• Luiz Carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Todos vcs que comentaram sobre o desmatamento em Mato Grosso, são um bando de medíocres, "não sabem da missa o nome do Pai" Pois nós que moramos no interior e sustentamos vcs que moram na capital, notamos consideravelmente a diferença deste ano (2007) para os anteriores, acho eu, que seria muito bom, se vcs, (inclusive vc Romilson), tivessem conhecimento de causa para poder fazer algum comentário. Porque se não fosse o Agronegócio, vcs Cuiabanos teriam morrido de fome, porque a unica coisa que presta nesta cidade vcs ambientalistas de arcondicionado, estão acabando , que é o Rio Cuiabá, e acabando com o Rio, passariam fome, pois a unica coisa que sabem fazer, é pescar.

  • edson luis bueno | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    muita gente, mas, muita gente mesmo, teria morrido de fome se tivesse continuado no sul. vieram para cá, que na época era considerado o esdorado, pois bem, construíram riquezas, e agora querem cuspir no prato de comida que lhes deram, né senhor luis carlos? Certas pessoas, talvez por ignorância ou burrice mesmo, não sabem a história de cuiabá, sua grandeza em defender o território nacional, sua cultura quase tricentenária, e uns babacas que vieram para cá a uns 20, 30 anos, depredaram os nossos recursos naturais, estão caçando um jeito de fugir da próxima operação policia federal, e ainda querem falar mal dos cuiabanos. tenha paciência!!!Gaúcho para ser votado novamente aqui em cuiabá, ah, vai ser dificil, pode anotar isso aí piratas de madeira, sugadores dos nossos recursos naturais, traficantes das nossas florestas.

  • Anônimo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • jose medeiros | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    a cruzada do Blairo é ingloria.
    é impossivel tapar o sol com uma peneira.
    o fato é que no mundo de hoje os satelites sao capazes de mostrar a placa de um carro estacionado, quanto mais uma extensa area sendo desmatada.
    esse "galho" (numeros errados"em qual blairo se apega nao tem a menor importancia.
    o blairo ate bem pouco tempo pousava de filosofo do desmatamento dizendo que vivemos em uma epoca em que nao é possivel sobreviver catando coquinhos na floresta, falava isto com uma autoridade...depois que viu que seu posicionamento confrontava seus projetos politicos de repente ficou verde.
    mas enquanto blairo se esverdeava na idonesia o pau cai a folha ou melhor literalmente cai nas matas de mato grosso.
    ele pode constestar os numeros, mas e o buraco na floresta como é que ele vai tapar?

  • DONIZETE | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A SEMA TENHE QUE FICAR 24 HORAS COM EQUIPES PARA ATUAR DIRETAMENTE E NAO VIRAR AS COSTA QUANDO CHEGA NO DETERMINADO PONTO, FAZ A VISTORIA E VENHE ENBORA ????

  • janaina barreto rayole | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ministro diz ter certeza sobre desmate

    O GOVERNADOR NÃO QUER ADMITIR A REALIDADE, TALVEZ PORQUE ESTEJA SENDO LUDIBRIADO PELA TURMA QUE COLOCOU NA SEMA. O DESGASTE INSTITUCIONAL A SEMA E AO PRÓPRIO ESTADO DE MATO GROSSO JÁ ESTÁ SACRAMENTADO. VEJA SÓ UMA REPORTAGEM QUE SAIU NO MAIOR SITE DE NOTICIAS AMBIENTAIS DO BRASIL, O AMBIENTE BRASIL:
    "MINISTRO AFIRMA QUE OS DADOS DO INPE ESTÃO CERTOS

    O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, disse na quarta-feira (30) à Folha que tem de 95% a 97% de segurança de que os dados sobre o desmatamento da Amazônia do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) no final de 2007 estão certos. O instituto, cujos dados têm sido objeto de dúvida do governo de Mato Grosso, do Ministério da Agricultura e até do presidente Lula, é subordinado à pasta de Rezende.

    "Em ciência nunca há 100% de certeza", afirmou o ministro, que é físico. Mas ele disse estar seguro dos dados. "É curioso que, quando o Inpe informava que o desmatamento estava caindo, ninguém questionava o dado." Questionado sobre qual margem de erro aplicaria aos dados, Rezende respondeu: "De 3% a 5%".

    As declarações do ministro foram dadas após conversa com Gilberto Câmara, diretor do Inpe, que o sobrevoou na quarta-feira por quase duas horas, com um helicóptero militar, áreas que, segundo seus dados do instituto, teriam sido desmatadas no município de Marcelândia (870 km de Cuiabá) - líder do ranking dos 36 mais devastados nos últimos cinco meses de 2007. A observação aérea constatou a degradação prevista na análise do instituto.


    Mesmo assim, o Inpe concordou na quarta-feira em fazer uma conferência dos dados referentes ao desmatamento detectado em Mato Grosso entre os meses de outubro e dezembro de 2007 pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real). A forma de analisar os dados, no entanto, será mantida. "Conferência é diferente de revisão. Nós temos confiança de que nossos dados estão corretos", disse Câmara.


    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia dado ordem para que a Polícia Federal e os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura verificassem em campo se de fato houve aumento do ritmo de desmatamento da Amazônia nos últimos cinco meses de 2007. O avião que transportou Câmara na quarta-feira levava também uma comitiva liderada pela ministra Marina Silva (Meio Ambiente) e pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi.

    "O que nós não vamos é ficar discutindo se o desmatamento está aumentando ou não", disse Marina. "Vamos agir com sentido de urgência. Neste ano, com maior rigor."

    Fonte: site AmbienteBrasil

  • bento | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    a maioria dos fazendeiros estao desmatando o estado de mato grosso e comprando reservas em outros estados com ajuda do intermat

  • Arcindino Cuiabano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Uns gosta de limpa o mato pra planta, otros que preservá, cada um fica puxano a brasa pro xô pexê, mas bamo pará quécia istória, nóis já tamo no carnavá. Só pra alegra um bocadinho ocês, vô conta uma istória de carnavá qui ce sucedeu cô meu cunhado. Ele bebe pra catiça, inda fala qui bebe é pra ficá ruim memo, pro qui se foce pra fica bom, tomava remédio. Já tava até no oio, falo pra muié que pula carnava em Sto Antonho, e a muié falo prele, vai corno, na istrada ocê toma mais um "MÉ CUADO" bate o carro, aí vai fica "BONITO PRÁ CHÁ CARA", vai te que paga as dispesas do acidente aí "O SEU QUE BRILHA", a puliça vai pega ocê e soca o "PAU BRILHOSO" no xô lombo e quando ocê vortá prá casa nunca mais vai ve a "XANA CHEIROSA" há, há, há, há, há

  • Rodrigo Meira Borges | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Senhor Donizete, a questão não é colocar fiscais vigiando 24 horas as propriedades rurais de mato grosso, pois existem milhares de propriedade e apenas 30 técnicos para fazer a fiscalização. Existem duas questões que precisam ser abordadas com mais profundidade: a primeira, é que os fiscais que o secretário alega que fizeram a fiscalização em campo nas áreas que foram detectadas como desmate nos últimos meses de 2007 podem até ter side fiscalizadas, mas, com muita superficialidade, sabem porque? ora, os técnicos que estão no interior foram nomeados por indicações politicas e com aval de prefeituras, ou seja, estão com rabo presos, e não possui a necessária experiência de campo para avaliar desmatamento e queimada e nem a grandeza do dano ambiental. O segundo ponto, é a total dubiedade entre o discurso do governador e a sua prática na área ambiental. Ao mesmo tempo que ele mostra preocupação com a crise ambiental, ele poupa os responsáveis pela situação que são os atuais dirigentes da sema, que pouco entendem de meio ambiente, e vivem só apagando fogo, não gostam e nem sabem o que é planejamento ambiental e gostam mesmo é de fazer picuinhas e destratar os técnicos competentes do órgão ambiental. O resultado está aí.

  • Ivan Deluqui | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Já já falta ôxigenio com esse cidadão na SEMA.