Executivo

Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 07h:39 | Atualizado: 09/06/2014, 18h:24

Segurança

Governo apresenta contraprosta ao PMs; categoria não descarta greve

PMs e bombeiros se reúnem 2 dias antes da Copa, nesta terça (10), para decidir se vão cruzar os braços às vésperas dos jogos mundiais ou não. Eles reclamam do descaso do Governo que teria desmarcado reunião de negociação que ocorreria na sexta (6) com o governador Silval Barbosa (PMDB), sob a justificativa de que os secretários da Casa Civil, Pedro Nadaf e de Administração, Pedro Elias, viajaram.

Conforme o presidente da Associação dos Oficiais (ASSOF), major Wanderson Nunes, o prazo final dado pela classe era sexta. O Palácio Paiaguás, por sua vez, remarcou a agenda para esta segunda às 10h, o que provocou insatisfação. “Se hoje não resolver nada, amanhã faremos assembleia para deliberar se aceitamos ou não, se paramos ou não”, ressalta.

Os PMs e bombeiros se reúnem no Hotel Fazenda Mato Grosso às 14h e prometem que, se a decisão for pela greve, o discurso será unificado e a paralisação deverá ser cumprida integralmente por todos os militares. 

A categoria, formada por 6,5 mil PMS e 900 bombeiros, reivindica, em especial, a progressão horizontal que não existe na PM. Esta leva em consideração o aperfeiçoamento e estudo dos profissionais. Eles também pleiteiam a equiparação salarial com a Polícia Judiciária Civil. Para se ter uma ideia, o salário inicial, bruto, de um PM é de R$ 2,3 mil e líquido R$ 1,7 mil. Já o de um escrivão e investigador  da PJC é de R$ 2,9 mil. 


  Às 18h10 - Governo apresenta contraprosta ao PMs; efetivo avalia, mas não descarta greve 

Após 8 horas de reunião com Silval, os representantes dos PMs e bombeiros saíram com uma contraprosta que será avaliada amanhã (10), a partir das 14h, em assembleia no Hotel Fazenda Mato Grosso. O presidente da ASSOF, major Wanderson Nunes, afirma que a greve durante a Copa não está descartada, mas ressalta que qualquer decisão será submetida a avaliação da categoria. "Eu vejo com bons olhos a contraproposta, mas aguardo a decisão da categoria para anunciar qualquer posicionamento", garante. 

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Comentários (8)

  • Rose | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 21h47
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    Ola Marcio vc não é PM é? Pq se fosse saberia q a maioria dos soldados hj já tem nivel superior ou estão cursando, o q não faz sentido é a PM trabalhar igual a um burro d carga e n ser reconhecido por td q faz e ainda o SD q n tiver nível superior com certeza vai correr pra fazer..

  • Pedro Antonio | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 20h49
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    A população precisa do trabalho das duas polícias. Ambas merecem ganhar bem para empenharem mais na defesa da banda boa da população. Isso deve ser conseguido sem ameaçar a população com greve e sem apontar dedo para outro aflorando a rivalidade. A PM de Pernambuco levará uma década no mínimo para recuperar a confiança da população já que a impressão que se teve foi uma autorização implícita para a bandidagem agir contra a população desarmada e desprotegida. Como é que de uma hora para outra, poderão dizer: chega, não poderão mais roubar? Quem irá reparar o prejuizo da população? A greve é contra a população desarmada, os políticos tem segurança paga pelo povo e não estão nem aí para a greve não será a população sem representação e sem voz que irá conseguir aumento. Deve haver outra forma de reivindicar sem que seja essa ultrapassada e ineficaz greve que pune duramente o cidadão honesto já sacrificado para manter a máquina estatal ainda mais as quadrilhas e assaltantes que se multiplicam durante a greve.

  • marta | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 19h45
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    governador orgulhoso, , soldado vai dar e receber tiro de bandido por 1.900 reais? ta louco, toma vergonha governador trate a policia de mt como voce tratou a copa , conversa fiada que não tem dinheiro....

  • Ibrahim Ibrahim | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 17h55
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    Em nenhum momento na história do Brasil, algum governante teve boa vontade e interesse político em atender as reivindicações da classe policial militar e dos bombeiros militares por mais justas que fossem. Não seria diferente em Mato Grosso, certamente. O que temos na prática é o tradicional jogo de empurra, como se diz, quando se protela ao máximo alguma decisão governamental que já deveria ter sido tomada há muito tempo. Assim, enquanto isto, os policiais militares ficam relegados ao esquecimento, suas vidas e de suas famílias ficam relegadas ao esquecimento, para ser mais específico. Isto é INADMISSÍVEL, não pode ser aceito de forma alguma. Por outro lado, a PM e Bombeiros estão compartilhando um momento histórico, pois NUNCA ocorreu na história de MT o momento de UNIÃO de praças e oficiais focando um objetivo comum para todos da corporação, como é visto agora. Pela primeira vez todos unidos, todas as associações representativas juntas no embate unificado para vencer a desídia, a falta de interesse, o descaso e o esquecimento seculares que todos os governantes fizeram questão de manter em desfavor da PM e Bombeiros neste Estado. Os PMs e Bombeiros são bravos cumpridores da Lei, mas a recíproca dos gestores públicos não é verdadeira, visto que protelam, desvirtuam as normas a seu favor e usam a pouca autoridade moral que lhes resta para impedir o que é de merecimento e direito dos PMs e Bombeiros, enquanto isto concedem vantagens salariais para outros segmentos do funcionalismo de MT, não se lembrando propositadamente do merecimento incontestável das corporações. Creio que a presente passagem vivenciada pelas corporações, pode ser considerada como um marco histórico para a sesquicentenária instituição militar, pois é o momento em que todos, sem distinção de posto ou graduação, exercitam o significado da unidade de objetivos, do real e benéfico espírito de corpo que tanto se apregoa na caserna, todos historicamente perfilados na luta por um foco único, sem divisões internas, diferentemente do que sempre acontecia, com praças e oficiais desligados do objetivo e geralmente em posições antagônicas, injustificadamente, criando uma divisão interna que enfraquece qualquer luta, divisão esta que era a satisfação de quem estava no poder, dentro da ótica de que é melhor dividir para reinar e era o que sempre acontecia com as corporações. Agora não temos isto, a união é a palavra chave do sucesso e o ponto principal da pressão que precisa ser feita sobre quem governa, pois com unidade e espírito de corpo não há como prosperarem o desinteresse e a evidente má vontade dos governantes. O caminho é este, sempre este, todos iguais na luta, pois a bandeira é comum, hoje, após mais de século, as corporações descobriram a força impactante que possuem para exigir o que é de direito e merecimento, sempre avante e unidos, assim vocês vencerão, NUNCA duvidem disto. NOBRE A MISSÃO DE SEGURANÇA!

  • Fatima | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 15h40
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    Greve ja desculpa esfarapada do Governador . deixa a copa ai sem policiais quero so ver ......

  • Antonio | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 15h19
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    Boa Tarde, Marcio a carreira militar iniciada na graduação de Soldado é de nível superior, então faz todo o sentido os PM e PC ganharem o mesmo, pois ambos são de formação superior.

  • Marcio | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 14h42
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    Na Policia Civil a carreira é para profissionais com nível superior, não faz sentido profissionais com nível médio como são os soldados da PM ganharem o mesmo que os que possuem formação superior.

  • saturnino | Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014, 13h25
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    gostaria de ver todos cruzando os braços em outubro na época das eleições

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