Atualização Automática: LIGADA | DESLIGADA
  • 11h:23

    Rodrigo compara o processo na Câmara ao julgamento do Mensalão, dizendo que o deputado federal José Dirceu teve oportunidade de fazer a defesa e produzir prova para convencer o relator que era incomente, mesmo tendo sido condenado. Já João Emanuel não teve a mesma chance de enviar provas à  Comissão de Ética para convencer Ricardo Saad a mudar o resultado. “Isso prejudica a defesa”, diz.

  • 11h:20

    Ele diz que do vídeo foram suprimidos 32 segundos iniciais do vídeo. Assim, o material poderia ter sido editado.

  • 11h:12

    O advogado diz que há ilegalidade no processo, pois a imagem, no primeiro momento, teria sido feito pela própria vítima, o que o tornaria legal. A ideia de fazer o material, contudo, não teria partido dela, mas sim do advogado José Rosa e foi auxiliada por advogado do setor de inteligência da prefeitura. O vídeo, então, teria sido entregue e ficado em posse do advogado, que entregou anonimamente ao Ministério Público. Assim, a prova não deveria ser aceita

  • 11h:10

    No contraponto, o advogado disse que nesse caso está sendo analisado um pedido do MCCE e por isso deveria seguir os ritos leais, presentes no regimento. Pois antes as denúncias eram só dos vereadores

  • 11h:03

    O advogado disse que o processo por quebra de decoro deveria ter passado pelo plenário e ter sido sorteado os responsáveis pela investigação. O presidente Julio Pinheiro afirma que quando João Emanuel  renunciou à presidência ele mesmo pediu para que a atual comissão de Ética o investigasse

  • 11h:02

    A manifestação do advogado deixou dúvidas se ele já iniciou ou não a defesa do parlamentar. Isso porque ele tem 2h para sustentação. Rodrigo diz que a defesa já teve início

  • 10h:56

    O advogado Rodrigo Cirineu faz defesa e diz que João Emanuel não foi ouvido na fase de investigação, a fim de contrapor o parecer da CCJ. Ele diz que a arrolação de 53 testemunhas não é manobra e critica a “imposição” de ação protelatória que “libera” somente 10 para falar em favor do vereador.

  • 10h:47

    No parecer, Faissal diz que as provas de defesa foram inconsistentes. Sobre a arrolação de testemunhas, em que João Emanuel pediu para 53 serem ouvidas, o relator diz que o número era insustentável, pois não foi especificado o que cada testemunha iria falar ou contribuir na defesa, assim não provou  a necessidade do volume grande de pessoas ouvidas.

  • 10h:46

    O presidente da Comissão de Constituição e Justiça Faissail Calil faz a leitura do relatório da CCJ.

  • 10h:40

    Na leitura o Saad disse que a investigação comprovou a quebra de decoro e pede a cassação de mandato de João Emanuel