Executivo

Segunda-Feira, 01 de Junho de 2020, 19h:45 | Atualizado: 02/06/2020, 12h:40

POR VIDEOCONFERÊNCIA

Prefeitos de MT discutem com a bancada federal adiamento das eleições 2020 veja

Reprodução

Neurilan Fraga

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga (PL), articulou reunião com deputado federal Neri Geller para esta terça

 O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga (PL), solicitou ao coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso, deputado federal Neri Geller (PP), a realização de uma reunião por videoconferência entre os prefeitos e os parlamentares, para esta terça (2), às 10h, horário de Cuiabá.

O objetivo da reunião é falar sobre as eleições municipais e também tratar da proposta de emenda à Constituição PEC n° 19/20, de autoria do Senador Wellington Fagundes (PL). A matéria prevê a coincidência dos mandatos eletivos e a realização de Eleição Geral em 2022.

“Estamos convidando todos os prefeitos e prefeitas para participar desta videoconferência com os nossos parlamentares integrantes da Bancada Federal de Mato Grosso. É uma reunião de suma importância para os gestores neste momento”, adiantou Neurilan.

A proposta apresentada por Wellington busca dar segurança jurídica ao pleito eleitoral municipal previsto para este ano, mas que inevitavelmente deverá ser adiado em razão da calamidade pública desencadeada pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-9).

”Com efeito, cada vez mais, fica claro que os prazos eleitorais não conseguirão ser cumpridos sem colocar em risco eleitores, candidatos e a população em geral”, cita a justificativa da PEC.

Outra data

A grave pandemia do Covid-19 provocou a interrupção de inúmeras atividades, como os eventos e eleições no mundo inteiro, a exemplo das eleições municipais na França.

“Diante do inevitável adiamento das campanhas e do pleito, é melhor já definir outra data para que a justiça eleitoral, eleitores e candidatos consigam se planejar adequadamente” argumenta Wellington.

Ainda de acordo com a proposta, outro objetivo é aproveitar os recursos destinados pelo orçamento à Justiça Eleitoral na organização do pleito deste ano, e ao Fundo Eleitoral para o combate à pandemia. Isso porque, é notória a precariedade dos recursos públicos e assim já é possível liberar recursos previstos no orçamento para lidar com a calamidade pública reconhecida. O terceiro ponto é unificar definitivamente as eleições municipais com os pleitos estaduais e federais, de modo a economizar na organização pela Justiça e no fundo partidário, cujos gastos se restringirão a cada quatro anos.

 “A concentração das eleições permitirá economia aos cofres públicos e aos candidatos e eleitores, mobilizados com menor frequência”, justifica Wellington.

A proposta também tem a autoria de outros senadores. São eles  Telmário Mota (PROS-RR),   Rodrigo Pacheco (DEM-MG),   Maria do Carmo Alves (DEM-SE),  Marcelo Castro (MDB-PI),   Jayme Campos (DEM-MT),  Nelsinho Trad (PSD/MS),   Mailza Gomes (PP-AC), Zequinha Marinho (PSC-PA),  Mecias de Jesus (Republicanos-RR), Acir Gurgacz (PDT-RO),  Weverton (PDT-MA),  Major Olimpio (PSL-SP),  Elmano Férrer (Podemos-PI), Rose de Freitas (Podemos-ES),  Plínio Valério (PSDB-AM),  Confúcio Moura (MDB-RO),  Ciro Nogueira (PP-PI),  Izalci Lucas (PSDB-DF), Eduardo Gomes (MDB-TO),  Sérgio Petecão (PSD-AC), Zenaide Maia (PROS-RN), Alvaro Dias (Podemos/PR), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Irajá (PSD-TO), Omar Aziz (PSD-AM), Eliziane Gama (Cidadania-MA). (Com Assessoria)

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Comentários (5)

  • elias | Quarta-Feira, 03 de Junho de 2020, 13h27
    0
    0

    Pensar em formas de porem outras pessoas no caso de vacância como os presidentes das câmaras ou mesmo o juízes eleitorais. Muitos desses ai querem continuidade

  • Maria da gloria | Terça-Feira, 02 de Junho de 2020, 17h54
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    3

    Excelente ideia, unificar tudo de vereador a presidência... ótimo

  • Gutemberg Abreu | Terça-Feira, 02 de Junho de 2020, 09h24
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    prorrogar o mandato dos prefeitos além de ser inconstitucional estará usurpando o poder do povo, que votou para mandato de 4 anos, no máximo adiar a eleição para dezembro, diante da pandemia é o mais sensato. O congresso deveria era acabar com a reeleição e votar mandato de cinco anos. esse presidente da AMM não tem legitimidade par pautar o assunto porque ele mudou o regimento para se perpetuar no poder e com o apoio da maioria dos prefeitos. o senador Jaime está articulando a prorrogação para beneficiar a esposa. chega desse jogo rasteiro, o povo não aguenta mais.

  • Amaral antunes | Terça-Feira, 02 de Junho de 2020, 08h05
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    Bando de interesseiros, crapulas do dinheito publico. Esse fraga é a mais franca imagem do verme nocivo, usurpador de dinheiro publico empregado nocivo com dinheiro de todos nós. Eles sabem que ja está drfinido e o senadorzinho de rondonopolis vai pro estaleiro definitivo.

  • ILDO PEREIRA | Terça-Feira, 02 de Junho de 2020, 07h10
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    Tem que combinar com o povo e nao com quem sera beneficiado com a decisao, ou criar plataformas digitais para que o povo vote sem sair de casa, assim como criaram para o cadastro de pagamento de ajuda emergencial, inclusive podera usar o mesmo para votaçao, basta o TSE, querer.

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