Legislativo

Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 07h:42 | Atualizado: 10/02/2014, 07h:57

Barreto quer suspensão de pedágio na MT-130 até recuperação do local

A Tribuna

MT-130, buracos

MT-130 é alvo de reclamções dos motoristas e deputados querem melhorias

O líder do Governo na Assembleia, deputado Jota Barreto (PR), organiza movimento para suspender a cobrança de pedágio na MT-130 até que haja a recuperação da via. A estrada que liga Rondonópolis a Primavera do Leste está em situação precária apesar dos motoristas serem obrigados a pagar diariamente tarifa de R$ 13 para trafegar no local. A empresa responsável pela qualidade do asfalto, Morro da Mesa que, tem como um dos sócios o deputado Ondanir Bortolini, o Nininho (PR), explora o serviço desde 2012, mas não cumpre com as suas obrigações de restaurar a pista.

Deputados de oposição e situação como Barreto e Zeca Viana (PDT) têm encabeçado as reclamações quanto a qualidade da pavimentação. “Aquela é a pior rodovia pedagiada do planeta”, protesta Viana. Barreto aproveita a discussão na Assembleia sobre a criação de novos pontos de pedágio em Mato Grosso para pedir o endurecimento das regras de concessão das estradas e da cobrança governamental. “As concessionárias têm que ser proibidas de recolher a taxa antes de realizar pelo menos 20% das obras previstas no contrato. Só quando atingisse o percentual ela deveria começar a cobrar”, avalia Barreto.

O governista também propôs projeto de lei criando a tarifa social. Ele não é a favor da isenção, mas da fixação de um valor menor para os pequenos produtores, moradores e estudantes da localidade. “Sou a favor do pedágio, mas que seja coerente, porque há relatos de agricultores que produzem e vendem R$ 50 de leite por dia e deixa quase a metade dessa renda no pedágio”, conta. 

Por causa das irregularidades na MT-130, a Morro da Mesa foi multada pelo Procon em R$ 3,3 milhões. Além dos buracos, a empresa é acusada de fazer cobrança ilegal de motocicletas e motomotores, isentos por lei, e criticada por cobrar tarifa excessiva. Se somados os dois pontos de pedágio, o valor cobrado chega a R$ 13 por 122 km. “O valor cobrado  é um absurdo! Nas estradas federais se cobra R$ 3 ou R$ 4 a cada 100 km”, frisa Barreto.

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Comentários (9)

  • Dornele$ | Segunda-Feira, 17 de Fevereiro de 2014, 19h07
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    Esse é o grande legado do Riva e Silval. Esse é o meu Mato Grosso. Tudo loteado e divido. Riva e seus 23 anões!

  • Dornele$ | Terça-Feira, 11 de Fevereiro de 2014, 10h28
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    Esse é o grande legado do Riva e Silval. Esse é o meu Mato Grosso. Tudo loteado e divido. Riva e seus 23 anões! Rsrsrr!

  • César | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 17h04
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    Passei nessa rodovia, na última quanta- feira(05/02/2014) devido acidente na BR 364. Paguei 13,00 para andar em uma via vergonhosa. Cade o MPE, Cade o povo que utiliza essa rodovia. Se fosse mantida com o dinheiro público aceitaríamos porque sabemos dos desvios, da corrupção e dos desmandos. Mas lá, estamos pagando para uma empresa particular e por isso queremos algo que seja condizente com o valor pago. Políticos sem compromissos, bandos de corruptos, não vão multar e até mesmo excluir essa empresa que administra essa rodovia?

  • Nilvo Cesar T. Rojas | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 12h22
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    Passei por esta rodovia na quinta feira, buracos de a saída de rondonópolis até chegar em primavera, ali não há o que recuperar, a base está comprometida, paguei 13,00 de pedágio e como troco cheguei ao final do percurso com uma roda amassada, a pergunta que fica quem vai me ressarcir? e porque os orgãos competentes não tomam uma atitude drástica contra essa empresa? será que estamos diante de um corporativismo? se esta rodovia é modelo de privatização, já vi que todos estamos lascados, pior ainda se virar moda deputado ser sócio em outras privatizações, espero que o povo se manifeste contra as privatizações das rodovias estaduais, porque já vimos que não funciona, só tendem a piorar, e que os nobres deputados nos dê uma resposta quanto ao dinheiro do FETHAB para servirá? e que os agricultores de mato grosso também se posicionem contra, porque se os fretes já estão um absurdo imaginem com privatizações estupidas como está da Rod. MT 130, creio que daqui mais uns 3 anos será uma disputa enorme entre o governo estadual e índios por praças de pedágios, e os dois juntos o que nos oferecem? NAAADA, e cade o M.P. Estadual? até quando essa farra vai continuar? espero que toda sociedade mato grossense saiba dar uma resposta as alturas nas próximas eleições, banindo políticos de carreiras que nada fazem em beneficio do povo.

  • eudis | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 11h43
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    parabens alguem tem que tomar uma atitude enquanto essa cambada de ladrao fica explorando as pessoas tomara que façam alguma coisa que isso ta uma vergonha e ainda querem colocar em mais trecho em mt se nao tao dando conta de faser nem a manutençao nas que tem ...

  • Vilmar Berté | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 11h36
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    Sou empresário em Rondonopolis e Primavera do Leste. Todos os dias passo com mais de vinte cargas nesta rodovia, pagando mais de 2mil reais diário. Venho a mais de um ano denunciando o abuso da concessionaria MORRO DA MESA, de propriedade do deputado NININHO. É um absurdo pagar por uma estrada totalmente sem sinalização, acostamento e toda esburacada. Será que neste estado realmente estamos nas mãos de pessoas s compromisso com o cidadão de bem?? Cade o MP, TRIBUNAL DE CONTAS (parece que é so faz de contas). Quero meus direitos de cidadão. Vilmar Berté

  • domicio | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 10h37
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    vc deputados sao culpados por esse fato esta acontecendo. se fizesse o governo investir em estradas com recursos do FETHAB, nao estaria acontecendo isso.

  • joao | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 09h57
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    Acredito que a população vai aplaudir se cada veículo que passar pela praça de pedágio pagar R$ 2,00 (dois reais). O deputado é sócio, mas tem outros políticos de MT também na parada. Na campanha eleitoral de 2014 vai aparecer outros nomes que a população ainda não sabe.

  • Zé | Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2014, 09h16
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    A ACT - Associação de Ciclismo Tangaraense está enfrentando muitas dificuldades para apoiar seus atletas, isso devido à falta de apoio financeiro (patrocinadores ou colaboradores) que invistem no ciclismo. Considero que quando falamos no ciclismo de Tangará da Serra/MT, estamos comentando sobre o ciclismo de base do estado de Mato Grosso, algo que merece respeito e o mínimo de consideração ao que se refere a investimento financeiro do setor público e privado. Além disso, gostaria de reforçar que vários atletas do estado de MT de diversas modalidades, e principalmente do ciclismo estão sem receber o repasse da Bolsa Atleta. Se não me falhe a memória, o Governo Estadual ainda está liberando parcelas dos meses de 2010, e faltam o repasse das parcelas dos anos de 2011 e 2012. É notório que em nosso país quem tem voz e vez é o futebol, não sou contra esse esporte, até gosto, mas sei que não podemos privilegiar apenas um esporte, até porque são trilhões de atletas em diversas áreas nos representando e que também precisam de incentivo. Os atletas ganham o incentivo da Bolsa Atleta seja estadual ou federal porque estão entre os primeiros do ranking, deixam de participar de momentos em família e com amigos para treinar, participar de competições, enfim, deixam a vida que possuem para representar sua cidade e estado, além de a maioria retirar do bolso os custos com o esporte. Atualmente a Associação de Ciclismo Tangaraense não possui apoio financeiro para ajudar seus atletas à continuar seus treinamentos e participar de competições em 2014. Reforço que os títulos nacionais conquistados pelos ciclistas dessa associação nos últimos três anos não foram suficientes para mostrar a seriedade do projeto social. O preseidente da ACT, José Abdo comentou que no ano de 2013 seus ciclistas de 12 a 16 anos, ao invés de se dedicarem exclusivamente aos treinos e estudos, tiveram que pedir ajuda aos empresários locais para poderem viajar para as 16 competições do ranking nacional. José Abdo ainda desabafou: "Conquistamos títulos importantíssimos no ciclismo e pelo que estamos vendo ninguém liga, ninguém dá valor. Infelizmente vivemos uma cultura medíocre onde só o futebol tem valor no Brasil, e é só para esta modalidade que vemos investimentos de grande porte. Para as demais modalidades olímpicas só sobram migalhas." Considerando que se não houvesse o atraso no pagamento da Bolsa Atleta concedida pelo Governo estadual, os atletas matogrossenses contemplados com esse benefício entre os anos de 2010 à 2012, poderiam trilhar novos objetivos e conquistas a nível brasileiro. É obvio que a falta de apoio e de patrocínios no ciclismo, junto à falta de repasse da Bolsa Atleta Estadual, prejudica o treinamento dos atletas da ACT como de outros ciclistas do estado, algo que diretamente implicará na não participação em provas do ranking brasileiro. Reforço o quanto fico preocupada com o possível encerramento dos trabalhos da ACT, pelo desânimo que açola o presidente José Abdo e seus atletas, principalmente por estes serem exemplo e futuro do ciclismo de base.

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