• Maria Hygea | Segunda-Feira, 19 de Abril de 2010, 23h38
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    Na verdade este movimento dos estudantes é encomendado. É um grupo que se intitula democrático, marxista e apolítico, e no final das contas não é nada disso. É sim, um movimento orientado por uma esquerdalha que nada mais sabe fazer do que ser oposição pela oposição, não propõe e não aceita conversa entre a representatividade, só querem conversar em bandos, que logicamente não é para ter conversa alguma. As pautas são legitimas? São, mas a maneira em que desenvolvem as discussões é que não é sadia. Vocês sabem quem pagou o trio elétrico, não foi nenhum movimento de esquerdo, é da direita mesmo. Pena, que o movimento na UFMT passe pelo que está, os acadêmicos não tem nada a ganhar e sim a perder.

  • Paulo Rogério Barcelos Santiago Lima | Segunda-Feira, 19 de Abril de 2010, 22h13
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    Eu vivo na academia cada lastima dessa greve, o reuni, essa dita ficção, é para educação o mesmo calo que, foi para o “PAC”, cheira a morte administrativa, na descentralização, é muito enxugada e falha. Faltam professores para dar aula, alunos que nem tem aula, nem começam a ter educação, pq não tem docente, despercebidos com falta de aula. O que adianta ter o dobro de vagas, se não há a base que é o docente? nem começamos a imperar qualidade, e sim uma quantidade fajuta no processo de modernização da educação, que se faz ineficiente, um governo federal moderno com cara de retrógado, antes com FHC tínhamos pelo menos professores, e agora? E foi instalado o "REUNI", e seus atuais programas ridículos que pendem da quantidade para a qualidade. Ou seja, ” quem não agüenta peida”,, vulgarmente falando! Uma quimera chamada LULA!