3 de 3
PRÓXIMA
ÚLTIMA
Atualização Automática: LIGADA | DESLIGADA
  • 14h:51

    O coronel Evandro Alexandre Ferraz Lesco e o cabo Gerson Luiz Ferreira Correa Junior acompanham audiência na 11ª Vara Militar ao lado de seus advogados.

    Rodinei Crescêncio

    Evandro Lesco e Cabo Gerson

     

  • 14h:44

    Os advogados Francisco Monteiro, da defesa do coronel Zaqueu, e Stalyn Paniago, da defesa do coronel Lesco, reiteraram a necessidade dos reinterrogatórios. Eles destacaram que a tipificação dos crimes pode ser alterada pelos magistrados no momento da sentença e, por isso, não poderia se limitar o exerício da defesa. "Eu nunca vi em toda a minha vida um pedido do Ministério Público para que o acusado não fale tudo aquilo que conhece", disse Monteiro.

  • 14h:43

    Zaqueu já está depondo na 11ª Vara Militar.

  • 14h:38

    O promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público Estadual (MPE), deu início à audiência justificando o porque de o órgão não ter aceitado as tentativas de colaboração premiada feitas pelos três militares que são ouvidos hoje. 

    "O que eu quero alertar é que muito se divulgou na imprensa que o Ministério Público não acolheu a delação premiada para colaboração neste processo. O não acolhimento de uma delação premiada não significa que o que foi falado não será investigado. O que o procurador-geral de Justiça disse é que a suposta colaboração não guardava os requisitos para que eles obtivessem os benefícios previstos na lei. Em nada repercute à acusação a que eles respondem, que diz respeito a ação militar ilícita, falsificação de documento público, crime de falsidade ideológica e no caso do coronel Zaqueu Barbosa, prevaricação", disse.

    "Não há imputação de interceptação telefônica, de organização criminosa, não há qualquer imputação de qualquer relevancia que fosse ser aproveitada. Não significa que a delação não será aproveitada em outros procedimentos para apurar o que foi dito. Não se pode confundir as duas coisas", continuou.