Executivo

Quinta-Feira, 18 de Abril de 2019, 15h:00 | Atualizado: 18/04/2019, 15h:08

Governo de MT

Mauro aposta na conclusão de obras para fixar a pecha de “bom gestor” público leia

Divulgação

Mauro Tribunal

Mauro apresentou números ao presidente do TJ, desembargador Carlos Albertor da Rocha 

Em um balanço preciso que demonstra a evolução das despesas e receitas do Estado, o governador Mauro Mendes (DEM) ganha popularidade no meio político e entre os chefes dos Poderes e órgãos independentes em razão das medidas que vem fazendo para garantir que a economia das contas públicas volte ao equilíbrio.

Mauro tem se colocado como o “bom gestor”, mesma imagem que utilizou para se eleger prefeito de Cuiabá, em 2012, e agora volta ao discurso do governador que segue para encerrar o primeiro quadrimestre de gestão. E para justificar o predicado, aposta na conclusão das 114 obras relançadas ou iniciadas no começo de abril, como forma de atestar a eficiência de seu governo. O montante representa 34% do total de obras inacabadas na infraestrutura e na educação. 

Em menos de 100 dias, o lançamento das obras foi um sinal de que apesar do desequilíbrio fiscal, o Executivo tem capacidade de fazer algo. Ao todo, o Estado empregará meio bilhão de reais para finalizar as obras de infraestrutura. R$ 100 milhões deste recurso veio do novo Fethab, aprovado em janeiro deste ano, no Pacto por Mato Grosso. 

No balanço intitulado “Mato Grosso, 2003 a 2018, o que aconteceu?”, que Mauro já apresentou a todos os Poderes e órgãos independentes, o quesito obras paralisadas ganha um destaque a parte. O governador diz que as consequências de uma gestão mal executada nos últimos governos resultou em 335 obras paralisadas só no setor de infraestrutura e educação. No bojo de dificuldade que Mauro diz estar enfrentando em seus primeiros meses de gestão está o atraso no pagamento de 11.424 fornecedores, cujo restos a pagar somam R$ 3,5 bilhões.

Na área de insfraestutura, setor que é considerado estratégico para garantir o desenvolvimento do Estado, existem 290 obras paralisadas, 23 mil km de rodovias estaduais sem asfalto, 2.166 pontes de madeira que precisam ser substituídas por pontes de concreto e 5 mil km de rodovias pavimentadas com problemas de manutenção.

Entre as rodovias mais problemáticas está a MT 220, com trecho sem asfalto após o trevo de Tabaporã (a 643 km de Cuiabá). Também sofrem por falta de pavimentação as MTs 492 e 249, que liga Nova Maringá a São José do Rio Claro.

Já as obras paradas na Educação somam 46 unidades, sendo que foram catalogadas 398 escolas em situações ruis ou precárias, com 52% da rede pública necessitando de reforma, onde se pratica um ensino que coloca o Estado em 21º lugar no Ideb do Ensino Médio entre as 27 unidades da federação.

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Comentários (1)

  • Anacleto de Campos Miranda | Sexta-Feira, 19 de Abril de 2019, 17h51
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    0

    Pecha?. Pecha é defeito moral; vício, falha, imperfeição. Estão dando bandeira

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