Variedades

Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2017, 08h:10 | Atualizado: 20/10/2017, 16h:08

Após idas e vindas

Entrega do Prêmio MT de Literatura e lançamento dos vencedores acontece 4ª

Após algumas idas e vindas, com anúncio de lançamentos de algumas das obras durante a adiada LiteraMato, polêmicas com autores reclamando em mídias sociais, alguns desencontros na comunidade literária, relacionados a não saber quem promoveria a feira, o governo do Estado, por meio de sua secretaria de Estado de Cultura (SEC), finalmente confirmou para a noite da próxima quarta (25) a festa de entrega do 2º Prêmio Mato Grosso de Literatura, a ser realizada a partir das 19h30 no Salão Nobre Cloves Vetoratto, dentro do Palácio Paiaguás.

Os autores estarão presentes para realizar a tradicional noite de autógrafos das obras. A cerimônia será oficial e até mesmo a presença do governador Pedro Taques (PSDB) está prevista. Além dele, o titular da SEC, Leandro Carvalho, também aparecerá em meio aos autores premiados. Gente tão variada quanto uma menina de 16 anos (Helena Werneck, autora do volume de poemas Nu), um professor do IFMT (Luiz Renato Souza Pinto, autor de Gênero, Número, Graal, também de poesias), o escritor de fantasia de vinte e poucos anos e livro lançado na Europa (Victor Angels, autor de Mundo dos Sonhos, O Ferreiro e a Cartola) até os medalhões de sempre (Cristina Campos, de Papo Cabeça de Criança Travessa, vencedora na categoria infantil).

Gilberto Leite

Marcelo Ferraz Leite

Marcelo Ferraz teve insight para O Assassinato na Casa Barão em pesquisa no arquivo público

Na segunda edição do certame que enfim se encerra na quarta, foram realizadas 89 inscrições, dentre as quais foram selecionadas as 10 obras  contempladas com R$ 30 mil cada, perfazendo um total de R$ 300 mil em investimentos.

Todos os trabalhos selecionados são inéditos e se espalham em dois volumes de poesia, quatro em prosa (indo de contos a romances e crônica), duas na categoria revelação e duas na categoria infantojuvenil, novidade na segunda edição do prêmio.

As obras literárias inscritas nesta segunda edição do prêmio foram submetidas a duas comissões, a de habilitação e a de avaliação técnica, esta última composta por profissionais com títulos de mestres e doutores em literatura ou língua portuguesa (todos professores da Unemat). Cada projeto, informou a SEC, foi avaliado por três pareceristas, como a professora doutora Vera Lúcia da Rocha Maquês, Agnaldo Rodrigues da Silva, membro da Academia Mato-grossense de Letras, e o também professor doutor Dante Gatto.

Esclarecimento

Agendada para acontecer no dia 21 de outubro, durante a LiteraMato, a cerimônia do Prêmio de Literatura foi remarcada para o dia 25 de outubro após o cancelamento da feira literária. A SEC ressaltou que a Literamato não era um evento organizado pela secretaria, mas apenas foi "convidada a realizar a cerimônia de premiação dentro da feira por se tratar de um evento literário de grande proporção que daria visibilidade maior aos autores e suas obras. Assim como os escritores e a sociedade em geral, a SEC foi surpreendida com o cancelamento da LiteraMato e, a partir deste momento, se mobilizou para cumprir com a realização da cerimônia o mais breve possível".

Manter o lançamento para o dia 21 de outubro não foi possível devido às inúmeras providências necessárias para a organização de um evento desse porte e importância para a literatura regional, continuou a comunicação da SEC. Dessa maneira, a solenidade foi remarcada para o dia 25. 

Confira os vencedores da segunda edição do prêmio MT de Literatura

Gênero, número, Graal, de Luiz Renato Souza Pinto

A obra reúne 85 poemas que atravessam os anos de 1990, 2000 até a década atual e é dividido em cinco partes: sinto, corpo, neutro, azul e face. Cada uma dessas palavras é componente do Poema do Ato Final, que aparece nas páginas centrais. Esse poema foi publicado na revista Vôte nos anos 1990.

Luiz Renato Souza Pinto é autor de Cardápio Poético (1993), dos romances Matrinchã do Teles Pires (1998), Flor do Ingá (2014) e, em parceria com o pernambucano Carlos Barros, Duplo Sentido (2016), este último de crônicas.

Entraves, de Divanize Carbonieri

Entraves é composto de 30 poemas, todos escritos ao longo de 2016. Esse também é o título de um poema individual que concentra, de forma mais intensa, uma das principais temáticas exploradas durante todo o livro e que envolve as noções de empecilho, obstáculo, dificuldade. Além da temática, a própria concepção poética é marcada por essas ideias, constituindo uma espécie de “poesia em traves”. Os poemas são elaborados com uma linguagem simbólica hermética, sendo caracterizados por certo travamento na leitura e no que seria a produção de significados diretos. "O leitor é convidado a oferecer as chaves que abrirão as travas do discurso poético, possibilitando uma multiplicidade de leituras. Os poemas possivelmente ainda podem ser entendidos como verdadeiros aforismos, invocando uma reflexão filosófica a respeito de diversos aspectos da vida, como sua finitude, sua relação com a morte e com a coexistência/oposição entre corpo e espírito", consta no texto de divulgação do livro.

Divanize Carbonieri é doutora em letras pela Universidade de São Paulo e professora de literaturas de língua inglesa na Universidade Federal de Mato Grosso. No campo acadêmico, é autora de A Compensação da Imobilidade em Nuruddin Farah (EDUFMT, 2013), além de diversos artigos em periódicos especializados em estudos literários. É escritora e poeta, foi uma das selecionadas na categoria poesia do 3º Concurso Lamparina Pública, organizado pela editora Lamparina Luminosa, com o projeto Furagem (no prelo). Entraves é seu primeiro livro publicado de poemas.

Os Mesmos, de Teodorico Campos de Almeida Filho

Acervo Pessoal

Teodorico Campos de Almeida Filho

Diamantinense, Teodorico de Almeida não vê dificuldade em escrever porque usa a angústia como combustível 

"É uma obra incomum por retratar o comum de maneira inteligente, sem abrir mão da sensibilidade na análise das questões inerentes as seres humanos. As lutas existenciais, tão comuns nestes tempos angustiosos, a impotência diante do inesperado, leva o leitor a desacreditar de melhores dias", está na contracapa do livro.

“Acreditar é o que nos resta. E o livro nos traz essa certeza através da candura resiliente do Canguçu, o personagem principal. Renascer a cada dia é o caminho a trilhar. Mesmo chicoteado pela vida, Canguçu prossegue a marcha, buscando encontrar-se, pois a felicidade pode estar em outros dias aonde a sua imaginação o levaria. Na jornada, por breves instantes, como fagulhas ao vento, sentimo-nos felizes como se assim fôssemos por todo o sempre. Esses peculiares momentos valem por uma vida. São bálsamos aplicados nas mataduras causadas pelas cangalhas do tempo. Porém, amargurados prosseguimos, frustrados pelas decepções. Nessa jornada existencial, é indispensável ser, lutar até vencer, na vida ou a vida, chorar e morrer”, diz o autor. 

Teodorico Campos de Almeida Filho é mato-grossense de Diamantino. É graduado em marketing e pós graduado em Auditoria no Setor Público e acadêmico do curso de direito na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campus de Diamantino. É autor de Ruínas do Caixa Prego e Tristes Ais.

O Assassinato na Casa Barão, de Marcelo Leite Ferraz. Trata-se de uma crônica ficcional – em formato de um romance – que narra uma série de acontecimentos misteriosos que vêm abalando as estruturas sociais e institucionais de Mato Grosso. Ferraz tece uma teia secreta de mistérios que provocam uma redoma impactante de acontecimentos sucessivos na vida do protagonista da trama. Ele busca, assim, envolver o leitor a se envolver na narrativa. Para isso, o escritor se utilizou de um personagem central cativante e ao mesmo tempo inquietante, que traz à tona o perfil de um jornalista com o DNA próprio do repórter investigativo. E desta maneira virtuosa e singular, misturando ficção com vestígios de realidade, o autor nos leva ao excitante e enigmático submundo da investigação policial e jornalística.

Marcelo Leite Ferraz nasceu em Cuiabá. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Em 2013 foi um dos vencedores do Concurso Literário Prof. Sérgio Dalate, ofertado pela UFMT, na categoria conto e em 2017 foi contemplado pelo Prêmio Mato Grosso de Literatura por este O Assassinato na Casa Barão. Além destes, o autor já escreveu outros seis livros, sendo eles uma coletânea de poesias, denominada Pássaros sem Destino (2017); uma coletânea de crônicas e artigos, com os temas correlacionados à política, economia, cultura e filosofia (2017); os romances A Cidade dos Poetas de Sião (2009); Benjamim e Hannah (2015) e A Locomotiva dos Sonhos (2016). Além de uma monografia intitulada A Comunicação Intertextual da Cultura Judaica na Sétima Arte.

Acervo pessoal

Afonso Henrique Alves

Afonso Alves começou a escrever ficção há apenas 10 anos e hoje mora nos Estados Unidos

Contos do Corte, de Afonso Henrique Rodrigues Alves

Segundo o texto de divulgação do livro, o enigma que nos propõe Afonso nestes contos passa macunaimicamente pelos sucessivos cortes entre as partes do livro e a própria diversidade dos contos. “Em Afonso, tanto a memória como o conhecimento, tanto a imaginação quanto a realidade se imbricam e formam uma escrita densa e ágil que salta ou segue ao sabor da aventura literária”, diz o poeta e escritor Aclyse de Mattos. Segundo o autor, Contos do Corte traz reflexões sobre a brevidade da vida, colocando ênfase em momentos cruciais. A maioria das histórias de Contos do Corte nasceu em sonhos ou depois de meditação.

Afonso Henrique Rodrigues Alves nasceu em Rondonópolis. Cientista social pela UFMT, atualmente é estudante de Cyber-Security no Centro Thomas Nelson, em Williamsburg (EUA). Começou a escrever aos 21 anos, quando trabalhava com a crítica de arte Aline Figueiredo, em seus cursos de história da arte. Vivendo entre amigos da área cultural e filosófica, lendo as obras de Kafka, Nietzsche, Ledo Ivo e Heidegger, vivia o seu tempo de muitas buscas em diferentes platôs. Começava a se apaixonar por Hatha Yoga, meditação, pela busca do silêncio interior.

As Intermitências da Água, de Fernando Gil Paiva Martins

Narra a história de uma cidade que passa por um fenômeno atípico de muita chuva em excesso seguido de seca em igual escala. Diante dos extremos causados pela natureza, a condição humana se põe à prova em muitos desafios e, acima de tudo, escolhas. Com isso, muitos terão que decidir o seu presente e, logo, também o seu futuro. O que cada um escolhe para si é um mistério que se revela a cada página, a cada gota que não cai a cada quilômetro percorrido.

Fernando Gil Paiva Martins nasceu em Itumbiara (GO) e mora em Mato Grosso há mais de 15 anos. Graduado em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso e mestre em Estudos de Cultura Contemporânea pela mesma instituição, atua como professor de idiomas e tradutor nas horas em que não está escrevendo. Começou a escrever histórias aos sete anos. Não parou desde então. Em 2010, aos 23 anos, publicou seu primeiro romance independente chamado Sonora.

Categoria infantojuvenil

Papo Cabeça de Criança Travessa, de Maria Cristina de Aguiar Campos

Inspira-se nas coisas surpreendentes que as crianças dizem de modo espontâneo. A autora as foi registrando num caderninho que sempre carrega consigo e também inventou algumas situações, dando ouvidos e vazão à sua própria criança interior. As situações registradas revelam, de modo lúdico, a potência inaugural da palavra poética através de hipóteses surpreendentes que o ser humano elabora na fase de aquisição da linguagem e (re)conhecimento do mundo.

Cristina Campos é graduada em letras (UFMT, 1983); especialista em língua portuguesa (UFMT, 1983), semiótica (UFMT, 1994) e semiótica da cultura (UFMT, 1995); mestra em eucação (UFMT, 1998); e doutora em Educação (USP, 2007). É membro da Academia Mato-grossense de Letras, ocupando a Cadeira 16. Lecionou língua portuguesa e literatura brasileira no IFMT – campus Cuiabá; aposentou-se em 2013. É autora das seguintes obras: Pantanal Mato-grossense: O Semantismo das Águas Profundas (Cuiabá: Entrelinhas, 2004); Conferência no Cerrado (Cuiabá: Tanta Tinta, 2008); Manoel de Barros: o Demiurgo das Terras Encharcadas (Carlini & Caniato, 2010); O Falar Cuiabano (Carlini & Caniato, 2014); e Bicho-grilo (Carlini & Caniato, 2016). É organizadora e revisora de diversas publicações.

Gilberto Leite

victor angels_gilberto leite (16).jpg

Escritor Victor Angels (vencedor infanto-juvenil) 

Mundo dos Sonhos, O Ferreiro e a Cartola, de Victor Hugo Machado dos Anjos. Salvar o mundo dos sonhos. Essa é a missão confiada à pequena Rita. Depois de aceitar a proposta de um desconhecido, após encontrar uma cartola caída em seu quintal, Rita decide salvar um mundo onde tudo pode acontecer, somente para ter o seu irmão mais novo e sua mãe de volta em casa. Mal sabe ela quais mistérios a aguardam nessa jornada, diz a sinopse da obra.

"Os nossos sonhos. Afinal, por que sonhamos? E se algum dia deixássemos de sonhar porque esse mundo paralelo à nossa realidade estivesse sendo ameaçado? Não seria nada agradável dormir durante a noite sem poder sonhar com os nossos maiores desejos. É por isso que o Ferreiro do Mundo dos Sonhos decide recorrer à ajuda de uma menina de dez anos chamada Rita. Até porque existe apenas uma maneira de salvar o Mundo dos Sonhos. Basta acreditar", está escrito no prefácio do livro.

Victor Angels é o autor da série de romances Alquimistas Espirituais, cujo primeiro livro O Alquimista Imortal & O Perfume da Princesa foi publicado em Portugal. Nascido em Cuiabá, o autor é licenciado em artes cênicas e graduado em marketing. É apaixonado por fotografia, livros de ficção fantástica e cinema. Mundo dos Sonhos -- O Ferreiro e a Cartola é seu primeiro livro infantojuvenil.

Categoria revelação

Nu, de Helena Werneck dos Santos

O livro Nu, da escritora adolescente Helena Werneck dos Santos, de Cuiabá, é um compêndio com 80 poesias inéditas. Apesar de ter 17 anos, Helena é uma escritora contumaz. Desde que aprendeu a ler e escrever, demonstra amor pelos livros e, justamente na adolescência, o desejo de escrever poesias aflorou. O livro é apresentado pela escritora Lucinda Persona, um dos ícones da literatura mato-grossense, e é de fato uma revelação no mundo literário local. Para Lucinda, “as elaborações de Helena provocam, a cada trecho, um pausado espanto, pela adolescência dos tons ao lado de uma maturidade afetiva angustiada. Seria o caso de se dizer que na claridade juvenil perpassa a sombra da angústia”.

Acervo pessoal

Helena Werneck Premio MT Literatura

Com apenas 16 anos, poetisa Helena Werneck já ganhou prêmio MT de Literatura

Helena Werneck dos Santos, nasceu em 4 de maio de 2000, em Cuiabá. Cursa o Ensino Médio no Instituto Federal de Mato Grosso. É vestibulanda e convive com a ansiedade e as angústias da escolha tão presentes nos jovens de sua geração. Os poemas de Nu foram escritos em 2016, quando vivia os dilemas dos seus 16 anos.

“Minha mãe lia para mim desde criança. Isso me levou ao gosto pela literatura e poesia bem cedo. Eu sempre escrevi muito. E aí chegou um momento em que percebi que eu gostava muito mais de escrever poesia do que das outras coisas. Ela traduz momentos que vivi”.

Tikare, Alma de Gato, de Alexandre Marcos Rolim de Moraes. Conta a história de um pequeno índio da etnia Paresi-Aliti que habita o imenso Chapadão do Parecis. O indiozinho, de 14 ou 15 anos, vive momentos de aprendizado de sua própria cultura, costumes, tradições e mitos de seu povo, repassados tradicionalmente de forma oral de geração para geração.

O enredo se desenvolve em uma aldeia imaginária na cabeceira de um rio na primeira metade do século XVIII, onde reina a paz e tranquilidade entre os indígenas coletores, caçadores e pescadores. De repente, em meio a essa paz, o reino dos Haliti é surpreendido pela chegada dos não-índios, bandeirantes que estavam em busca de riquezas minerais e mão-de-obra escrava para trabalhar nas jazidas de ouro e diamante. Tikare, o pequeno índio, se vê em meio a ocorrências que podem transformar a história de seu povo para sempre.

Alexandre Rolim é mato-grossense de Tangará da Serra. É autodidata, repórter de jornais, sites, rádio e TV desde 2004, ator e diretor de teatro. Embrenhou-se na escrita incitado pelos livros que devorou nas bibliotecas das escolas por onde passou, influenciado por professoras de língua portuguesa e pelas experiências com a comunicação.

Como repórter do Diário da Serra, em Tangará da Serra, foi autor de diversos textos publicados nos livros Memória, produzido pelo jornal em 2012 e 2013.

Projetos do Teatro Ogan, de Campo Novo do Parecis, e da Biblioteca Nacional o levaram para as aldeias Paresi-Haliti, onde o autor teve contato com a cultura, as tradições, os costumes e os mitos do povo Paresi-Haliti. Atualmente, o autor é acadêmico do Curso de Letras da Unemat de Tangará da Serra. (Com Assessoria)

Postar um novo comentário

Comentários

  • Comente esta notícia

Matéria(s) relacionada(s):

Professor terá desempenho avaliado

marioneide 400 curtinha   Professores da rede pública estadual agora vão passar por avaliação de desempenho tanto para fins de progressão funcional quanto para atender a uma série de novas exigências. A secretária de Educação, professora Marioneide Kliemaschewsk (foto), já...

O pinóquio de antes, o aliado de hoje

wilson santos 400 curtinha   Wilson Santos (foto), hoje deputado pelo quarto mandato, está levando porrete de todo lado pela decisão de entrar na base do Governo Mauro Mendes, seu então adversário político dos últimos 15 anos. Ambos, que se enfrentaram nas urnas duas vezes, uma a prefeito e outra para...

França, convite do Pode e suspense

roberto franca 400 curtinha   Roberto França (foto), que exerceu vários mandatos eletivos, entre eles de vereador e de prefeito de Cuiabá, ficou empolgado com o convite para se filiar ao Podemos, inclusive com abertura para concorrer novamente ao Palácio Alencastro. Para evitar conflitos, antes de fazê-lo, o...

Neurilan critica Pivetta e faz campanha

otaviano pivetta 400 curtinha   Em discurso em Tangará da Serra, num evento promovido pela AMM que serviu de palanque eleitoral, Neurilan Fraga disparou críticas ao vice-governador Pivetta (foto), que também pretende concorrer ao Senado. Disse que Pivetta não aceita nem discutir o valor repassado hoje aos...

Evento da AMM para pré-candidatura

neurilan fraga 400   Neurilan Fraga (foto), que aproveita o trunfo de presidente da AMM para tentar projeção política, insiste na pré-candidatura ao Senado, mesmo com a filiação oficial ao PL fora do prazo exigido pela legislação, o que ensejará no indeferimento do registro. E...

Selma, carreata e "ciúmes políticos"

selma arruda 400 curtinha   Quem vê Selma Arruda (foto), senadora cassada por crimes eleitorais, e o ex-senador e federal José Medeiros afinados no Podemos, nem imagina que no pleito de 2018 ela optou por distanciá-lo motivada simplesmente por "ciúmes políticos". Selma carregava o slogan de "Senadora de Bolsonaro"....

ENQUETE

facebook whatsapp twitter email

Sobre a senadora Selma Arruda, que teve mandato cassado por caixa 2 e abuso de poder econômico, você acha que ela foi...

ingênua

corrupta

não sei

Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de um mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.