Judiciário

Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2020, 09h:59 | Atualizado: 25/09/2020, 18h:04

DISPUTA ADMINISTRATIVA

Presidente do Hospital Militar nega ameaça; recebeu advogada com respeito

O presidente do Hospital Militar, coronel José Kleber Duarte Santos, negou que tenha ameaçado ou agredido a advogada Josleine Virginia Ferreira, que atuava na intervenção da unidade privada de saúde. O militar disse que tratou Josleine “com respeito e educação” quando ela tentou pegar de volta o controle do hospital na quarta (23).

Reprodução

Coronel Jose Kleber Duarte

O coronel José Kleber Duarte Santos foi eleito para comandar o Hospital Militar em Cuiabá

Kleber Duarte, por meio de nota, lembrou que a ação judicial sobre a eleição para a presidência da associação que administra o hospital foi sentenciada pela juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, da 10ª Vara Civil de Cuiabá, julgando improcedentes os pedidos feitos pela chapa excluída do pleito, ocorrido em outubro de 2019. A chapa opositora era liderada pelo também coronel Edson Leite da Silva.

Na avaliação da defesa, a sentença “garantiu a legalidade das eleições, assim como que o senhor José Kleber Duarte Santos e sua chapa foram eleitos democraticamente, sendo sua posse devidamente justificada, frente à presidência da associação”.

“No dia 23 de setembro, o senhor Dival Pinto Martins Correa entregou por livre e espontânea vontade, e seguindo a decisão de mérito da Excelentíssima Juíza, a posse da associação para o presidente Democraticamente Eleito, lembrando que ainda existe o prazo recursal, este somente para as partes envolvidas na demanda e não para a diretoria transitória, importante demonstrar que a própria advogada representante do senhor diretor tansitório assinou a ata de cumprimento de sentença judicial voluntária”, explica.

Dival havia sido nomeado pelo Comando-Geral da Polícia Militar como interventor por determinação da juíza. Apesar da entrega pacífica das chaves depois da sentença, que ainda havia revogado uma liminar que impedia a posse do coronel Kleber, houve confusão naquele dia mais tarde.

“Depois de algumas horas, a referida advogada que se intitula “interventora”, voltou a sede da ABSM/MT dizendo que não concordava mais com a posse voluntária, assim, explicado para a Advogada, que a associação foi entregue pelo Cel. Dival Pinto Martins Correa, através do documento anexo; e que, a advogada não tem autonomia para reaver a associação, uma vez que já fora entregue; e que, se desejava tanto assumir a presidência, que se manifesta em juízo e não pela força de escândalo, intimidações e ameaças como fez; tratando-se de fatos inverídicos as alegações da Advogada sobre sua visita à Associação, uma vez que fora recebida com respeito e educação, diferente da postura dela perante os Associados e a Associação”, afirma na nota.

A defesa do coronel, feita pelo advogado Sonny Taborelli, argumenta que por várias vezes a Josleine foi informada que no caso do ex-presidente transitório sentir necessidade de permanecer na associação, “que o mesmo procure legalmente seus direitos, manifeste dentro do processo (ainda que não seja parte), e consiga uma medida para a retirada do presidente democraticamente eleito, garantido por sentença judicial”. O coronel Kleber ainda disse estar à disposição da Justiça para cumprir e respeitar decisões judiciais.

Veja a nota completa:

Conforme noticia publicada no dia 24 de setembro 2020, titulada como Juíza Nega Posse de coronel eleito e interventora faz boletim de ocorrência de ameaça, deve ser esclarecido que a Excelentíssima Juíza da 10ª vara Civil Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, sentenciou, conforme cita a matéria, base para a presente matéria, pela improcedência dos pedidos realizados pela chapa excluída da eleição que ocorreu em outubro de 2019; portanto, garantiu a legalidade das eleições, assim como que o senhor José Kleber Duarte Santos e sua chapa foram eleitos democraticamente, sendo sua posse devidamente justificada, frente à Presidência da Associação.

No dia 23 de setembro, o senhor Dival Pinto Martins Correa entregou por livre e espontânea vontade, e seguindo a decisão de mérito da Excelentíssima Juíza, a posse da associação para o presidente Democraticamente Eleito, lembrando que ainda existe o prazo recursal, este somente para as partes envolvidas na demanda e não para a diretoria transitória, importante demonstrar que a própria advogada representante do senhor diretor Transitório assinou a ata de cumprimento de sentença judicial voluntária.

Depois de algumas horas, a referida advogada que se intitula “interventora”, voltou a sede da ABSM/MT dizendo que não concordava mais com a posse voluntária, assim, explicado para a Advogada, que a associação foi entregue pelo Cel. Dival Pinto Martins Correa, através do documento anexo; e que, a advogada não tem autonomia para reaver a associação, uma vez que já fora entregue; e que, se desejava tanto assumir a presidência, que se manifesta em juízo e não pela força de escândalo,  intimidações e ameaças como fez; tratando-se de fatos inverídicos as alegações da Advogada sobre sua visita à Associação, uma vez que fora recebida com respeito e educação, diferente da postura dela perante os Associados e a Associação.  

Por várias vezes foi esclarecida a advogada que, no caso do ex-presidente transitório sentir a necessidade de permanecer na Associação por razões próprias, que o mesmo procure legalmente seus direitos, manifeste dentro do processo (ainda que não seja parte), e consiga uma medida para a retirada do Presidente Democraticamente Eleito, garantido por sentença judicial.

Salienta-se que o Senhor José Kleber Duarte Santos, está a intera disposição da justiça para cumprir e respeitar as decisões judiciais.

Depois do escândalo praticado pela advogada que se intitula interventora, com atitudes não aceita para um advogado, a administração foi verificar o porquê de tanto tumulto da administração transitória permanecer; concluindo que, durante este período que a Administração Transitória ficou no comando do Hospital Militar, só a família e amigos do senhor Diretor Transitório da Associação, possuía a despesa mensal para associação já desgastada financeiramente de R$ 39.038,68 (trinta e nove mil trinta e oito reais e sessenta e oito centavos)/mês.

Distribuído na seguinte forma, o diretor provisório trouxe para trabalhar com ele, a sua Advogada pessoa para receber pelos seus serviços o equivalente de R$ 8.129,00 (oito mil cento e vinte e nove reais)/mês; a sua própria remuneração como presidente transitório o valor de R$ 13.668,00 (treze mil seiscentos e sessenta e oito reais); seu contador recebendo o valor de R$ 12.876,00 (doze mil oitocentos e setenta e seis reais); sua filha no cargo de assistente de farmácia no Valor de R$ 1.409,00 (um mil quatrocentos e nove reais); seu genro, Auxiliar administrativo no valor de R$ 1.700,00 (mil e setecentos reais); uma outra parente, serviços gerais recebendo o valor de R$ 1.256,68 (um mil duzentos e cinquenta e seis reais e sessenta e oito centavos), entre outras regalias.

Por consequência sem autorização a diretoria transitória em poucos meses, fechou o pronto atendimento do Hospital, aumentou o quadro de funcionários de forma arbitraria, demitiu funcionários com mais de 10(dez) anos de trabalho, entre outros absurdos.

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Comentários (5)

  • Pri | Sábado, 26 de Setembro de 2020, 10h40
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    2

    Graças a Deus o Coronel Kleber voltou. Agora podemos descansar com a certeza de que ele irá fazer uma ótima gestão e irá colocar nosso hospital pra funcionar devidamente, assim como ele fez anteriormente. O nosso medo, como associados, era o hospital nas mãos erradas! Confiamos e acreditamos na responsabilidade e amor que o coronel Kleber sempre teve por esse lugar.. A justiça tarda mas não falha, somos só gratidão por essa conquista.

  • Sônia Regina Nogueira Dias | Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2020, 14h38
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    3

    Um absurdo uma profissional que se diz advogada licenciada com OAB com esse comportamento, não aconteceu agressão isso não procede. Todos os colaboradora que estavam naquele horário de trabalho podem defender o coronel Kleber Duarte inclusive ele estava acompanhado com outro coronel. Que seja apurado a verdade de tudo isso!!! Realmente sem ética profissional de um total dispreso em manter uma advogada dessas em uma instituição seria é compromissada com a sociedade.

  • Sônia Regina Nogueira Dias | Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2020, 13h50
    7
    3

    Repúdio à uma profissional que se diz advogada licenciada pela a OAB.

  • Sônia Regina Nogueira Dias | Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2020, 13h48
    6
    2

    Um absurdo uma profissional que se diz advogada licenciada com AOB com esse comportamento, não aconteceu agressão isso não procede. Todos os colaboradora que estavam naquele horário de trabalho podem defender o coronel Kleber Duarte inclusive ele estava acompanhado com outro coronel. Que seja apurado a verdade de tudo isso!!! Realmente sem ética profissional de um total dispreso em manter uma advogada dessas em uma instituição seria é compromissada com a sociedade.

  • Expiacuiaba | Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2020, 13h13
    10
    3

    Isso aí está de parabéns agora o site ,mostrando e dando chance pro Coronel Kleber .Gostei de ver.... Dr Sony como advogado representa ela no OAB. Ela é baforrenta mesmo . E mentirosa .

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