Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2011, 09h27
Cuiabá
Aterro sobrevive até março e Sanecap "improvisa" solução


   Com o aterro sanitário de Cuiabá prestes a atingir sua capacidade máxima, a Sanecap ainda não tem previsão de quando uma solução definitiva para o problema será adotada e improvisa uma medida emergencial. A alternativa que vem sendo estudada é a abertura de mais uma célula ao lado do aterro já existente, mas o projeto ainda depende do licenciamento ambiental expedido pela secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema).

   De acordo com o diretor técnico da Sanecap, o engenheiro Jacirio Maia Roque, o licenciamento ainda não foi emitido porque a Estação de Tratamento de Esgosto (ETE) Dom Aquino, onde o chorume será tratado, ainda precisa passar por correções. As adaptações seriam necessárias, porque os técnicos pretendem diluir o líquido proveniente do lixo junto com o esgoto doméstico. Para isso, estudam a possibilidade de construção de tanques próprios para essa manobra.

   Perguntado sobre quando o novo espaço deve ficar pronto, o engenheiro disse que "o prazo é a necessidade da demanda, já que o aterro deve suportar receber mais lixo até março". Esta é a segunda célula emergencial que a Sanecap abre. A primeira foi implantada em meados de 2010 e já está prestes a se esgotar. O aterro atende aos mais de 530 mil habitantes da Capital, que produzem uma média diária de 500 toneladas de lixo.

   O aterro sanitário de Cuiabá conta com uma área de aproximadamente 15 hectares e fica localizado na estrada Balneário Letícia, no Sítio Quilombo, há cerca de 20 quilômetros do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. Apesar da Prefeitura de Cuiabá já ter encaminhado à Sema três possíveis locais para construir o novo depósito, que resolverá problema, a localização ainda não foi definida. A previsão, contudo, é que a área escolhida seja ao lado do aterro que já existe.


Fonte: RDNEWS - Portal de notícias de MT
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