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Sábado, 02 de Fevereiro de 2019, 08h:20 | Atualizado: 02/02/2019, 08h:25

Rondonópolis

2º maior orçamento de MT, Rondonópolis deverá dispor de R$ 1 bilhão para 2019

Rodinei CrescêncioArteRdnews

Quadro Orçamento Rondonópolis

Neste ano, Rondonópolis dispõe de R$ 1 bilhão,  o  valor representa 7% a mais que o orçamento executado em 2018

Considerado o segundo maior orçamento do Estado, Rondonópolis (a 217 km de Cuiabá) contará com uma receita de R$ 1 bilhão este ano, 7% maior que em 2018, quando o Executivo contou com R$ 989 milhões. A maior parte dos recursos, o equivalente a 25,8% do total serão destinados à Saúde, enquanto que 17,9% serão aplicados em Educação, conforme estabelecido pela Lei Orçamentária Anual (LOA) 2019.

Os recursos para saúde somam R$ 273,6 milhões, 0,5% a mais que em 2018, quando foram R$ 272,2 milhões. Por outro lado, os recursos e despesas da Educação aumentaram 18,2%, passando de R$ 160,8 milhões em 2018 para R$ 190,2 milhões este ano.

Ao Poder Legislativo os recursos aumentaram 9,4% em 2019, passando de R$ 26,6 milhões em 2018 para R$ 29,2 milhões este ano. Também aumentou a quantidade de recursos que o prefeito Zé Carlos do Pátio (Solidariedade) utilizará diretamente com a administração do município, passando de R$ 49,9 milhões no ano passado para R$ 52,3 milhões este ano.

Com as obras e manutenção do urbanismo, as receitas e despesas também aumentaram 10,4% este ano frente ao balanço do ano passado, passando de R$ 88,2 milhões para R$ 97,4 milhões.

Na administração indireta, a maior expansão de receitas e despesas se dá com a previdência dos servidores inativos e pensionistas do município, que aumentou 52,5% este ano, passando R$ 31,6 milhões em 2018 para R$ 48,2 milhões em 2019, conforme projeção da LOA.

No setor de saneamento, o Executivo planeja um incremento de 19% nas receitas e despesas, passando de R$ 140,8 milhões para R$ 167,6 milhões entre 2018 e 2019, respectivamente.

Zé do Pátio tem enfrentado diversos embates para administrar o Poder Executivo, principalmente à forte articulação da oposição de nove vereadores, conhecidos como o grupo dos nove. Também já sofreu desgastes com o vice-prefeito Ubaldo Barros (sem partido), que critica publicamente o modelo centralizador de gestão adotado por prefeito.

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