• José Lucas | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A Promotora Dra. JOANA NINIS, está de parabéns pela sua coragem e competência, extensivos também aos outros promotores, que não mediram esforços ao cumprimento da lei. Tomaram decisão na hora certa, sem olhar interesses de ninguém, só querem o cumprimento da lei e nada mais.
    Para poucos voces não estão agindo muito bem, mas para muitos estão corretíssimos, mais uma vez estão de parabéns,
    MT está bem servido pelo MPE que tem. Não se vê falar em bandalheira ou corrupção do MPE em qualquer estado.
    Senhores e senhoras promotoras, não baixem a cabeça não olhem para baboseiras, a sociedade esta contigo, a cidade o estado está contigo, vamos a frente. E viva o MPE.

  • Zé Roberto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Mª Luiza e João,

    Que feio, o mp faz B... e vocês parabenizam, tinham é que se envergonhar, pois são o custos leges e vivem do herário publico. A continuar assim, há que repensar profundamente a digna função, muito bem paga pelo contribuinte. Como custos leges deviam ater à legalidade estrita, á moralidade e agir com imparcialidade, se pisaram na bola, manda a boa conduta que sejam questionados sim, afinal se tolerarmos órgãos estatais fazendo B.,, e permancermos calados vão continuar fazendo. Discordo quando dizes que a maioria os parabeniza é bem ao contrário.

    Quem vive a custa do dinheiro do povo, deve sim respeito aos princípios constitucionais da legalidade, da moralidade, da imparciliadade, da publicidade e eficiência, sob pena de extinção, aliás se houvesse no Brasil um plebiscito pela permanecia do MP. perderiam feio.
    Agir no interesse público é valído, agora ser conivente com ilegalidades são outros tantos,

    Não quis ofender, mais é o que penso.

  • André Oliveira Curimbatá l | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Depois de ter e ver o Ministério Público Estadual como parceiro , em ação de cidadania e em grandes decisoes que ajudaram o povo, agora o vemos como massa de manobra e obediente ao governo de Blairo Maggi e toda a sua turmaa. Nós de Rondonópolis sabemos que tudo não passa armação. Estou com vergonha desse Ministério Publico de Rondonópolis!
    Onde está a parte boa do Ministério Publico, cadê!!!

  • Claudio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    João Ferreira vc está colocando a PF abaixo da PM, pelo amor de Deus vc parece uma pessoa inteligente estudada, se tem alguém com intenção de compra de votos e manipulação de orgãos público é o Sr. Blairo, a PF é a única que não aceita esse tipo de malandragem nem pelo Blairo e muito menos pelo Bezerra, agora a PF sair fora do caso é muito estranho, a Promotora dizer que as provas cairam no colo dela é muito engraçado, vamos levar a justiça a sério.

  • Paulo Mattos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É absolutamente inegável que o Ministério Público, como um todo, tem contribuido para solidificar a democracia neste país, atuando em todas as vertentes da vida nacional, consolidando a duras penas a plenitude da aplicação das leis e realizando um magnífico trabalho em prol da sociedade. Sem dúvida.
    No entanto, alguns de seus integrantes, devidamente mordidos pela mosca azul, julgando-se donos da aplicação da lei, pensam estarem acima do julgador, o Meritíssimo Juiz, a quem cabe, e somente a ele, sentenciar todas as lides, com autonomia e independência e sem interferência do Ministério Público, muito embora este exerça, no processo, as suas prerrogativas, que podem ou não serem aceitas pelo Juiz, à luz da legislação e do entendimento jurídico. Alguns desses membros do Ministério Público, aí já extrapolando a sua função, tentam impor ao Magistrado Julgador a sua convicção, acreditando piamente que ele, representante do MP, tem um poder maior que o do Juiz. Não tem. E Deus queira nunca tenha, porque esse órgão, em todas as esferas de Poder (MP Estadual, MP Federal) tem por princípio quase único a acusação, enquanto que ao Julgador, com serenidade, cabe apreciar, analisar, sopesar e aquilatar todos os elementos probantes, sem tendenciosidade, e pronunciar a sua sentença, que, pode até mesmo ser injusta, mas parte do princípio da convicção do Magistrado. O representante do Ministério Público, ao contrário, quando acusa, já pretende, de plano, ver o acusado ou suspeito condenado. Errado. O Ministério Público, quando erra, e erra como todas as instituições, deve saber dar a mão a palmatória. Deve o MP repensar a sua atuação, principalmente naquilo que ora está prejudicando a sociedade brasileira: achar que é o único e competente Poder deste país. Não é. Nunca será, se depender de nossa Carta Magna e das convicções democráticas de nosso povo.
    Ao se insurgir contra José Carlos do Pátio o MP de Rondonópolis não seguiu a sua tradição de prepotência (que coisa, hem ?) e, contrariando a estampa e sisudez de alguns de seus integrantes, mostrou-se vassalo do Governo do Estado de Mato Grosso, como se não possuisse autonômia e independência em relação a esse Poder e a ele estivesse atrelado. Por isso, e pelas inverdades que, segundo se noticia, consta desse Processo, essa Ação não prosperará. Ainda que o Juiz seja o Doutor Gadelha.

  • Mariana de Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Socorrooo!!!
    Fico arrepiada em saber que as pessoas estão a merce de tudo. Se alguém quer me prejudicar, monta uma cena, com direito a tudo: cenário, personagens, trilha sonora, diretor etc e tudo acontece. E o que fica latente quando a promotora diz: Tudo caiu de bandeja nas nossas mãos, testemunhas (?????), depoimentos(?????, tudo necessário para abrir um inquérito. Ora vejam, O Zé Carlos do Pátio ironicamente, não tinha recursos nem para fazer um comício. Fico atemorizada em saber, o quanto as instituições são vulneráveis...