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Terça-Feira, 12 de Fevereiro de 2019, 13h:33 | Atualizado: 12/02/2019, 13h:41

Após ir à festa, Suzane Richthofen perde direito às saídas temporárias da cadeia

Arquivo Pessoal

Suzane Richthofen

Suzane Richthofen foi detida pela PM em dezembro de 2018 ao ser flagrada em festa de casamento em Taubaté

Após flagrante em festa durante a saída temporária de Natal, a Vara de Execuções Criminais (VEC) de Taubaté suspendeu o direito ao benefício para a detenta Suzane von Richthofen. A punição tem validade para as três próximas 'saidinhas' - Páscoa, Dia das Mães e Dia dos Pais. Condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, Suzane cumpre pena na penitenciária de Tremembé (SP).

A medida sobrepõe a decisão anterior, da juíza plantonista, Sueli Zeraik. Na ocasião da infração, em dezembro de 2018, ela entendeu que não havia irregularidade e manteve autorizada a saída de fim de ano da presa. A detenção havia sido feita pela PM.

A nova decisão, da juíza do caso, Wania Regina da Cunha, foi assinada na última semana e foi baseada em um pedido do Ministério Público.

Para a magistrada, houve descumprimento da regra na saída de Natal. Isso porque Suzane estava na festa de casamento, em Taubaté, ao invés de seguir para o endereço indicado à Justiça - que é a casa da família do namorado, em Angatuba (SP).

Também foi considerado como agravante, o fato de Suzane já ter informado endereço falso na saída de Dia das Mães em 2016. Na época, como punição, ela ficou na cela solitária por 10 dias e respondeu a processo administrativo.

Condição

Com a perda das três próximas saídas temporárias, Suzane só deve voltar a sair da prisão no Dia das Crianças. A retomada do benefício é condicionada ao bom comportamento dela no sistema prisional.

Por nota, a Defensoria Pública, responsável pela defesa de Suzane, informou que o processo tramita em segredo de justiça e não tem autorização para passar informações.

A Secretaria de Administração Prisional (SAP) informou que o processo está em segredo de Justiça e que cumpre a custódia na medida das normas impostas pelo Judiciário. O Ministério Público, autor do pedido que resultou na perda do benefício, foi procurado e disse que não vai se manifestar porque o processo de Suzane tramita em segredo de Justiça.

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