• Antonio | Quinta-Feira, 18 de Março de 2010, 16h11
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    Aqui em São Paulo já tem isso faz tempo... funciona? em termos... porque os alunos deixam de dar trotes dentro da universidade, onde poderia existir um certo controle da instituição e as "atividades" passam a ocorrer com muito mais intensidade nas festas e repúblicas. Por outro lado, a proibição se bem trabalhada pela universidade, com a mobilização e conscientização dos alunos, vai criando uma cultura "anti-trote" nos ingressantes, que ao longo dos anos pode resultar algum efeito.