Executivo

Segunda-Feira, 18 de Janeiro de 2010, 19h:02 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Palácio Paiaguás

Antes de deixar o cargo, Maggi impõe limites aos gastos do staff

    O governador Blairo Maggi (PR), que deve renunciar ao cargo em abril para se dedicar à pré-campanha ao Senado, resolveu impor limites e regras aos gastos do secretariado em 2010. Dois decretos foram publicados em Diário Oficial nos dias 11 e 14 deste mês, cujos textos tratam do contingenciamento dos recursos do Poder Executivo e da maior disciplina e rigor na aplicação dos mesmos este ano, bem como estabelece regras sobre a execução orçamentária e financeira do exercício deste ano.

   De acordo com o auditor-geral do Estado, José Botelho, agora os secretários e gestores que estão à frente dos órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive empresas públicas, sociedades de economia, deverão entregar até o dia 31 deste mês à secretaria de Planejamento uma planilha detalhada (empenho global ou estimativo) correspondente ao valor anual de todos os seus gastos contratados em andamento, inclusive os relativos aos serviços de natureza contínua, dívidas e custeio.

   “Os órgãos devem fazer esse levantamento de gastos para que Seplan empenhe o orçamento até 31 de janeiro. Essa é uma medida que visa fazer com que esse valor estimado de gastos com custeio e compromissos já assumidos seja imediatamente separado do orçamento, evitando com isso que se gaste o dinheiro destinado a pagar as contas e tolhendo qualquer ação que faça com que ao final de deste mandato a Lei de Responsabilidade não seja cumprida. Novos gastos só serão possíveis depois de submetidos à apreciação e aprovados pela Câmara Fiscal do Estado, que é composta pelas secretarias de Estado de Planejamento, Fazenda, Administração e Auditoria Geral do Estado”, explicou Botelho.

   As regras referem-se a gastos com pessoal, contratação de operações de crédito, endividamento, realização de despesas que se estenderão até o exercício seguinte (Restos a Pagar) e as chamadas transferências voluntárias. A síntese dessas regras é que o gestor não deixe dívidas, nem faça compromissos para serem honrados pelos gestores seguintes.

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Comentários (5)

  • Luisa Santiago | Terça-Feira, 19 de Janeiro de 2010, 11h21
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    Sr. Lucas, por acaso você é um dos SEGURANÇA DO HOMI?????? kkkkkkkkk Ou melhor, você concorda com a lei que PERMITE um ex representante do povo, que ganha (e muitissimo bem para isso) tenha esse tipo de beneméssia???????????? Mesmo após sair do Governo????? Carlos Bezerra não usa e jamais usou seus seguranças e foi governador, Senador etc... e tal.....

  • Sérgio | Terça-Feira, 19 de Janeiro de 2010, 06h11
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    Será que o governador está com medo que o vice (candidato), possa fazer uso da máquina pra tentar se eleger e acabe sujando o seu governo? Isso sim é confiança!Rsrsrs.

  • Carlos Magno | Segunda-Feira, 18 de Janeiro de 2010, 23h49
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    Bobo o Governador, né? Fica com uma Rua em Rondonópolis, todas as propriedades asfaltadas, 6 seguranças e quer limintar os gastos. Um exemplo de probidade!

  • lauro | Segunda-Feira, 18 de Janeiro de 2010, 22h46
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    Para de ser desenformado.. todos os Governadores tem direito a 6 seguranças após sua saida.. isso é uma lei de proteção

  • marcos | Segunda-Feira, 18 de Janeiro de 2010, 19h37
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    nao parece que o maggi esta preocupado com gastos para o estado,pois o mesmo fez uma lei para ter 6 segurancas particular apos a sua saida do governo,quem vai pagar tanto seguranca? nos contribuintes.

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