• Soraya | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Como infelizmente vem a ocorrer nos meios públicos, em razão da mais variada sorte de mazelas e interesses, a classe médica busca adesão de colegas se valendo de expedientes equivocados, ilegais e até mesmo criminosos.
    Cadê o Tribunal de Justiça ?? Ministério Público ??

  • Amanda - Advogada | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Srs. Médicos,
    Sobre as possíveis consequências legais: Apesar de se tratar de movimento justo, a paralisação destes setores em eventuais intercorrências, poderá expor os médicos a procedimentos criminal e civil, se ficar caracterizada que da sua atuação dolosa ou culposa restou dano a paciente assistido.
    Então percebam senhores que se houver dano ao paciente, poderá haver responsabilização Criminal e Civil do médico ou enfermeiro grevista.

  • Jamil Adv. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Há várias jurisprudência a favor do povo em caso de greve médica, eis uma delas:
    Os atendimentos de urgência e emergência, UTI e atividades afins devem ser garantidos durante o período de greve, como também mantida a sequencia do tratamento dos pacientes internados, devendo os médicos serem responsabilizados por eventuais danos que venham a causar por atos ilícitos ou omissões.

  • Jamil Adv. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Percebam a Jurisprudência.......... Eis a matéria completa a quem possa interessar.

    DEVEM MANTER ATENDIMENTO

    Justiça condiciona greve de médicos no interior de São Paulo

    O juiz Rafael Pinheiro Guarisco, da 4ª Vara de Guaratinguetá, condicionou a realização da greve dos médicos do Pronto-Socorro Municipal de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, prevista para esta segunda-feira (31/8), “à manutenção do número mínimo de plantonistas 24 por dia, em todas as especialidades necessárias e essenciais aos atendimentos de emergência e urgência”.
    Para o juiz, “o direito à saúde, assim como o direito à greve, encontram ambos amparo constitucional. Está-se, pois, diante de direitos da mesma hierarquia e igualmente tutelas. No entanto, em caso concreto, diante do embate, há que se prestigiar o direito à saúde, em detrimento da pretensão grevista”.
    De acordo com o magistrado, “a despeito de legítima, certo é que no caso concreto, diante do risco de paralisação desmesurada, desorganizada, a prestação de serviço público tão essencial à população pode ficar, senão efetivamente ficará, por completo comprometida”.
    Na decisão, além de obrigar a manutenção do número mínimo de plantonistas 24 horas por dia em todas as especialidades essenciais aos atendimentos de emergência e urgência, o juiz determinou que os médicos que lideram o movimento grevista se abstenham de praticar atos que impeçam o direito dos pacientes de acesso às dependências internas do Pronto-Socorro Municipal.
    A decisão também obriga que se mantenha um livro de registro dos pacientes considerados pelos médicos fora da situação de urgência e emergência, bem como informem ao juízo todos os médicos que aderirem à greve.
    A antecipação dos efeitos da tutela foi concedida em Ação Civil Pública movida pelo promotor de Justiça José Benedito Moreira, que alegou o altíssimo risco para a vida dos cidadãos se o movimento grevista se concretizasse da forma como foi anunciado pelos médicos.
    Na ação, o promotor lembrou que o Pronto-Socorro é o único órgão da Secretaria Municipal de Saúde que funciona ininterruptamente (24 horas por dia), com todas as especialidades médicas necessárias para o atendimento das urgências e emergências.
    Argumentou, ainda, que o Pronto-Socorro atende não só a população de Guaratinguetá, mas também os municípios de Cunha, Aparecida, Roseira e Potim e ainda serve de “referência” para os acidentes ocorridos na Nova Dutra, em extenso trecho que vai de Lorena a Pindamonhangaba.
    Segundo o promotor, “nem mesmo os hospitais particulares da cidade possuem igual estrutura, pois nem sempre têm à disposição todas as especialidades existentes no Pronto-Socorro, reunidos 24 horas por dia”.

  • Juliano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro Cristian ou senhor DAS. Médico é um trabalhador. Entendo que se você acha do fundo do seu coração médico mercenário e hipócrita na próxima vez que um parente seu adoecer, leve-o ao prefeito e ao secretário de saúde, que eles saberão conduzir esse caso clínico.

  • Juliano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Marinete do DAS o que é isso. Dipirona e voltarem podem aparecer na prescrição de seu pós operatório se você for operada de apendicite, bala e faca, tiro na cabeça, etc. Valorize quem um dia poderá te salvar.
    O Secretário pediu pinico não para o Exército, mas sim para a Diretoria de Saúde do Exército que é chefiada por MÉDICO.

  • Juliano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Fidel se não tiver médico quem ira te socorrer nas urgências. Vida longa e saudável.

  • Igor | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    SO BLA BLA BLA MAIS NADA.

    VAMOS AGIR PESSOAL

  • jose cuiabano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    DEXA OPOVO MORRE LUIZINHO SOBRA MAS PRA NOS NA SAUDE