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  • 16h:16

    "Em Sinop eu estava com o secretário Mauro Zaque quando dois promotores, um desses eu conhecia de Pontes e Lacerda, na época houve a morte de um estudante de medicina que teve repercussão, e terminou a janta eles foram fumar. E começou a tratar a respeito (de interceptações). "Não consigo fazer o monitoramento". Eu falei que podia ajudar, falei que tinha uma informação no disque-denúncia. Ele formulou os pedidos de interceptação, foi tudo feito certo. Em Sinop não tem barriga de aluguel. Todas as barriga de aluguel foram feitas na Comarca de Cáceres".

  • 16h:13

    "A minha intenção era com o governo Pedro Taques criar uma nova era, mais séria, saneava a PM, eu ia para a reserva e deixava uma instituição mais purificada do que está aí hoje. Eu fui usado. Eu tinha um interesse, mas o sr Pedro Taques se valeu disso e parte do Ministério Público também, porque a Janaina Riva foi ouvida", declarou.

  • 16h:10

    Zaqueu rechaçou a ideia de que alguns dos alvos pudessem ser grampeados por interesse dos próprios militares que faziam a operação das interceptações. "São interesses políticos. Qual interesse o Corrêa teria em ouvir Tatiane? Ele mora lá na Várzea Grande", afirmou.

  • 16h:09

    "Janaina Riva o Corrêa me procurou dizendo que o doutor Marco Aurélio (então chefe do Gaeco) pediu porque eles estavam tentando prender o José Riva e não estavam conseguindo. Ele perguntou se eu colocaria, eu disse: pedido do doutor Marco Aurélio, pode colocar", declarou Zaqueu.

  • 16h:04

    Em seu depoimento, o coronel Zaqueu conta que o coronel Mendes teria sido grampeado durante a campanha eleitoral de 2014 pois trabalhava na campanha de José Riva ao Governo do Estado. Em meio às interceptações, foi identificado que Janete Riva, esposa do candidato, estaria acertada para ser indicada ao Tribunal de Contas. A informação foi repassada a Paulo Taques, que teria tomado providências para evitar que isso acontecesse.

  • 16h:02

    "No segundo pedido, o Paulo Taques me entrega os outros números e a partir daí começam a ser inseridas essas barrigas de aluguel. Eu confesso que não ouvi a Tatiane Sangalli. O cabo Gerson entregou para mim um pen drive que eu entreguei nas mãos do Paulo Taques. Esses advogados, não conheço nenhuma dessas pessoas", disse Zaqueu, no depoimento.

  • 16h:01

    O coronel narra reuniões com Paulo Taques e com o ex-governador Pedro Taques para ajudar na segurança da campanha eleitoral, pois havia assaltos no dia de pagamentos. Interceptações teriam sido feitas e evitado novos roubos.

  • 15h:58

    Zaqueu conta que o sistema Wytron era obsoleto e precisava ser aperfeiçoado, no que virou o Sentinela depois. "O valor inicial era de R$ 40 mil, mas esse recurso não chegava. O Lesco foi fazendo empréstimos para pagar por esse desenvolvimento do Sentinela", lembrou.

  • 15h:09

    O coronel Zaqueu Barbosa começou seu depoimento explicando como foi montado o núcleo de inteligência para monitorar policiais militares envolvidos em crime, com decisões do juiz. No primeiro pedido apenas os militares estariam. A partir de um segundo pedido pedido, por volta de 20 de setembro de 2014, teriam começado a ser incluídos números via barriga de aluguel. O custo inicial para operacionalizar as escutas teria sido de R$ 12 mil.

  • 14h:56

    O juiz Marcos Faleiros votou por permitir que os réus pudessem ser ouvidos pelo princípio da ampla defesa. Os quatro juízes militares acompanharam o voto. "Se o réu ou sua defesa entender que o que ele falar pode lhe beneficiar de alguma forma, em termos de Justiça militar, nós não podemos limitar o direito de manifestação", declarou Faleiros.