35 | Atualizado: 30/01/2021, 14h:04

Espero que ela confesse o crime, desabafa mãe de Isabele ao falar sobre a atiradora

Empresária revela que vai lutar para ver os pais da adolescente que matou sua filha condenados

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Raio-x Patr�cia Hellen Guimar�es Ramos

Quero que sejam condenados. E mais que isso, quero saber porque fizeram isso com a minha filha”. Essa afirmação é da Patrícia Hellen Guimarães Ramos, mãe de Isabele Ramos Guimarães, assassinada em 12 de julho de 2020, dentro do banheiro de uma das mansões do condomínio Alphaville I, em Cuiabá. Ela frisa que está pronta para acompanhar as audiências de Marcelo Martins Cestari e Gaby Soares de Oliveira Cestari, pais da adolescente que atirou e matou Isabele. Espera ainda que a garota, agora com 15 anos, confesse o crime. Em entrevista ao , a empresária descreve que não há dor maior do que a de perder um filho. Ainda mais ter que recolhê-la do chão, aconchegá-la no colo e despedir-se dela definitivamente. “A dor de perder um filho é paralisante. Parece que alguém te mutilou sem anestesia”.

A dor de perder um filho é paralisante. Parece que alguém te mutilou sem anestesia

Cerca de 2 anos antes desta tragédia, Patrícia passou pelo luto ao perder o marido, o médico Jony Soares Ramos em um acidente de moto. Com dois filhos, buscou refazer a vida e criar a menina e o menino. Contudo, em menos de um ano a vida mudou novamente. Isabele, segundo a mãe, filha mais velha, vinha contando que queria seguir o mesmo caminho do pai, e ser médica. Entre uma visita à casa de uma amiga para fazer um prato, foi morta no banheiro da residência em poucos minutos. O sonho foi interrompido. O caso foi parar nas páginas policiais, não somente em Mato Grosso, mas no Brasil e em alguns sites internacionais. A adolescente que atirou foi sentenciada e a Justiça mandou interná-la por tempo indeterminado em regime socioeducativo. A pena será revista e atualizada a cada seis meses, podendo chegar à pena máxima de 3 anos de reclusão. Após brutal tragédia, Patrícia começa mais uma vez a se recompor e colocou em prática um dos projetos que tinha desenvolvido com a filha, quando ainda estava viva. Abriu uma academia de bikes. “ Depois da morte do meu marido, para superarmos a dor, começamos a pedalar. Era a nossa válvula de escape. Infelizmente ela não está mais aqui para ver o nosso projeto concluído”.

Veja os principais trechos da entrevista:

Rodinei Crescêncio

Patr�cia Guimar�es - m�e de Isabele - bele - assassinado Alphaville

Como era sua vida com o médico Jony Soares Ramos?

Casei em 2003. Quando eu casei com o Jony, fomos morar no Residencial Canachuê. Naquela época eu estava na faculdade, estava me formando. Morava com meu irmão. O Jony veio de um casamento, quando eu o conheci, ele estava separado e nosso namoro durou apenas seis meses. A gente já namorou e casou. Foi tudo muito rápido mesmo. Quando casamos, fomos lá para o Canachuê, onde ficamos até o nascimento da Isabele. Ela ficou lá por um período, e sentimos a necessidade de ir para um apartamento maior. Na época Jony estava começando a vida, a carreira dele. Nós lutamos muito. O terreno do Alphaville veio nessa época. Mudamos e, inicialmente, moramos de aluguel. Depois tomamos a decisão de comprar o terreno justo porque tínhamos planos para a família. Me lembro muito bem, quando eu olhei para ele, e pensamos nessa possibilidade e esperança de comprar o terreno, a gente ficou se perguntando, será se a gente vai conseguir pagar? E daí a gente fez esse desafio. Pagamos o terreno por dois anos. Em seguida a possibilidade de construir. Isso foi mais três anos. Mas tudo com muito sacrifício. Lembro que na época fizemos consórcio para construção, porque não tínhamos dinheiro para comprar ou construir uma casa do jeito que a gente queria. Então assim, demorou e demorou.  O Pedro nasceu no apartamento, mas foi para lá pequeno com 1 aninho, então pode se dizer que nós estamos lá desde 2004. A Bele já tinha 3 anos e meio quando mudamos para lá.

Como começou a amizade com as meninas da família Cestari?

Nós já estávamos há bastante tempo no condomínio. Várias famílias foram chegando e a Isabele tinha outras amizades na vizinhança o que é normal. Ela andava de bicicleta pelas ruas, e esse foi um dos motivos que nós mudamos para o condômino, para que as crianças pudessem brincar na rua e ter essa segurança de poder estar na casa dos vizinhos, a gente conhecer e estar tudo perto. Ela conheceu as meninas (da família Cestari) quando estava com 12 anos. A Isabele estudava no colégio Notre Drame. No ano passado que ela foi para outra escola. Nesse tempo que ela conheceu as meninas, mas foi assim, não tinha aquela intimidade de uma ir para casa da outra e aí isso se intensificou mais na pandemia (da Covid-19). Logo quando começou, nós ficamos bem restrito ali. Foi um

Elas (Isabele e a B.) acordavam de madrugada para se encontrar no terraço da casa e para ver o pôr do sol. Elas tinham muitas coisas em comum

momento muito duvidoso que ninguém sabia de nada. Então, essa amizade se intensificou. À princípio com a B. mesmo. Foi com ela que Bele teve mais afinidade. Ela gostava das duas, mas a B. era mais amiga.  Em seguida a B. começou a namorar, e aí a Bele sabendo desse namoro, ela se afastou dela, mas não foi um afastar porque ela não gostava, mas sim porque o namorado começou a frequentar a casa dela todos os dias, aí começou aquele ciúme de primeiro namoro. “Ah, porque você fica muito junto com os amigos, e tal”, e ela acabou se afastando. Mas durante esse período, a B. passou a frequentar bastante a minha casa. Mas assim, sempre uma aqui é outra lá, eu nunca deixava nem andar no condomínio sozinha, eu tinha todo esse cuidado de buscar ela na casa das meninas. Às vezes até dependendo do horário, ela vinha a pé, ou as mães das meninas deixavam ela lá em casa. Foi nessa fase que a gente decidiu reformar a casa. Depois que o Jony faleceu, a Bele queria um quarto novo. Queríamos mudar algumas coisas. Alugamos uma casa no condomínio mesmo durante as obras. Queríamos voltar para casa, mas assim, sabendo que as lembranças seriam difíceis, que ia ser difícil o processo todo, depois que o meu marido morreu. Mas queríamos mudar as coisas em casa.  E foi nessa época que nós estávamos em reforma que isso aconteceu. Elas (Isabele e a B.) acordavam de madrugada para se encontrar no terraço da casa e para ver o pôr do sol. Elas tinham muitas coisas em comum, elas gostavam de tomar tereré, a Bele preparava o café da manhã, lavava para o terraço e sentavam na cadeira, ouviam músicas, então tinha muito isso no período da pandemia, quando a amizade se intensificou.

Acompanhe o depoimento de Patrícia

Como era a sua relação com os pais da adolescente B.O. de C ?

Eu sempre fui muito reservada, eu sou uma pessoa de poucos amigos. Tenho mesmo a minha família, e meus amigos mais chegados. Mas no condomínio foram poucas pessoas que me aproximei de verdade, e que se tornaram amigos. No caos deles, eu os conhecia por conta da Bele. Sabia que eram pessoas boas, confiáveis.  Nunca deixei que minha filha tivesse muito contato ao ponto de dormir lá. Nunca gostei muito disso. Apesar de que se isso aconteceu, foram apenas uma duas vezes. Então tudo dentro do nosso limite. A casa lá sempre foi muito cheia. Eram muitos jovens. Ela tem quatro filhos, e eu sei que a mãe ou a sogra dela morou um tempo lá também. E isso era o que atraia muito a Isabele, a casa cheia. Lá ela podia conversar, tinha amizade com a irmã mais velha. As duas gostavam muito de ler livros. Eu tive um contato, mas foi uma coisa muito restrita. Sabia quem eram, sempre que buscava minha filha os cumprimentava com “oi, tudo bem? Como vai?”. As coisas que aconteceram com Isabele nesse período, depois que o Jony morreu, eu cheguei a abordar com ela. Pedi ajuda dela e foi isso. A Isabele me deu um pouco de trabalho depois que o Jony faleceu. Ela sempre foi uma aluna exemplar na escola, e depois disso começou me dar trabalho na escola com as notas, com história de namoro. Então eu fiquei preocupada realmente. E cheguei a conversar com eles, pois eram as pessoas que estavam mais próximas por conta das meninas. Cheguei a pedir ajuda nesse sentido. A Bele se sentiu acolhida ali, acredito que seja isso.

Como era a Isabelle, quais eram seus planos de vida?

Era adorava desenhar, mas nos últimos meses ela vinha me falando que queria ser médica, ela queria seguir

Eu fico tentando entender e falar para mim mesma que minha filha pertencia a Deus e não a mim

a profissão do pai. Então, essa é uma idade muito difícil né, ela era uma menina muito inteligente, os professores da escola admiravam o quanto. Eu tive todo apoio da escola porque todo mundo conhecia Isabele e sabia do potencial dela, pois não podia deixar de perder isso, então ela adorava desenho, moda. Ela não pensava em ficar aqui em Cuiabá, o sonho dela era morar em Balneário Camboriú (SC), a gente sempre foi para lá, pois meu marido era de lá, meu cunhado tem um apartamento lá também. Então a gente ia passar férias todo julho lá. Eles sempre gostavam muito de lá. Ela me falava “mãe, quando eu crescer quero fazer faculdade e morar lá”. Eu tinha certeza que ela não ia ficar aqui, ela ia embora e eu não ia tê-la por muito tempo. Os filhos não são mais nossos, né! Os filhos pertencem a Deus. Eu demorei para entender é isso faz parte do meu processo de luto. Porque é difícil você aceitar a morte de um filho, então eu fico tentando entender e falar para mim mesma que minha filha pertencia a Deus e não a mim. Acho que isso é até um certo conforto, porque é muito difícil. Eu perdi o meu marido, foi um luto diferente, mas o luto da minha filha indescritível.

Rodinei Crescêncio

Patr�cia Guimar�es - m�e de Isabele - bele - assassinado Alphaville

Como foi o dia que a Isabele morreu?

No dia que aconteceu foi um domingo, ela estava de férias. E adolescentes adora acordar tarde.  A Bela não tinha o costume de almoçar quando ela acordava, porque ela adorava tomar café da manhã. Ela tomou café, se arrumou toda, tinha escovado o cabelo. Era muito vaidosa. Estava em uma fase de vaidade, e ela me disse: “Mamãe eu queria ir na casa das meninas hoje. Elas me chamaram para ir fazer uma torta de limão”.

E logo que eu cheguei no banheiro, não tinha nada, não tinha arma, porque ele queria fazer parecer que foi um acidente realmente

Patrícia Hellen

Isso porque, ela tinha feito essa torta um dia antes lá em casa. Eu não vi problema nisso. Ela se arrumou toda e foi. Eram por voltas das 13h30 quando ela andava pelo condomínio. Fiquei sabendo depois, que ela passou na casa de um outro amigo, antes de ir para a casa das meninas. Ela chegou na casa delas por volta das 15h30. Eu ficava muito incomodada de ficar muito tempo assim na casa dos vizinhos. Quando foi por volta das 20h30, liguei para ela e pedi para que ela voltasse para casa por que já estava muito tarde.  Liguei e ela me disse: “Mamãe a gente está fazendo um risoto aqui, logo que acabar, eu vou. Te amo, daqui a pouco estou em casa”. Me arrependo de não ter ido buscá-la, pois eu estava pronta para isso, mas como ela falou, “mãe eu vou jantar aqui, a gente já está terminando” e eu disse tudo bem. Quando foi por volta das 22h a gente estava em casa, eu e Pedro, e a companhia tocou. E em seguida uma batida na porta bem forte. Estávamos na sala. Eu abri a porta e lembro da expressão da Gabi, ela estava desesperada e me disse: “Aconteceu um acidente”. Só que eles não disseram o que era. Mas o que eu achei muito estranho desde o começo, foi que em nenhum momento elas me disseram o que tinha acontecido. Porque imagina, aconteceu um acidente, a primeira coisa que você pergunta o que que foi, que tipo de acidente? Eu fiquei nesse percurso todo nesse desespero, e aflição. Cheguei na casa correndo, fiquei mais desesperada porque em momento nenhum ninguém me disse nada até eu chegar. Fui entrando e perguntando cadê a Bele? O que aconteceu? Ninguém falava absolutamente nada.

Reprodução

Caso Isabele Morte Fant�stico


Como foi quando você a encontrou no chão do banheiro?

Eu vou falar para você, o quanto luto para esquecer aqueles momentos, sabe…, de desespero, sofrimento, de chegar e ver minha filha estendida no chão morta naquela poça de sangue. De ver o Marcelo fazendo massagem cardíaca quando ele sabia que minha filha estava morta. Ela não tinha nenhum sinal vital, entendeu? E logo que eu cheguei no banheiro, não tinha nada, não tinha arma, porque ele queria fazer parecer que foi um acidente realmente.

Não tinha o buraco no nariz, não aparecia, foi por isso que ele ligou para Samu e afirmou que a Bele tinha caído e batido a cabeça, e mesmo nessa hora eu ficava todo tempo me perguntando o que tinha acontecido. Ninguém me dizia nada. Só fui saber quando a polícia chegou. Aí uma série de coisas aconteceram durante esse momento, mas a gente teve o start de realmente consultar um amigo nosso advogado que morava ali. O Hélio Nishiyama foi muito rápido. Foi muito solícito. Presença dele foi muitíssimo importante para gente, sem experiência nenhuma nisso e, fica sem saber, perde o chão e não sabe o que fala, não sabe se grita, corre, foi desesperador, tanto para mim como para minha família.

Abrir o empreendimento como academia é uma forma levar um sonho, que também era da Isabele, adiante? 

Rodinei Crescêncio

Patr�cia Guimar�es - m�e de Isabele - bele - assassinado Alphaville

Isso aqui eu fiz pensando nela e no Pedro

Nós começamos a pedalar e a gente ficou apaixonada pelo pedal. A Isabele muito mais, eu já estava pensando em voltar depois que Jony faleceu, eu sabia que era importante para gente, e para ela também em ter um lugar que ela pudesse me ajudar. Então a gente estava muito motivada com isso quando a negociação para a abertura da franquia demorou mais ou menos um ano, nós ficamos nesse namoro, passamos por uma seletiva onde tinham candidatos interessados em abrir a franquia é isso foi rolando e aconteceu que que em determinado momento eles consentiram e deu tudo certo e a gente começou as obras aqui no shopping. Em Cuiabá está perigoso, a gente teve muita dificuldade para achar um ponto com estacionamento e segurança. Então,  surgiu o shopping, quando a Isabele veio acompanhado toda obra e isso aqui eu fiz pensando nela e no Pedro. Ela estava muito motivada em me ajudar aqui. “Mãe eu que ficar uma parte do meu tempo durante o dia te ajudando” então assim, quando eu abri isso aqui foi mais pensando nisso que ia ser uma fase importante. Meu marido, no fim de semana, ele pegava as crianças e visitavam os hospitais para conhecer os pacientes e saber aquilo que ele vivia na profissão. Então, as crianças desde cedo lá em casa eles sabiam da importância do trabalho e do cuidar da vida. Isso aqui ia ser uma extensão da nossa casa, porque a filosofia da veloster é muito interessante. As aulas e o condicionamento físico vêm de quebra, mas a gente quer recuperar pessoas, nós temos depoimentos de pessoas que começaram a trabalhar e venceram a depressão, alcoolismo, pararam de tomar medicações, então os professores não têm uma preocupação só no giro, eles tem uma preocupação em resgatar vidas, trazer pessoas excluídas da sociedade, então aqui vem todos o tipo de gente, pois nosso público não é só A e B não. A gente está querendo trazer e agregar pessoas de todos os níveis sociais, por isso que as aulas têm um preço diferente, tudo dentro da possibilidade das pessoas, nós temos vários tipos de pacotes, hoje nós estamos fazendo um pacote diferenciado para os lojistas e para os funcionários daqui da loja, e é isso.

*No vídeo, o nome da adolescente que atirou e matou Isabele foi ocultado por se tratar de uma menor de idade

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Comentários (2)

  • Leandro Norris | Terça-Feira, 16 de Fevereiro de 2021, 17h43
    0
    0

    Leandro Norris, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Sampaio | Domingo, 31 de Janeiro de 2021, 11h10
    3
    0

    Com todo respeito a perda e pelo sofrimento , Penso que o que a Justiça poderia fazer está sendo feito né , Todos sabemos que a lei que protege menores infratores só tem um lado o lado do infrator , Mesmo que a menina confesse que atirou em outra não vai mudar o resultado , Sabemos que menores até completar 18 anos são infratores e não criminoso e vai ser recolhido e ao completar maior idade sai com ficha limpa ... Devemos lutar pra mudar a constituição , essas leis absurdas e protetoras e obsoletas protetoras de criminosos ....

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