• Maria Candida Lopes | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Walter, estamos com vc nessa. Agora todo mundo esta sabendo pq tanta perseguicao! Esse Mauro mendes acha que só pq é rico consegue comprar o povo,
    dessa vez os pobres vao ter vez!

  • Antonio Carlos do Amaral | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não tenho vínculo com nenhum partido. Para mim eles nem precisariam existir. Voto na pessoa.
    Na última eleição votei no Walter Rabelo para deputado estadual e no Valtenir para Federal. Os dois me transmitiram confiança e depositei o meu voto. Queria que um me representasse no Estado e o outro em Brasilia.
    Menos de dois anos de mandato, sem terem feito nada de bom para a comunidade, esses dois TRAIDORES querem ser prefeito? E o meu voto onde fica? Não votei em suplente.
    Vou VOTAR CONTRA ESSES DOIS CARAS-DE-PAU, e fazer campanha contra.

  • Marcus Mediato | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Olá seu Muvuca. Você saiu de Cuiabá e foi pra longe mesmo. É bom que fique por aí pois a Polícia Federal está no seu encalso, sem dizer que você já foi exonerado da Sema, conforme matéria abaixo:

    Fiscais da Sema acusados de crimes ambientais são exonerados
    04 de junho de 2008 - 07h29

    Dois servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), acusados de participar de crimes ambientais, foram exonerados e o ato foi publicado ontem no Diário Oficial. José Marcondes dos Santos Neto, conhecido como Muvuca, foi preso pela Polícia Federal (PF) em 30 de abril, durante a Operação Termes. Ele é suspeito de participar de um esquema para a exploração irregular de madeira nobre na região Norte de Mato Grosso.

    O segundo funcionário exonerado pela administração estadual é Emanoel Rosa de Oliveira. O servidor era diretor Regional do escritório da Sema em Pontes e Lacerda e está envolvido na Operação Caipora, deflagrada pela PF em 29 de maio. A ação investigou a exploração de madeiras em áreas indígenas, na região Oeste de Mato Grosso e Rondônia.

    Na ocasião, a diretoria da Sema declarou que os servidores eram comissionados e com a comprovação do crime seriam exonerados. O processo judicial ainda não foi concluído, no entanto os dois funcionários foram demitidos. Ambos foram exonerados com a data de 30 de maio.