Executivo

Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 11h:50 | Atualizado: 12/01/2019, 11h:52

DÉFICIT

Em nota, governo elenca medidas contra a crise e pede a confiança de fornecedores

Rodinei Crescêncio

Mauro Mendes

Governador Mauro Mendes durante discurso na cerimônia de posse do seu secretariado, em 1º de janeiro, na Capital

Diante de uma situação de quase insolvência, o governador Mauro Mendes pediu um voto de confiança aos fornecedores do Estado. Por meio de nota, o democrata ressalta que assumiu o governo em 1º de janeiro com R$ 3,9 bilhões de restos a pagar.

Para tentar conquistar a confiança dos fornecedores e evitar que a situação do Estado piore, com a suspensão de serviços essênciais, por exemplo, Mauro lista um série de medidas que já adotou, como o envio de um pacote de projetos para ser votado pela Assembleia.

"Entre as medidas estão o corte no número de cargos comissionados, de gratificação e contratados; a redução de 24 para 15 no número de secretarias e a extinção de seis empresas públicas; a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, que estabelece normas de finanças públicas que propiciarão a contenção do déficit financeiro, reequilíbrio entre receitas e despesas e recuperação da capacidade de investimento público; estamos propondo também o aumento na contribuição do setor do Agronegócio, com o Novo Fethab, bem como outros ajustes na Tributação para a elevação da receita. Iremos implementar um gigantesco programa de combate à sonegação fiscal", afirma trecho da nota.

Segundo Mauro, tais medidas visam o reequilíbrio financeiro do Estado, com a contribuição de todos os setores da sociedade. A expectativa é que, se tudo for aprovado na Assembleia, o Paiaguás possa dar início ao processo de reorganização das contas públicas, com a entrada de mais recursos financeiros nos cofres do Estado e a diminuição dos gastos públicos.

"Queremos demonstrar aos senhores que estamos trabalhando para criar todas as condições necessárias para estancar o crescimento dos restos a pagar e dar início ao processo de quitação dos débitos, para que a população não sofra com a interrupção dos serviços públicos", completa.

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Comentários (5)

  • rogerio | Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2019, 09h00
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    rogerio, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Júlio | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 22h33
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    Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para: V - reorganizar as finanças da unidade da Federação que: b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei; VII - assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996) e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde." Observa-se que o Estado de Mato Grosso descumpriu reiteradamente regras constitucionais sob a direção do Secretario da Fazenda Rogerio Gallo que enseja a intervenção federal no estado, com a decretação de um interventor para administrá-lo, de preferência alguém idôneo sem histórico de sociedade com criminosos ou declarações suspeitas de falência para justificar o inadimplemento das obrigações trabalhistas.

  • Rocha | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 17h05
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    Kkkk tá de sacanagem!!! Paga os fornecedores logooo

  • Albino Pfeifer Neto | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 16h35
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    Bom pode começar acabando com os incentivos fiscais de100%. Incluindo a Bimetal, empresa dele próprio.

  • Servidor | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 13h15
    3
    2

    Com tudo isso, ele aumentou o expediente administrativo nós órgãos públicos que foi medida anterior para diminuir gastos. Passou de 6h para 12h, só o dobro. Muito estranho, haja visto já haver estudo comprovamdo que deu certo o decreto anterior. Poderia ao menos voltar a 8h de expediente como sempre foi, seria economia para o Estado.

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