ENTREVISTA ESPECIAL

Quinta-Feira, 26 de Dezembro de 2019, 14h:19 | Atualizado: 26/12/2019, 14h:31

Lúdio dá nota 4 a Mauro: ele governa para atender o interesse dos milionários - veja

Voz forte da oposição no Legislativo, Lúdio diz que AL não pode se subordinar as vontades do Paiaguás

Rodinei Crescêncio/Arte/Rdnews

Ludio Cabral

 

Deputado mais votado em Cuiabá, Lúdio Cabral (PT) avalia o governo Mauro Mendes (DEM) com pessimismo. Em uma escala de zero a 10,  a nota dada ao primeiro ano de gestão democrata é quatro. Oposicionista de primeira ordem, Lúdio defende o debate sem ataques pessoais ao Governo, e sim à sua política, que segundo o parlamentar, é voltada para os ricos e não para a classe trabalhadora. Estando do lado minoritário na Assembleia, o deputado diz chegar ao primeiro ano de mandato com o censo de dever cumprido por fazer sua parte que, segundo ele, tem sido sóbria e equilibrada.

Confira os principais trechos da entrevista:

Qual é a avaliação em relação ao trabalho feito pelo bloco de oposição ao Governo, já que apesar de um posicionamento firme dos oposicionistas, o democrata conseguiu aprovar praticamente todos os projetos que colocou como importantes. Percebe que existe influência muito grande do governador na Assembleia?

Nós cumprimos nosso papel institucional de fazer oposição crítica, sistemática, propositiva, e a resistência contra as maldades que vem no conteúdo dos projetos. Nós somos minoria, abaixo de um terço, portanto com limitações regimentais para atuar. Mas todas as ferramentas regimentais que temos, utilizamos para retardar os debates, para não deixar acontecer o patrolamento. Em algumas situações conseguimos reduzir os efeitos das maldades e algumas vitórias. Em um exemplo bem recente, há um projeto de parcelamento de IPVA, que veio com um submarino embutido para criar dificuldades para pessoas com deficiência terem acesso à isenção. Conseguimos com estudo, com emenda e com debate político, retirar esse dispositivo do projeto. Isso aconteceu com vários projetos. Na maioria das situações, pelo fato do governador ter mais que a maioria absoluta na Assembleia, a gente tem dificuldade de ao limite conseguir fazer valer a nossa vontade. Mas é do processo democrático, a população escolheu a bancada que está na Assembleia, e nós temos que respeitar isso.

Mas isso não traz o risco da Assembleia ser considerada um “puxadinho” do Palácio Paiaguás?

Isso é ruim. Este é o argumento que eu utilizo sempre com os deputados em todos os debates. A Assembleia não pode se subordinar a vontade do governador, da forma como a bancada que apoia o Governo as vezes faz. Hoje (18 de dezembro, dia em que Lúdio concedeu entrevista ao ), por exemplo, nós votamos um projeto nocivo para 100 mil famílias de servidores públicos da ativa e da inativa, um requerimento de dispensa de pauta que vai acelerar a tramitação dessa proposta, sem a necessidade que isso acontecesse. Mas como era vontade do Governo, a bancada insistiu em aprovar. Fazemos o nosso papel de resistência, de apontar os problemas de identificar os caminhos alternativos, mas a força da maioria acaba valendo. E essa subordinação da base à vontade do governador é muito ruim.

Rodinei Crescêncio

L�dio Cabral

Deputado Lúdio Cabral recebe o repórter Vinícius Bruno em seu cabinete, na AL, para entrevista exclusiva, em que faz balanço sobre seu mandato

O ano na AL começou com forte manifestação dos servidores por conta do chamado “Pacto por Mato Grosso”, que, dentre outras coisas, condicionou o pagamento da RGA. Além disso, Mato Grosso enfrentou a maior greve da Educação da história. Essa relação do Governo com os servidores é nociva?

O governador Mauro Mendes fez uma escolha desde o primeiro dia do seu mandato, ele governa para atender o interesse dos milionários. Os muito ricos, dos setores da economia que detêm privilégios há duas décadas e subordinam os governos. Assume com discurso de crise econômica, contraditório, porque um Estado que tem orçamento de R$ 20 bilhões conceder R$ 6 bilhões em renúncias fiscais, a maioria delas para esses setores da economia, privilegiados, que se sustentam no projeto político que o governador tem, e ele escolhe como inimigo os servidores públicos. Esquecendo-se que ao penalizar e sacrificar os servidores, ele acaba asfixiando os serviços públicos que são responsabilidade do Estado. Porque os direitos da população se realizam por meio do trabalho dos servidores públicos. Portanto, ao escolher os servidores como inimigos e encaminhar ao longo de todo ano uma série de maldades contra os servidores, ele acaba sacrificando os direitos que a população tem. Não tem sentido, por exemplo, não alocar recursos para investimento na educação, ao final do ano ingressar com uma ação no STF para retirar recursos da educação e manter os privilégios daqueles a quem ele representa.

Ao ver que não há reciprocidade por parte de seus pares, que acabam não seguindo teu pensamento na maioria das vezes, isso causa alguma frustração ou pelo menos existe o sentimento de dever cumprido?

Eu fico com o senso do dever cumprido. Eu tenho uma responsabilidade. Eu vim para a Assembleia para representar a população que carece de serviços públicos de qualidade. Portanto, meu trabalho e todas as ferramentas que utilizo para meu trabalho, eu busco utilizá-las com qualidade, com conteúdo, com consistência. Faço um enfrentamento crítico, sistemático, embora de respeito com os diferentes. Em nenhum momento eu agredi governador ou qualquer deputado. Eu procuro estabelecer uma relação de diálogo e de respeito, mas com posicionamento firme em todas as pautas que defendo. No caso da reinstituição dos incentivos é emblemático, primeiro porque ficamos o mês de julho todo em um movimento de obstrução das sessões para buscar forçar o Governo a dialogar com os trabalhadores da Educação. Levamos isso até às últimas possibilidades que resultou naquela sessão que aconteceu de sexta para sábado, atravessando a noite e acabando no outro dia de manhã. Mas é a sensação do dever cumprido de trabalhar com respeito à diferença, mas manter firme a razão pela qual estou na Assembleia.

Rodinei Crescêncio

L�dio Cabral

Lúdio Cabral durante entrevista exclusiva ao Rdnews, em seu cabinete, quando criticou o 1º ano da Gestão Mauro

No geral, o senhor vê algum acerto na gestão Mauro? Qual nota daria ao democrata de zero a 10?

É difícil falar de uma avaliação em nota, mas eu daria uma nota entre 3 e 4 pro Governo Mauro, exatamente por ter escolhido um caminho que não é o que a população do nosso Estado, majoritariamente, merece. Os serviços públicos continuam funcionando precariamente. Os direitos da população continuam sendo negados no cotidiano, quando ela busca atendimento hospitalar, quando busca matricular seus filhos na educação pública. Essa escolha de sacrificar e penalizar os servidores é ruim, porque os direitos da população se realizam por meio deste trabalho. A insistência em ficar mantendo um padrão de injustiça tributária, tributando os pequenos e deixando os grandes com os mesmos privilégios é a marca do Governo Mauro Mendes, que governa para os ricos e não para atender aos direitos da população. Eu não poderia dar nota maior do que 3 ou 4. Um aspecto positivo do Mauro Medes na saúde, ao assumir os hospitais regionais, foi abrir mão da contratação das tais Organizações Sociais em Saúde (OSS). Essa foi uma decisão correta que o Governo tomou, mas ainda patina para substituir este modelo por um modelo público. Nós precisamos de concurso público na saúde do Estado, que está há 17 anos sem realizar concurso. Como assegurar isso quando o governo tem esse discurso de que os problemas do Estado é com despesa com pessoal, sendo que é despesa com pessoal que coloca o médico, o professor, o psicólogo o técnico de enfermagem, o policial, o perito em condições de atender a população com a qualidade que ela merece.

O ano na Assembleia termina sem a votação da alíquota previdenciária. Ainda tem o imbróglio em torno dos servidores inativos que passariam a pagar 14%, caso receba benefício acima de um salário mínimo. O que pode ser feito em relação a isso?

O próprio fato deste projeto não ter sido votado este ano já foi uma vitória do processo de mobilização dos servidores, tensionamento da oposição na Assembleia e do esforço que a bancada do Governo fez para tentar minimizar os prejuízos políticos que ela teria com a aprovação dessa proposta. Ano que vem, a gente já inicia com uma batalha permanente em torno desta questão, porque na penúltima sessão do ano, foi aprovado um requerimento para acelerar a tramitação no início do ano. Em relação ao projeto em si, não é verdade que a reforma da previdência, na forma como o governador mandou, é inevitável. O único dispositivo que o Estado é obrigado a cumprir até o dia 31 de julho de 2020 é alíquota para os servidores da ativa de 14%, que no nosso caso, corresponde também à ampliação da contribuição patronal, que tem que subir de 22% para 28%. Alguns poderes nem conseguem contribuir hoje com 22%, contribuem apenas com 11%. A tentativa do governador em taxar esses trabalhadores aposentados em 14% não é exigência da reforma da previdência no plano nacional, é uma decisão que ele tomou para mais uma vez penalizar o pequeno, para fazer caixa. Porque nem efeito sobre o equilíbrio da previdência, essas medidas adotas trará. O objetivo que o governador tem é um só, que é fazer caixa em 2020 com dinheiro líquido vindo do sacrifício dos aposentados e pensionistas, em um ano que é de eleição. Então, ele não está preocupado com a sustentabilidade da previdência, porque se tivesse já colocaria em prática o fundo previdenciário, porque a previdência precisa de ter um caixa próprio para onde vai a arrecadação dos recursos dela.

O senhor acredita que o servidor ainda é visto como o vilão das contas públicas? Qual o motivo, e como mudar essa visão?

Rodinei Crescêncio

L�dio Cabral

O petista Lúdio, durante entrevista em 18 de dezembro

O Brasil hoje é governado por um projeto político e de poder que quer destruir o estado de bem estar-social que existe no nosso país. Esse modelo se reproduz no Governo federal e, infelizmente, aqui no nosso Estado e em muitos Estados do país. Esse projeto precisa destruir as políticas públicas, mas precisa encontrar um vilão, e esse vilão em um desenho articulado com a grande mídia, é o servidor público, que vira marajá, sem ser. Por exemplo, 85% dos aposentados, servidores públicos, recebem abaixo do teto do INSS, mas isso, não chega até a população, em função deste discurso que sustenta um projeto de poder. O caminho é aumentar a arrecadação do Estado, porque é denominador comum, a receita precisa ser ampliada. Se você amplia a receita, você resolve a infração dos limites de despesa com pessoal e cria condições para levar mais serviços para a população. Como elevar receita? Acabando com os privilégios de determinados setores da economia do nosso Estado. Se o Estado revisar de verdade um terço das renúncias fiscais, isso significa R$ 2 bilhões a mais por ano nos cofres para poder atender aos direitos da população.

No 1º semestre de 2020, Mato Grosso vai ter eleição suplementar para o Senado, e o seu nome está sendo citado como um possível candidato. O senhor tem essa pretensão?

Eu fico feliz por todas essas leituras que me colocam em tese nessa disputa. Mas, primeiro, é um processo que ainda não está concluso, depende do afastamento em definitivo da senadora, depende da definição de data para a realização da eleição. Então, todo esse movimento com inúmeras candidaturas surgindo nos últimos dias, na minha opinião, é poeira levantando em função da possibilidade da abertura da vaga. Eu acho precipitado fazer esse debate agora. Quando a poeira assentar e quando ficar claro se haverá eleição, quando será essa eleição, aí os partidos precisam reunir a sua base, fazer uma avaliação da conjuntura do cenário, para tomar decisão sobre candidatura. Como eleição do Senado, se acontecer sozinha, será de certa forma nacionalizada, o PT necessariamente apresentará uma candidatura e buscará construir um arco de alianças para sustentar essa candidatura, mas é um debate que precisa acontecer no momento certo. E hoje, eu nem parei para pensar nisso. Hoje eu não colocaria meu nome para fazer esse debate. Primeiro clarear o cenário, avaliar a conjuntura, avaliar os nomes, e apresentar com unidade um nome para aliança de esquerda ou centro-esquerda para ir para o debate na eleição.

Se a decisão vier do PT Nacional, isso traz um peso diferente?

O que está no meu horizonte é continuar trabalhando pela Assembleia, é me esforçar para a cada dia exercer um bom mandato, que cumpra o dever que tenho com a população. É bom nem pensar em disputa de eleição neste momento, porque de certa forma acaba contaminando a atuação política da gente. No momento certo, avaliar e tomar uma decisão.

O senhor já manifestou que não pretende disputar a prefeitura de Cuiabá. Mas em porcentagem, quais são as chances do senhor realmente não entrar nessa disputa?

Eu tenho uma decisão já tomada de não disputar a prefeitura de Cuiabá, já comunicada à militância do partido e já bastante amadurecida. Nós, inclusive, já iniciamos coletivamente um movimento para abrir diálogo entre partidos de centro, centro-esquerda, esquerda, para pensar um programa para Cuiabá. Vários partidos tem bons nomes, o PT também tem nomes, o Julier acabou de se filiar ao PT com a motivação e desejo de disputar a prefeitura. Nós temos outros quadros. É algo também que no ano que vem, quando o calendário eleitoral do PT se abrir, nós construirmos essas condições. Primeiro um programa, depois alianças, e uma definição de candidatura. Eu já tenho bastante amadurecido em não disputar, até mesmo porque estou concentrado nas questões do Estado.

O PT ainda vai insistir na imagem do ex-presidente Lula, que apesar de livre tem a questão da inocência ou não. E acabou tendo um desgaste, e pelo menos, metade da população, principalmente aqui em Mato Grosso, o antipetismo é forte?

O Lula é mais que um patrimônio do PT, é um patrimônio da população brasileira. Olha que situação inusitada. Em 2018, o PT inscreve o Lula como candidato a presidente e, mesmo preso, enquanto a candidatura dele se manteve, até a um mês da eleição, ele tinha 40% da intenção de voto da população e ganharia a eleição para presidente da república mesmo preso e acusado de corrupção. Isso é para dar uma dimensão da força que o Lula tem não no PT, mas no sentimento da imensa maioria da população, que mesmo com todo ataque sofrido, mesmo com os processos judiciais contaminados por interesses políticos, o Lula se mantem como liderança que é. Sai da prisão com festa da população, com as pessoas na porta esperando o Lula para abraçá-lo, milhares de pessoas comemorando a liberdade do Lula. Há um processo judicial em curso, que nós consideramos injusto e nós vamos usar todos os recursos para fazer esse debate. Quem viveu antes, durante e os que estão vivendo depois, sabe reconhecer. Lula é o cara, Obama já disse isso em um evento do G20: "esse cara é o político mais popular do planeta, esse cara é o cara, é a maior liderança popular que o mundo produziu nos últimos 50 anos". Vale a pena lutar pelo Lula, apesar de toda a dificuldade que isso representa. Agora, é preciso reconhecer e fazer a autocrítica, sobre erros que eventualmente tenhamos cometido ao longo do caminho, porque ninguém é perfeito, está todo mundo sujeito a errar. O que precisamos é aprender com os erros e não insistir neles.

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Comentários (16)

  • Gilston | Domingo, 29 de Dezembro de 2019, 11h27
    1
    0

    Nota 2,5. No meu pensamento, tudo não passou de jogada do Mauro mendes em decretar calamidade no Estado, e ficar por aí arrumando crise. Gente, enquanto ele falava em crise lá no Detran formava fila de carro zerado para ser emplacados. Tudo na minha visão é jogada do Mauro Mendes tanto que o secretario de fazenda é o mesmo da gestão do pedro Taques, Rogerio Gallo. Ele MM pintou o estado como falido, roubado e quebrado para que no seu segundo ano de governo ele vem como salvador da Pátria " eu consertei o Estado que pegamos quebrado" kkkkkkkk. Pagamos 14 salario kkkkk. Ele falando que tava em crise , o povo nas ruas de Cuiabá só comprando e o dinheiro retornado para o Estado e o governo lá com o blablabla de crise.

  • joao | Domingo, 29 de Dezembro de 2019, 08h35
    1
    0

    Fazer o que, já elegemos o moço, agora é aguentar até o dia 31/12/2022. A população e os servidores da educação não podem esquecer o que já passaram e estão passando nas mãos deste governador,

  • Coerência por favor! | Sábado, 28 de Dezembro de 2019, 19h43
    0
    2

    Qual é a nota para o governo Lula e Dilma, que quebraram esse país? E do seu colega deputado Alexandre César, filmado recebendo dinheiro no gabinete de Silval Barbosa?

  • naldo | Sábado, 28 de Dezembro de 2019, 16h06
    2
    4

    Como ainda existem idiotas, ignorantes, estúpidos, vomitando impropérios contra o PT! Vocês só podem ser simpatizantes da Famíglia Miliciana. A respeito, cadê o Queiroz?

  • Peixoto | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2019, 19h45
    9
    3

    Este governador vai cair com sua arrogância, é quem ele apoiar também

  • Alijar | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2019, 13h47
    1
    3

    População do mato grosso é tão medíocre.

  • julio | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2019, 12h33
    8
    7

    Esse ¨despistado¨não é aquele que foi candidato (ao executivo estadual e municipal) várias vezes sempre com os ¨tralhas¨Silval e Riva da vida? E agora vem possar de bacana?

  • Denilza | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2019, 11h14
    13
    6

    NESSE 1°ANO MAURO MENDES GOVERNOU PARA ATENDER OS INTERESSES DOS BARÕES E AINDA LANÇOU UM PACOTE DE MALDADES CONTRA OS SERVIDORES APOSENTADOS E DA ATIVA E TAMBÉM APOIADO PELA MAIORIA DOS DEPUTADOS.

  • Edmilson | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2019, 10h52
    7
    7

    ah é ?? defende os interesses da classe trabalhadora , por que entao não fez na época do seu tio Mula ???

  • Gladston | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2019, 08h38
    10
    7

    Deixa eu me localizar aqui Lúdio. Quer dizer que o governador só atendeu interesse de milionários este ano, né? Então devo entender que o ex presidiário petralha recebeu benefícios do governo do estado, também??? Por que depois de tamanha roubalheira praticada por ele e sua quadrilha, chamá-lo de milionário é pouco!

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