Terça-Feira, 04 de Dezembro de 2007, 21h40
VARIEDADES
Policiais protestam em frente ao prédio de Maggi


  Após decretar greve geral, um grupo de investigadores e agentes da Polícia Civil começam a fazer protesto nas ruas de Cuiabá. Eles usam viaturas da própria instituição. Neste momento, vários viaturas, com cirenes acionadas, fecham a rua que dá acesso ao edifício Rio Sena, onde reside o governador Blairo Maggi. O barulho encomoda a vizinhança.

    Durante o dia, os grevistas chegaram a "sitiar" o Palácio Paiaguás. Eles se mostram revoltados com o governador, mas principalmente com o secretário de Administração, Geraldo de Vitto, por ignorar suas reivindicações, entre elas de estrutura e reposição salarial.  A manifestação começou em frente à sede da Polícia Civil, durou todo o dia e se estendeu para as ruas e nas delegacias. Com viaturas, estão interditando as ruas, o que oferece perigo no trânsito.

(Às 21h50) - Manifestantes deixam o prédio

   O protesto dos agentes policiais e investigadores de polícia durou poucos minutos em frente ao prédio do governador Maggi.

(Às 22h05) - Maggi manda investigar uso de viaturas

   O governador Blairo Maggi disse, em entrevista ao apresentador Roberto França, do Resumo do Dia, da TV Rondon (Rede TV!), que considera democrática a manifestação, mas não acha correto o uso de viaturas por parte de policiais e agentes grevistas em manifestações, como a que ocorreu nesta noite em frente ao seu apartamento. Segundo ele, foram usadas mais de 50 viaturas. "Entendo que ultrapassaram a regra da boa convivência. Não vou deixar que um grupo de pessoas interfira na vida dos cidadãos", reagiu Maggi.

    Na avaliação do governador, as categorias foram contempladas com reajuste salarial e com classificação de carreira e se o Estado vier a atender as reivindicações, teria de aumentar a folha em R$ 60 milhões, o que comprometeria as finanças. "O debate com o governo está encerrado. Vamos ver para os próximos anos, se a arrecadação melhorar. Temos que ter responsabilidade e não fazer o que algumas categorias querem".


Fonte: RDNEWS - Portal de notícias de MT
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