• ajsantos | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 12h42
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    este país só vai melhorar quando haver um choque moral na justiça!

  • Gean Carlo | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 12h19
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    Isso deve ser brincadeira.... é claro que teria que devolver o dinheiro obrigatoriamente, agora cometer um gravíssimo erro que é contratar parentes e ainda fantasmas e achar que vai sair impune, essa eu quero ver... CNJ não deslize agora, todos estamos esperançosos com essa limpeza do TJ-MT, claro que falta muitos, mas é com mérito e sem volta.

  • JOÃO ANTONIO | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 11h40
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    Deixe o homi trabalhar, ele já foi condenado meu povo!! perdeu o filho o DR. Braulio uma pessoa que quando estudava medicina ajudou minha mãe no hospital universitario pessoa brilhante humilde com boa educação que vc meu amigo sei que esta no reino de Deus ajudando pessoas = vc fez aqui na terra!!! abraços moradores do coxipó!!

  • felix | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 11h37
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    Na realidade a devolução da grana em pouco altera a situação do desembargador em questão, pois o nepotismo se configura no ato de contratar o parente, simplesmente. Trata-se de crime de natureza formal, o ato de contratar somente já configura crime, simples assim.

  • Paulo | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 11h37
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    Vcs estão de brincadeira, é a sexta vez que vcs colocam o título da matéria como "Jurandir", quando na verdade, é 'Des. José Jurandir", pois o verdadeiro "Des. Jurandir" que é o Castilho, não tem nada a ver com esses fatos, mas tem que ficar dando explicações pela péssima edição dos meios de comunicação, em relação aos títulos de suas matérias, por favor façam a correção e publiquem o comentário.

  • Wilson | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 11h36
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    Não conheço o rito do processo no CNJ, mas penso que a devolução do dinheiro por ventura recebido indevidamente não tem o condão de eximir os acusados da culpa por seus atos e possível punição. Se de fato o nobre magistrado contratou mesmo seus filhos como consta na acusação, repito "se" fez mesmo isto, coloco-me a indagar... como um pai de família envolve os filhos numa falcatrua dessas? Ele não se preocupa com o exemplo que está dando a eles? Que tipo de ser humano serão pessoas que desde o lar aprendem com seu pai que a corrupção é permitida? Houve um tempo em que pais de família poderiam até fazer coisas erradas, mas faziam de tudo para não envolverem seus filhos; hoje nem as gerações futuras são preservadas. Reflitamos sobre isso.

  • MABEL | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 11h19
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    MABEL, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Dandada Lima | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 11h03
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    Deprimente, hein. Tem desembargador morrendo de medo e, já sabendo-se culpado, pede penico pro CNJ. Que feio!

  • MARIA FERNANDA | Terça-Feira, 09 de Março de 2010, 09h24
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    MARIA FERNANDA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário