• Walter | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É lamentável esta "disputa" por poder, num momento que a sociedade matogrossense aplaude a atual gestão do Tribunal de Justiça, sob a presidência do Des Paulo Lessa, que teve CORAGEM de implementar diversas mudanças, sempre se apoiando na moralidade, agilidade e transparência do Poder Judiciário.

    Continue seu trabalho na mesma linha Des Paulo Lessa, que tenho certeza, será aplaudido num futuro bem próximo.

  • Rafael Damian | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Espero que o Desembargador Paulo Lessa e o Perri consigam esta vitória para o bem do povo de Mato Grosso, nunca o judiciário foi tão decisivo para o futuro do nosso estado. A criação da vara especializada contra crimes tributários e administração pública, fará uma revolução nesse estado, tenho certeza disso. Até pelo magistrado que atuará e pela promotora que tem atribuição para atuar nesses crimes.

    O povo precisa precionar o judiciário, que nada mais que um dos poderes e não O poder.

  • valmir molina | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    È lamentável o poder judiciário encontrar-se nessa situação,e logo agora que o TRE deu demonstrações firmes através dos desembargadores Leônidas e José Silvério no combate ao crime praticados por políticos.

  • Antonio Cavalcante Filho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Enquanto os desembargadores discutem se instalam ou não as Varas Especializadas, os inúmeros politiqueiros que mereciam estar respondendo por vários crimes praticados contra o erário, continuam impunes, prontos para concorrerem a novos mandatos.

    Se valendo da tradicional morosidade da justiça, que se move a passos de tartaruga tetraplégica, os espertalhões desqualificados tomam porre à custa dos pobres eleitores menos esclarecidos que ficam com a responsabilidade de eleger para o executivo ou o legislativo um bando de canalhas.

    Enquanto a impunidade campeia solta, nós brasileiro, mais ou menos politizados, não sabemos mais o que fazer. Não é raro vê cidadãos se perguntarem se compensa ser honesto; se ainda vale a pena caminhar na legalidade. Tudo isso, em razão da falta de punição, por culpa da justiça que deveria punir e não pune.