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  • 18h:56

    A audiência é encerrada. O juiz Marcos Faleiros abriu prazo de 10 dias para que as defesas dos coronéis Lesco e Zaqueu encaminhem documentos com as informações da colaboração que eles pretendem fazer.

  • 18h:53

    "A única questão falada aqui que eu não tenho provas concretas, notas fiscais e prestações de contas, é o caso da verba secreta. E mesmo nesse caso, eu dei o caminho passo-a-passo para se chegar a isso. Em todos os outros casos eu entreguei provas", indicou.

     

  • 18h:48

    Ao responder perguntas de seus próprios advogados, o cabo Gerson inocenta o tenente-coronel Januário Edwiges Batista. "O coronel Januário foi denunciado não sei por qual motivo. Ele não tinha qualquer conhecimento. Em que pese ele ser meu coordenador militar em 2015 no Gaeco, ele não tinha qualquer conhecimento em relação a isso", declarou.

  • 18h:38

    "A instituição é maior que as pessoas. Tenho certeza que o órgão Gaeco é maior que promotor x ou y. A minha instituição, a Polícia Militar, que está nos quatro cantos do Estado, ela foi jogada na lama. Nenhuma instituição sofreu tanto quanto a PM. Vamos respeitar as instituições. Eu citei pessoas aqui. O Gaeco vai continuar a existir. A PM ficou dois anos passando por uma turbulência, mas sobreviveu", disse Gerson ao quebrar o silêncio.

  • 18h:29

    Gahyva pergunta se o cabo Gerson tem consciência de que poderia estar sendo usado para pedidos de anulação de operações conduzidas pelo Gaeco. Gerson fica em silêncio. O promotor insiste. "Eu até queria responder, mas não vou, não", diz Gerson. Em seguida ele revela que está anotando as perguntas no papel.

  • 18h:24

    O promotor segue fazendo perguntas sobre as placas Wytron utilizadas nos grampos, sobre participação dos demais militares nas escutas, e outros assuntos relacionados ao caso. Gerson silencia e faz anotações em um dos diversos papéis sobre a mesa.

  • 18h:09

    Depois de uma discussão acalorada entre o promotor Vinícius Gahyva e o cabo Gerson, o réu passa a ficar em silêncio em relação às perguntas do Ministério Público.

  • 18h:08

    O promotor responde: "Em momento nenhum eu fiz defesa de qualquer pessoa. Eu fiz defesa da lei e de instituições. Apontar que isso é praticado pelo Ministério Público, pela Polícia Militar, ou qualquer outra instituição... não. São pessoas que cometem crimes".

     

  • 17h:31

    O promotor Vinícius Gahyva questiona Gerson em relação a uma "manobra jurídica" citada por ele, supostamente realizada pelo ex-governador Pedro Taques, para tirar de Mato Grosso as investigações, em 2017. Após alguma insistência do membro do MPE, o cabo rebate: "O quê é isso doutor? Estou estranhando o senhor defendendo o ex-governador Pedro Taques".

  • 16h:49

    O cabo tenta justificar o porquê de participar do esquema, mesmo sabendo da ilegalidade. "Lealdade, lealdade, lealdade. Não tem outra palavra. Eu não ganhei nada, nenhum centavo, eu tirava do meu bolso, pagava estacionamento para a Andrea e o Dorileo lá no escritório. Eu tinha a maior lealdade ao coronel Lesco, para mim eu estava bem acobertado, sempre vou ser leal à amizade dele. Tanto é que eu segurei a onda dele nos dois outros interrogatórios", argumentou.