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  • 16h:46

    Gerson afirma que as placas Wytron ficaram sob sua guarda, na casa de sua mãe, até meados de 2017. Com a possibilidade de um mandado de busca e apreensão, que de fato veio a ocorrer, o militar afirma que destruiu o equipamento. "Se eu seguro mais um pouco, eu ia apresentar as placas aqui, ia provar que as placas eram do Ministério Público e do Gaeco", relevou.

  • 16h:36

    O cabo revela que também inseriu nomes por conta própria para serem interceptados ilegalmente. Foram grampeados a major Valéria Fleck, a esposa do cabo Gerson e Mário Edmundo Filho, que teria uma dívida com o militar.

  • 16h:24

    Os números de alvos políticos dos grampos, narra o cabo, teriam sido repassados em mãos pelo coronel Lesco na Casa Militar. Ele revela ainda que o coronel Siqueira Júnior tinha ciência das interceptações ilegais.

  • 16h:24

    "O interesse maior da parte dos grampos era do senhor Pedro Taques, com ressalva da Janaina Riva, que era de interesse do Gaeco", indicou.

  • 16h:22

    O militar pondera que repassou pen drives com gravações de Tatiane Sangalli, Caroline Mariano e José Marcondes Muvuca ao ex-secretário da Casa Civil Paulo Taques. O conteúdo originou a suposta ameaça à vida do governador Pedro Taques, que o cabo garante que era uma história falsa.

  • 16h:20

    ""Em 2015, quando o promotor Mauro Zaque descobriu, a ordem do coronel Zaqueu foi para destruir as gravações. Eu saí em cada um dos pontos recolhendo e destruindo tudo. O senhor nunca vai ver nenhum áudio que foi gravado pelo Núcleo de Inteligência. Eu destruí tudo. Joguei tudo no rio, já quebrado, isso nunca vai vir à tona", revelou.

  • 16h:15

    O sistema Wytron tinha deficiências técnicas e o cabo conta que se reuniu com o empresário José Marilson da Silva e com o cabo Torezan para que fosse desenvolvido um novo sistema, batizado de Sentinela. Os dois sistemas foram utilizados em paralelo até que o Sentinela estivesse em pleno funcionamento.

  • 16h:13

    Em dezembro de 2014, o militar contabiliza que cerca de 130 terminais entre alvos políticos, policiais militares, membros do Gaeco, entre outros, estavam sendo grampeados.

  • 16h:11

    Após a eleição de Pedro Taques a governador, o interesse nos alvos políticos teria caído, restando apenas o jornalista José Marcondes Muvuca durante certo tempo, segundo o cabo Gerson.

  • 16h:08

    As primeiras interceptações ilegais teriam vindo em setembro de 2014, próximo à eleição. Segundo o cabo Gerson, o vereador Vinícius Hugueney uma assessora do vereador Adevair Cabral e um assessor do deputado Wagner Ramos teriam sido grampeados por suspeita de que fossem participar de compra de votos naquele pleito. O assessor da Seduc Romeu Rodrigues da Silva seria ligado ao então candidato Lúdio Cabral. "O coronel Mendes foi incluído por ser braço direito de Riva no setor de inteligência, segundo informações da época", revelou.