• zanata duanelo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    O sr. Gilmar Fabris deve ultilizar como defesa, o sistema de terrorismo. com isso deixa todos "parlamentares" morrendo de medo, porque o que se sabe nos bastidores é que o cara é o bicho. eta mt.

  • Suzenil da Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Como disseram nos comentários acima que o homem "supostamente", fraudou sua primeira eleição com o achado da urna de lona em sua casa, ninguem sabe de seus projetos, foi presidente e sumiu com o dinheiro da nova sede, é acusado de estar tocando os negócios do Arcanjo, comprou voto nessa eleição, foi cassado, recorreu, perdeu e eu ainda continuo pagamento seu salário para ele ficar no bem bom? fala sério, meu dinheiro não é capim, eu pago os impostos as duras penas, sacrificando até o essencial para meus filhos para esse cara se divertir as minhas custas? que país é esse? Ai Sergio e Riva, nas próximas eleições não adianta nem passar aqui pelo Planalto, vou fazer campanha contra.
    Pelo menos justifiquem para nós que pagamos seus pulpudos salários, porque esse homem ainda continua mamando nessa teta. Eu sou leiga, não entendo de direito, mas sei votar e na hora vou saber dar o troco.

  • Antonio Cavalcante Filho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    A cada dia que passa vai ficando mais angustiante e revoltante observar a canalhice, a corrupção e a impunidade que impera absolutamente em nosso país e muito especialmente em nosso estado. Juro que, em alguns momentos fico depressivo, frustrado, decepcionado e apático diante a inoperância de todas as nossas instituições.

    A justiça brasileira, por exemplo, enjaula com facilidade uma pobre empregada doméstica que furta num supermercado um pote de manteiga. No entanto, alega enormes dificuldades para prender ou cassar politiqueiros-corruptos-safados-canalhas-patifes-ladrões. Nem ao menos questionam sobre a imensa fortuna que muitos deles adquirem à custa dos cofres públicos.


    É vergonhoso e inaceitável que um deputado mesmo após ser cassado, por compra de votos há mais de três meses, continue recebendo salários mensais da Assembléia, como se nada tivesse acontecido.

    Isso só vem demonstrar o quanto o nosso sistema político não tem nenhuma compostura e dignidade, que está se corroendo a cada dia por estes homens indignos que infelizmente estão levando nossa nação a um caminho de caos.

  • Leonardo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Como bem disse um dos comentários acima: Cadê o MPE e cadê a OAB???

  • Manoel Galdino | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    È moçada, as vezes me pergunto! Na pratica para que serve o TRIBUNAL DE CONTAS? para que serve ASSEMBLEIA LEGISLATIVA?
    O tribunal de contas quando analisa as contas publicas, e depara com irregularidades insanaveis, diz que reprova as contas. E dai? reprovou; "cade" a penalidade? Enviam para as camaras municipais e estes contrariam o TCE e aprova as contas. Dizem as bocas malditas, que o poderes legislativo, so atua quando vem como retorno as famosas emendas, sessao extraordinarias, etc. Ou então quando simula uma CPI, depois o que acontece?? "NHA CÁ NHONHO, O QUE ESTA QUERENDO PARA CALAR A BOCA? CARGOS? MERENDAS?"

  • João Batista Barbosa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Estranho o não cumprimento da determinação judicial pelo presidente da AL, deputado Sérgio Ricardo (PR) em não notificar Gilmar Fabris. Enquanto isso, o Erário Público Estadual – e por tabela o povo mato-grossense – paga uma mesma verba a dois deputados para a mesma finalidade. Não precisa ser muito inteligente para saber o quanto é questionável a corriqueira prática de licença saúde para garantir acertos e composições políticas no Poder Legislativo. O sempre gordinho parlamentar cassado alega que está em tratamento contra a obesidade, fato que não o impede de exercer suas atividades partidárias no DEM/PFL, realizar seus negócios particulares e participar de eventos festivos, como bem demonstram as colunas sociais dos principais jornais do Estado. A Casa do Povo tá mais para casa da mãe Joana, onde o privilégio com recurso público beneficia alguns poucos em detrimento da maioria.

  • julio augusto de oliveira soares | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Não posso acreditar que o dep.Sérgio Ricardo compactue com algo tão despresível,espero que esteja agindo respaldado pelo corpo jurídico da assembléia que possui em seus quadros grandes operadores do direito,pois se hoje estou filiado a um partido político foi por acreditar que ele até a presente data esta coberto pelo manto sagrado da ética que é o indicativo do que é mais justo ou menos injusto,diante de possiveis escolhas que afetam terceiros.Lembro ao ilustre homem público que ser ético é fazer algo que te beneficie e ,no mínimo, não prejudique outro.Fico triste em saber que a senhora Terezinha Maggi tenha algo contra este legislador,haja vista que apesar de não conhece-la pessoalmente sempre a vi como uma pessoa de atitudes sensatas e justas e até o momento o deputado em epígrafe sempre foi leal ao seu marido e governador.

  • Paulo Mattos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Infelizmente neste país é muito difícil opinarmos a respeito de acontecimentos decentes, honrosos que, em tese, deveriam proporcionar orgulho à população. Gostariamos tanto de enaltecer bons acontecimentos, como por exemplo, melhoria considerável da educação brasileira, da segurança pública, do sistema de saúde, melhoria das condições de vida do povo brasileiro, maior acessibilidade dos jovens ao estudo e ao trabalho, melhorias nos Bairros carentes, dignificando seus moradores, etc, etc. Mas temos que conviver, sempre revoltados, com políticos como esse tal Gilmar Fabris que, segundo consta, não é flor que se cheire e deveria também, assim como outros seus pares, estar na cadeia; temos que conviver com uma Justiça Pública (Civil, Criminal, Eleitoral) inepta e desmoralizada pelos seus próprio atos (onde já se viu não se cumprir decisão judicial e as coisas permanecerem como estão ?); temos que conviver com a celeridade da Justiça somente e tão somente quando se trata de apenar pessoas pobres e humildes; temos que conviver com os Sérgios Ricardos, Josés Riva, Walter Rabello e tantos outros indignos que dizem nos representar. É muito triste, mas temos que conviver com a revolta de nos sentirmos impotentes e humilhados por todos esses "cidadãos" indignos que, ao contrário de nós, simples mortais, temos que dar um duro danado para pagar nossas contas, sem ajuda nenhuma de subsídios, verbas de gabinetes, contas secretas, doações de campanha, etc. etc. Onde está a Justiça Pública que não faz valer a sua decisão ? Quer dizer que o Minstério Público, sempre tão atuante e diligente, não tinha conhecimento da situação do Gilmar Fabris? Então tá, todos somos muito bobos mesmo.

  • Luiz Claudio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Sem comentario.......
    abraços