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  • 19h:40

    "Há fortes indícios de que os fatos narrados na denúncia está dentro de um contexto maior, envolvendo polícia civil e Gaeco, com número total de interceptações ilegais ainda desconhecido".

  • 19h:34

    Faleiros avaliou que foi montado um "grupo estruturado e amplo" para operação de interceptações telefônicas ilegais, "com objetivo de prejudicar a democracia", espionar alvos políticos, amantes, adversários profissionais, entre outros.

  • 19h:25

    O juiz começou lendo relatório sobre o processo e respondendo às questões preliminares levantadas pelas defesas. Com relação à ilegalidade da instauração da investigação a partir de uma denúncia anônima recebida pelo promotor e então secretário de Estado de Segurança Pública, Mauro Zaque, o magistrado negou pedido de nulidade das provas. Os documentos relativos à barriga de aluguel chegaram à mesa de Zaque e "tinham informações suficientes para instauração dos procedimentos investigatórios", tendo sido instaurada uma notícia de fato á época.

  • 19h:16

    Encerradas as réplicas, o juiz Marcos Faleiros deu início às deliberações do conselho formado por ele, como presidente, e pelos quatro coronéis, juízes-militares. Depois dos pronunciamentos de cada um dos membros do conselho, Faleiros irá ler a sentença.

  • 19h:03

    O defensor do cabo Gerson pediu que sejam responsabilizados os "verdadeiros mandantes" dos grampos. "Se quiser que eu seja assistente de acusação do Ministério Público contra o Pedro Taques, eu faço de graça", ironizou.

  • 18h:58

    O advogado Eurolino Sechinel dos Reis afirmou, sem citar o nome do respectivo promotor, que o membro do Ministério Público que assinou os pedidos de quebra de sigilo telefônico baseados nos documentos assinados pelo cabo Gerson deveria ser responsabilizado pelos crimes imputados ao militar por não ter conferido os números contidos.

  • 18h:42

    Novamente, o advogado defendeu que o coronel Lesco fez, efetivamente, uma colaboração unilateral e pediu que ele receba os devidos benefícios na aplicação da pena.

  • 18h:36

    Stalyn Paniago, representante da defesa do coronel Evandro Lesco, rebateu uma fala do promotor de que a absolvição nesta ação poderia gerar nulidade das investigações em relação aos militares atualmente sob tutela da 7ª Vara Criminal. "Cada dia com sua agonia", afirmou o defensor.

  • 18h:30

    O advogado reiterou o pedido de absolvição ou redução de pena pela colaboração do coronel Zaqueu Barbosa.

  • 18h:21

    "A colaboração unilateral é cabíbel por uma questão material. Afinal de contas, o que aconteceu aqui? Como não temos um papel assinado pelo Ministério Público, foram reveladas todas as entranhas deste caso, participação de governador, secretário, coronéis da PM que não foram aqui denunciados, todo esse emaranhado foi revelado. Como não temos um papel assinado, não importa tudo que eles revelaram. É irrelevante, é um desserviço à Justiça. Como é que vamos ter nas futuras ações, acusados que venham revelar essas informações? Eles vão falar, "ah, não vamos colaborar porque lá não vale nada". Completamente incongruente com o que se entende por Justiça, a redução da pena por confissão é algo elementar", afirmou Francisco Monteiro.