• ALVINO GONZAGA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse IRAÍ MAGGI deveria mesmo ser expulso do PDT, depois do papelão que fez ao se lançar candidato nas eleições passadas e depois ter "roido a corda", covardemente deixando o partido ao léu, os dirigentes Otaviano Pivetta e Mario Marcio Torres deveriam botar para correr esse explorador de trabalhadores, se não tiverem coragem deveriam deixar o partido fundado por Leonel Brizola um trabalhista convicto.

  • LII | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A degradaçã na Amazônia é uma realidade, conforme mostra as imagensde satélite, e o Secretário de Meio Ambiente de MT ao invés de aproveitar o momento em que o governo federal quer reverter essa situação e somar nessa luta, mas não, ele está dizendo na imprensa,que os dados divulgados sobre MT (53%)não são verdadeiros, isto é, que MT não desmatou esse percentual divulgado, tentando justificar o "injustificado".
    SECRETÁRIO ANTI-AMBIENTALISTA.






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  • LII | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A degradaçã na Amazônia é uma realidade, conforme mostra as imagensde satélite, e o Secretário de Meio Ambiente de MT ao invés de aproveitar o momento em que o governo federal quer reverter essa situação e somar nessa luta, mas não, ele está dizendo na imprensa,que os dados divulgados sobre MT (53%)não são verdadeiros, isto é, que MT não desmatou esse percentual divulgado, tentando justificar o "injustificado".
    SECRETÁRIO ANTI-AMBIENTALISTA.






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  • Keve Junior | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Cegueira ou o que?

    Inacreditavel como ainda possam haver dúvidas sobre o problema ambiental do estado. Desmatamento, queimadas, derrubadas de cabeceiras, tráfico de madeira entre outros.

    Trabalho com a área ambiental neste estado, o que vejo e tenho registrado por fotos e vídeos é a prova cabal do que acontece. As malditas lavouras que para nós não trazem retorno a não ser a esterilidade da terra e o lucro para meia dúzia de lavoureiros analfabetos, que ainda se gabam de protetores do meio ambiente.

    Quanto aos orgãos responsáveis pela fiscalização do meio ambiente, são todos bem remunerados para que o sistema não funcione. A Sema, possui míseros fiscais para cobrir este imenso estado. Como já ouvi e ouço, o SISTEMA é feito para não funcionar.

    Quando o assunto são os rios e os recursos pesqueiros, quem não sabe ou nunca soube do tráfico de filé de peixes existente na região de Barão de Melgaço, o qual atingio o seu ápice nás décadas de 60 e 70, restando hoje alguns redeiros contratados para terminar com o que sobrou.

    O que fazer se todos, dos fiscais aos secretários já estão comprados?

    Esse é o país do faz de conta!

    Faz de conta que existe fiscalização, e assim por diante!!!!

  • maristela azambuja de queiroz | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Gostei do artigo do dr. eduardo mahon sobre a situação ambiental do estado de mato grosso, por isso peço autorização a ele para reproduzi-lo abaixo, pois é muito lúcido e lógico:
    O grande lobby ambiental de MT
    26/01/2008

    Não há qualquer justificativa para os sucessivos fiascos ambientais em Mato Grosso. Cumpridas as fases policiais, nem assim houve qualquer abalo no ritmo de queimadas e desmatamentos criminosos que afetam muito mais do que a comunidade local – traduzem uma imagem mato-grossense em frangalhos que os deputados tristemente tentam reparar, sem qualquer sucesso. Com os olhos no eleitorado madeireiro, grandes plantadores ou criadores, os parlamentares que foram financiados pelo “agronegócio” são incapazes de conduzir o Estado a uma equação racional em matéria ambiental e, tudo indica não ser o caso do Executivo encabeçar movimento de represália ao desgaste da imagem nacional e internacional.

    A ciência foi capaz de provar que as áreas desmatadas antigas são capazes, sozinhas, de potencializar a agricultura e a pecuária, sem que haja novas derrubadas em regiões de mata fechada, ainda que haja o direito à porcentagem legal. Todavia, é fraudulenta a tese pela qual antigos proprietários de terras nada devem, uma vez que as clareiras não são contemporâneas – fraudulenta, eleitoreira e irresponsável. Se houve desmatamento, há de ser apurado administrativa e criminalmente.

    Aliás, é o caso de fazer um apanhado das propriedades dos parlamentares e dos políticos ligados ao Executivo e promover o cruzamento de dados com as zonas ecologicamente mais desgastadas de Mato Grosso. Ou, por outro lado, apurar uma outra curiosidade mais saborosa – as áreas de crime ambiental são as bases eleitorais de quais deputados estaduais, quais políticos, quais legendas? Quem sabe não seria conveniente saber quais produtores ou empresas acusadas de trabalho escravo ou de agressão ambiental financiaram agentes políticos estaduais? Não seria o caso de rastrear a gestão de cartórios com interesses políticos e empresariais? Ou ainda, de investigar milhares de laranjas titulares de projetos de licenciamento e que não apresentam qualquer patrimônio a amparar financiamentos ou a própria terra?

    A questão do desmatamento é econômica, senão não se justificaria. E, pelo prisma financeiro, a área desmatada é mais lucrativa do que a cobertura vegetal íntegra. É que o proprietário faz uma relação de custo/benefício como qualquer criminoso comum: qual o lucro porventura obtido e o risco fiscalizador a que o ato se subsume? E mais: qual a relação entre os ganhos auferidos com a derrubada, a cobertura política posterior com a aquisição de novas áreas para o plantio e a criação de gado e os custos para conter uma multa ou condenação cível e criminal? Então o proprietário ou arrendatário faz um juízo, não com medo da lei (ninguém tem medo da norma e nem se comporta pela coação) e sim pela provável impunidade e deficiência de fiscalização ágil, além da conivência explícita de ordem parlamentar. Leis autoritárias e um estado policial provam que não repercutem na realidade, sem um adequado aparato fiscal, resultando em prejuízos financeiros os atos desregrados normativamente. É preciso impor prejuízos palpáveis capazes de pôr em jogo a lucratividade da prática danosa.

    Como antídoto ao desastre do governo atual, incapaz absolutamente de constranger a base eleitoral interiorana de conter-se, investindo em mensagens claras de fiscalização, coerção administrativa, policial e judicial, surgem as teses menos pudicas, pelas quais se sugere o pagamento das parcelas de direitos ao desmatamento em benefício de proprietários rurais. Trata-se de sofisma, uma vez que abstratamente o proprietário dificilmente obteria um plano de manejo em regiões inacessíveis, sem uma enorme dose de corrupção, mas ainda assim, pretende leiloar o pretenso direito adquirido. Lembramos, nessa altura, que a tese do direito adquirido não é escudo capaz de promover a inviabilidade de outra garantia constitucional, como já assentou o Supremo Tribunal Federal recentemente. Muito cuidado, portanto.

    O caso não requer manobras policiais circenses. Demanda sim intervenções decentes da Assembléia Legislativa de Mato Grosso e do Executivo que estão, frente à omissão escandalosa, inaugurando perfumarias onde a realidade clama regulamentação mais rigorosa e administração mais ativa. Resultados da Comissão Parlamentar de Inquérito foram simplesmente frustrantes, desvirtuando até mesmo a natureza jurídica de uma CPI. Esta tem o cerne investigativo e não de “consultorias” de “sugestões”, de “auxílios” ao poder governamental. CPI definitivamente não serve como parceiro político e sim agente de investigação, apuração de delito e encaminhamento dos crimes ao Ministério Público e ponto final. Se o resultado não leva ao indiciamento ou o arquivamento dos indícios trazidos à tona, trata-se de pura prevaricação. Prevarica quem não encaminha o acervo probatório criminoso para a imediata denúncia pelo órgão ministerial. E o próprio MP prevarica se não denuncia os agentes públicos ou privados responsáveis pelo desastre ambiental ou, no mínimo, os notoriamente omissos.

    Outra solução encontrada para dar à mídia nacional e internacional um alento e conceder mais tempo e fôlego às autoridades mato-grossenses, é a tese da moratória do licenciamento. Um tanto fantasioso, porém. Não deixa de ser razoável a tendência na esfera administrativa, dada a enorme justificativa, dificilmente sustentada nos Tribunais Superiores, afrontando o supracitado direito taxativo de derrubada. Noutras palavras, não há muitas alternativas possíveis a não ser a simples, boa e velha vergonha na cara. Os Estados de Mato Grosso, Pará e Rondônia estão ganhando contornos tão dramáticos no cenário regional, nacional e no obituário das agências internacionais que a classe política respectiva vai perceber rapidamente a falha de avaliação no trato da questão, ao afetar a própria carteira de voto, no médio prazo.

    Não se trata de dar corda aos ecoxiitas que pretendem obstar pura e simplesmente o desenvolvimento regional, sob argumento da inarredável depreciação ambiental. São possíveis ambas as hipóteses conciliadas, o que não elide a atuação decente do Ministério Público sobre o Executivo e Assembléia Legislativa. A anomia disciplinar atual vai demolindo o meio ambiente, o crédito mato-grossense e outras possibilidades de negócios, inclusive. Já cansou o mesmo discurso dúbio dos lobistas representantes dos proprietários que degradam. Vamos fazer aqueles exercícios financeiros e eleitorais com os lobistas da madeira, da soja, do algodão, do milho, do gado e vejamos os resultados objetivos. É a sociedade exercendo pressão pública, a exigir dos agentes políticos uma mudança do raciocínio conivente e o mínimo de senso de realidade.

    ...

    *Eduardo Mahon é advogado em MT e Brasília

  • jose soto guimarães | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vamos colocar os pingo nos "is". as ongs internacionais de uns tempo para cá estão a serviço do empresário governador blairo maggi. olha só, têm ong fazendo pesquisa dentro da fazenda dele em querência, na fazenda tanguro, Têm ong fazendo levantamento de propriedades rurais em lucas do rio verde a serviço da aprosoja, têm ong emitindo boletins muito estranhos como essa ong do pará e o icv em mato grosso, e verdade seja dita, essas ongs "não se sabe" por qual razão foram omissas durante todo o ano de 2007 com o desmatamento que estava ocorrendo. Agora um técnico do icv diz que sobrevoou essa semana a região de alta floresta e comprovou o alto indice de desmatamento na região. será que estão querendo salvar a pele pela omissão que tiveram nesses últimos meses, e agora desejam passar a imagem de estarem "preocupadas com o meio ambiente"? essa não cola, alguém precisa investigar os convênios que a sema promoveu com as ongs neste último ano, com certeza, alguma coisa vai ser encontrada.

  • ALBUCASSIS RAMIRES | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    DESRESPEITAR AS LEIS E CODIGOS EM NOSSO PAIS E ENDEMICO E CULTURAL, NA AREA RURAL ENTÃO NEM SE FALA,LÁ QUEM DITA AS LEIS É O PODEROSO"CORONÉ"DONO DAS TERRAS,ELE É A LEI , E NINGUEM CONTESTA , SE CONTESTAR,O COITADO DO PEÃO É ENQUADRADO ATÉ NO CODIGO"TREZOITÃO".

    SE TIVESSEMOS UMA JUSTIÇA CELERE E QUE CUMPRISSE COM AS SUAS ATRIBUIÇÕES,PARA O QUAL É PAGO REGIAMENTE,NÃO SERIAMOS PROTAGONISTAS DE TÃO LAMENTAVEIS EPISODIOS.

    NO EXTERIOR JÁ EXISTE UM MOVIMENTO DE BOICOTE A AQUISIÇÃO DOS PRODUTOS PRODUZIDOS AO ARREPIO DAS LEIS,IMAGINEM OS SENHORES O QUE SERIA DA NOSSA ECONOMIA SE OS PAISES COMPRADORES RESOLVESSEM BOICOTAR A NOSSA SOJA E CARNE.

    TODOS PAGARIAMOS CAROS, POR CULPA DE MEIA DUZIA DE PRODUTORES AGRICOLA E FUNCIONÁRIOS INCOMPETENTES,COMO NO CASO DA ATUAL GESTÃO DA SEMA. UMA LASTIMA!!!