• Antônio João Siqueira | Sábado, 23 de Janeiro de 2010, 18h26
    0
    1

    Caros colegas que neste espaço expressam suas opniões, vamos elevar o nível do debate quanto as aspirações deste nosso grande estado. Teremos sim uma bela disputa. Quanto ao vencedor: torço pelo Wilson Santos, porque vejo nele argumento. Quanto as críticas que recebem, muitas e muitas são literalmente injustas. A maior delas é sobre essa peça de ficção chamada PAC, do governo federal que em todo Brasil em três anos não chegou a aplicar 35% dos recursos previstos. Ela serve como bandeira política de demagógicos, como Lula, Dilma e outros. Quanto a erros é claro que os tem, como todos os prefeitos que estão com apenas 14% dos recursos, enquanto o estado com 26% e a união com 60%. O modelo brasileiro precisa ser revisto urgentemente.Não é possível o governo do estado e o governo federal quererem administrar os municípios segundo as suas lógicas eleitorais.

  • Junior | Sábado, 23 de Janeiro de 2010, 13h24
    0
    0

    Nao sei como aquele morador de diamantino(SERGIO BRANDAO), pode avaliar o prefeito de Cuiaba... Amigo pelo que to sabendo a sua cidade ta um caos também... Porque vc não abre os seu olhos, seus ouvidos, lave a boca e pare de elogiar um prefeito de uma cidade que vc nem mora... Desculpe a franqueza, mas va avaliar a LINCOLN, que nao ta fazendo nada ai e vc ainda vem dizer que WS é um bom prefeito... Brincadeira isso!!!

  • Jean M. Van Den Haute | Sábado, 23 de Janeiro de 2010, 10h54
    0
    0

    Suicídio político mesmo seria abandonar a Prefeitura. O Prefeito tem três anos para mudar radicalmente o rumo desastroso da atual gestão municipal. É extremamente fácil, a saudosa Dona Ruth Cardoso fez tudo para ajudar, colocou toda a sua experiência européia, todos os seus conhecimentos sociais no “Estatuto da Cidade”, bíblia para uma política de sucesso. Basta o Prefeito, como em todas as Metrópoles do mundo desenvolvido, tomar a liderança do desenvolvimento socioeconômico e ambiental sustentável da “Metrópole de Cuiabá”, sendo que uma Metrópole não é o que ditam Blairo Maggi, Yênes Magalhães e Rita Chiletto na equivocada e fantasista Lei Estadual Complementar n° 359/09. Uma Metrópole é uma Cidade Pólo ou uma Capital integrando os municípios conurbanos e os municípios ligados através do fluxo diário das pessoas ativas, com influência econômica direta. No caso da Metrópole de Cuiabá, Santo Antônio do Leverger e Nossa Senhora do Livramento são municípios integrados através do fluxo pendular diário. Portanto, uma Metrópole não é uma Região Metropolitana, mas sim, uma “Cidade Única” que deve ser tratada como tal através de uma parceria intermunicipal com APOIO do Governo Estadual e Federal, ... É LEI !!! Muito mais importante que ser Governador é ser o Prefeito da “Metrópole de Cuiabá” perfeitamente legalizada e sem a qual não existe a mínima possibilidade de acesso aos recursos federais e recursos privados, nacionais e internacionais permitindo a implantação das grandes infra-estruturas urbanas indispensáveis numa CIDADE GLOBAL, numa CAPITAL DE PRESTÍGIO INTERNACIONAL, ... para trazer a Copa de 2014 !!!!!!!!!!! Jean M. Van Den Haute Diretor Técnico e Representante da ASSUT-MT, no SNDU, Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano.