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  • 14h:38

    "Portanto, a senhora Roseli era alvo do Gaeco de forma reflexiva por meio de seus secretários, e por meio desses elementos robustos da Arqueiro ela é alvo de mandados de prisão, busca e apreensão depois, com esses elementos produzidos na primeira instância", explica.

  • 14h:34

    Operação Arqueiro, entre 2013 e 2014, e Ouro de Tolo em 2015. Gerson afirma que diálogos comprometedores, feitos via barriga de aluguel, de Roseli Barbosa mostravam que os recursos a beneficiavam. Ela tinha foro porque estava na chefia da Secretaria de Estado de Assistência Social. "Mas ocorre o critério seletivo de colocar apenas os adjuntos da pasta para evitar o declínio de competência, para que o processo não fosse para o Tribunal de Justiça. Lá no Tribunal de Justiça teriam desembargadores que vazariam a investigação ao governador Silval Barbosa no início da investigação, quando ele ainda era governador".

  • 14h:32

    Durante todas as suas falas, o cabo apresenta papéis que poderiam subsidiar suas falas, inclusive com citações a documentos internos do MPE pedindo as interceptações telefônicas.

  • 14h:31

    "Essa prática de barriga de aluguel no Gaeco ocorre de longa data. Isso é uma prova inequívoca de que apenas com a narrativa de um relatório se subsidia o pleito de interceptação telefônica e se faz a investigação, sem outros indícios de autoria se faz a interceptação", revelou.

  • 14h:25

    O cabo narra uma falsa ameaça à vida da juíza, atualmente aposentada, Selma Arruda utilizada para "bisbilhotar" diversas pessoas, entre eles o empresário da comunicação Antonio Carlos Millas, sua esposa Sílvia Millas, o empresário Filadelfo, o ex-goverrnador Silval Barbosa, seu irmão Antonio Barbosa, entre outras pessoas que "tiveram sua privacidade violada por esse relatório fantasioso feito por mim com subsídio fático do doutor Marco Aurélio".

  • 14h:23

    Odenilton Gonçalo Carvalho Campos, que era motorista de Janaina Riva no início de seu primeiro mandato, estava foragido da Metástase. "O promotor Marco Aurélio trouxe essa informação a mim que deveriam ser acompanhadas aos ERBs (Estáção de Rádio Base), para fazer o monitoramento do histórico de chamadas da senhora Janaina Riva para localiza-lo", declarou.

  • 14h:21

    Janaina teria sido grampeada via barriga de aluguel tanto pelo chamado Núcleo de Inteligência da PM, montado de maneira ilegal, quanto pelo Gaeco a pedido do promotor de Justiça Marco Aurélio Castro. Gerson também cita a participação do promotor Samuel Frungillo nas supostas interceptações ilegais.

  • 14h:19

    A pesquisa dos dados cadastrais dos membros da família Riva teriam sido feitos entre 19 e 20 de março de 2015, enquanto a ordem de serviço para instauração da investigação da Operação Metástase só teria sido dada em 24 de março daquele ano.

  • 14h:17

    O cabo conta que o ex-deputado José Riva, Janete Riva, Jéssica Riva e a deputada estadual Janaina Riva tiveram seus dados cadastrais invadidos de maneira ilegal. "Foi feito via barriga de aluguel, foi utilizada uma decisão que não tinha relação com a Operação Metástase", afirmou.

  • 14h:16

    "Desde o início eu disse que o dono não era coronel Lesco, coronel Zaqueu, ninguém da Polícia Militar. O dono disso, eu sempre disse, era o ex-governador Pedro Taques, o ex-secretário Paulo Taques"