PARTIDO

Quarta-Feira, 14 de Maio de 2014, 20h:07 | Atualizado: 14/05/2014, 20h:53

Embate

Em defesa de Mauro, PSB acusa Júlio de corrupto e autoritário – leia nota

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taques.mauro

 Senador Pedro Taques com prefeito Mauro Mendes, que preside PSB estadual

 A direção estadual do PSB, presidida pelo prefeito de Cuiabá Mauro Mendes, acaba de divulgar nota acusando o deputado federal Júlio Campos (DEM) de retógrado, autoritário e acostumado a fazer “conchavos clandestinos do passado, feitos na calada da noite e marcados por acertos financeiros e acordos pessoais espúrios”.   

O ataque do PSB contra Júlio foi motivado pela entrevista a Rádio Mix concedida na semana passada, quando o democrata declarou que Mauro tenta atrair o PR para a aliança construída entorno da pré-candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao Governo movido por interesses econômicos. Além disso, afirmou que o prefeito da Capital  enriqueceu rapidamente e não tem capacidade para articular uma aliança partidária.

 Na nota, o PSB ainda acusa Júlio de colocar na mesa de negociação interesses de barganha e vantagens pessoais anti-éticas lembrando que o parlamentar entrou para o folclore político brasileiro associado ao  “bereré”. Os socialistas também registram que a trajetória do democrata representa o autoritarismo retrógrado e que os ataques a Mauro são uma  tentativa desesperadora de buscar sobrevida no cenário político.

Rota de colisão

PSB e DEM entraram em rota de colisão porque a possível adesão do PR ao grupo oposicionista formado por PDT, PSDB, DEM, PSB, PPS, PV e outras legendas coloca em xeque o apoio à reeleição do senador Jayme Campos (DEM) – irmão de Júlio. O choque de interresses existe justamente porque os republicanos colocam como condição para ingressar na aliança a viabilização da candidatura do deputado federal Wellington Fagundes ao Senado, o que obrigaria o DEM a buscar outras composições.

 Eis, abaixo, a íntegra da nota

 “A Executiva Estadual do PSB - Mato Grosso vem a público repudiar veementemente as declarações irresponsáveis do deputado federal Júlio Campos contra o presidente do nosso partido e em nome da verdade esclarecemos:

1 - O Movimento Mato Grosso Muito Mais nasceu a partir da candidatura de Mauro Mendes a governador do Estado em 2010, quando elegeu Pedro Taques Senador da República. Seguimos firmes, de maneira incondicional, lutando agora pela construção da candidatura de Pedro Taques ao governo de Mato Grosso, que entendemos representar as mudanças que a população grita nas ruas.

2 - Um dos coordenadores da articulação desta candidatura ao Governo do Estado, Mauro Mendes, autorizado pelo pré-candidato Pedro Taques e os partidos agregados a este projeto, conduz uma série de diálogos públicos e transparentes com diversas forças políticas, inclusive com o PR. Esta prática de fazer política à luz do dia é muito diferente dos conchavos clandestinos do passado, feitos na calada da noite e marcados por acertos financeiros e acordos pessoais espúrios do deputado Júlio Campos.

3 - Não é prática da nossa forma de fazer política colocar na mesa da negociação interesses de barganha e vantagens pessoais anti-éticas. Essa carapuça cabe a quem entrou para o folclore político brasileiro associado ao “bereré”.  A relutância em entender que o tempo das negociatas e das provocações verbais acabou expõe resquícios de um coronelismo que imaginávamos sepultado.

4 - A trajetória política de Júlio Campos representa o autoritarismo retrógrado de um passado recente, mas não o credencia a atacar irresponsavelmente e com inverdades pessoas de bem, representando uma tentativa desesperadora de buscar sobrevida no cenário político.

Exigimos respeito aos homens e mulheres de bem que militam no nosso partido!!!

 É hora de dar um basta na Velha Política.”

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Comentários (36)

  • Jorginho | Sábado, 04 de Agosto de 2018, 14h01
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    Da série "recordar é viver"

  • joel severo | Quinta-Feira, 07 de Agosto de 2014, 21h42
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    Voceis que defende os campos esta no passado que podia jogar urnas no rio cuiaba

  • Eduardo | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 13h26
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    EU APRENDI DESDE CRIANÇA QUE QUEM FALA MUITO DÁ BOM DIA A CAVALO E VEREMOS NAS ELEIÇÕES DE QUEM ESTÁ CERTO....ENTÃO ESSA BRIGA POLITICA NÃO ACRESCENTA EM NADA APENAS DESGASTA AS IMAGENS QUE JÁ ESTÃO QUEIMADAS

  • Marchielo | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 12h30
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    Marchielo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Juarez | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 11h54
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    Não tem cabimento o que o se Julinho anda dizendo nos bastidores, ele pensa que é o que. Se ele quer ajudar o seu irmão, não precisa desprezar ou outros e da forma baixa que está fazendo.

  • PAULO ROBERTO | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 10h20
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    Quem é Mauro Mendes para falar mal de Júlio Campos? Começou ontem na política, não sabe fazer política e não sabe administrar. Cuiabá está jogada ao relento, ao caos. Ou é mentira seu Mauro Mendes? Vamos passar maior vergonha agora na copa do mundo, pois vamos apresentar ao turista internacional, uma cidade horrorosa, cheia de buracos, lixos, depredada, sucateada, sem segurança, sem saúde, enfim, uma vergonha! Senhor Mauro Mendes não tem moral para falar de Júlio Campos!!!! Tomara que ele consiga ter o currículo que Júlio tem.

  • Juliano | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 10h13
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    Metcheu com DJulio, Metcheu com Djaime e Se Mauro Mandou nota, Taques Mandou.....è hora de Djaime dá Tchau a coligação com Pedro Bobo Cheira,,,,,...J com

  • Audo Carvalho | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 10h01
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    Senhor prefeito, as más linguas dizem que sua campanha para Governo de Mato Grosso em 2010 não foi tão limpa assim... Aaa prefeito, larga de falso moralismo...

  • ana.silva | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 09h47
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    Senhor prefeito Mauro Mendes, juvenil na política e na administração pública, falta-lhe humildade para reconhecer que a história de todo o Mato Grosso se mistura a história do deputado Júlio Campos, pois ele é um político experiente, respeitado, que tem serviço prestado, tem história e se mantem na vida pública, único e simplesmente por sua competência, visionariedade e serviço prestado. Você tem que fazer escola de administração prefeito Mauro Mendes com o deputado Júlio Campos, ele pode te dá aula de administração, de política para que o senhor possa administrar melhor Cuiabá, que está um cáos na saúde pública, na segurança pública, e em várias outras áreas. Vai ao mancebinho Mauro Mendes uma dica, seja humilde, não queira desprezar sem ter serviço prestado, o que segura um gestor na política não é sua soberba, seu cargo, ou seu poder transitório, mas seu serviço prestado, então prefeito Mauro cuida de sua administração, de Cuiabá que tem tantos problemas e senta-se na cadeira para ter uma aulinha com o professor Júlio Campos. Para isto, segue abaixo alguns de seus feitos que sua memória curta ou sua soberba o fizeram esquecer. Transformou Várzea Grande de “Cidade Cerrado” em “Cidade Industrial” de Mato Grosso. Adotou uma política de incentivos fiscais e doação de terrenos às empresas em Várzea, fator que atraiu várias indústrias que queriam se estabelecer no estado, estas escolheram Várzea Grande em função do atrativo da cidade, o local passou em pouco tempo de “Cidade Cerrado” passou em pouco tempo a “Pólo Industrial”. O executivo Júlio Campos foi o grande ordenador da reurbanização da Cidade Industrial, como prefeito fez não somente a fundação de inúmeros bairros para acolher a grande população do município, mas também criou vários, o Cristo Rei, Nova Várzea Grande, Imperador, Mapim, Jardim Glória III, enfim ele foi um prefeito muito dinâmico. Pela urbanização da cidade, ele pavimentou a época 40 km das ruas centrais e construiu a primeira estação de tratamento de água, que foi a primeira cidade a ter tratamento de água por um sistema de estação de tratamento após Cuiabá, além disso, abriu em pista dupla a Avenida FEB, maior avenida do estado com mais de 7 km de extensão, sua extensão vai da ponte Júlio Muller até ao Aeroporto Marechal Rondon. Em sua gestão foi um grande incentivador da educação, era o único município com menor índice de analfabetismo de Mato Grosso, em um grande trabalho que Secretaria de Educação, a memorável professora Izabel Coelho Pinto fez em parceria com a antiga mobral. Izabel que depois tornou-se esposa do prefeito. Em 1978, disputou as eleições à deputado Federal e saiu vitorioso, sendo o mais votado de Mato Grosso, seu mandato foi de 31 de janeiro de 1979 à janeiro de 1983, momento em que o parlamentar representou Mato Grosso em Brasília, pelo partido Arena e após terminar o ciclo do bipartidarismo, pelo PDS, escolhido secretário da Executiva Nacional ao lado do senador José Sarney, à época presidente nacional do partido. Um mandato como deputado federal eficiente, na arregimentação de apoio para a criação de novos municípios de seu estado em apoio ao Governo do então governador Frederico Campos que recebeu também as cotas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e muitas obras federais e emendas federais do parlamentar. Após 20 anos de Regime Militar, Júlio Campos fez abertura da primeira eleição direta que houve no Brasil em uma eleição acirrada em 15 de novembro de 1982 com o padre salesiano Raimundo Pombo, Júlio Campos foi eleito governador de Mato Grosso com 52% dos votos. Seguindo o exemplo de seu patrono político e grande ídolo, o então saudoso presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, Júlio Campos lançou os três ES, eixos prioritários de atuação em governo, Educação, Energia e Estradas. Seu governo em Mato Grosso traduziu seu slogan de governo, “Quatro anos de Governo quarenta anos de Progresso”. O tripé dos três ES foi um sucesso, Júlio Campos foi o homem que construiu em quatro anos cerca de 2203 quilômetros de rodovias asfaltadas entre estaduais e federais. Entre elas, as BR´s 163, de Cuiabá até Alta Floresta; a 070 de São Vicente passa por Barra do Garças, Água Boa até Canarana; a BR 158; e também asfaltou o trecho da BR 364 na região de posto Gil indo até a região de Novo Diamantino, a BR 070 de Cuiabá/Cáceres/Porto Velho até divisa com Rondônia, como também fez a BR 174 em convênio com o Departamento Nacional de Transporte Terrestre (DNIT), à época DNER. Batizado como o Pai do Rodoviarismo de Mato Grosso, Júlio Campos trouxe desenvolvimento ao estado, com altos investimentos do governo no setor rodoviário, visionário Júlio abriu o caminho literalmente, com pavimentação de estradas e com logística de transportes para que Mato Grosso se tornasse potencial exportador de grãos. As principais Rodovias estaduais também foram obras de suas mãos, de seu governo, a rodovia que liga os municípios de Jangada/Barra do Bugres/Tangará Serra/Denise/Arenapólis/Nortelândia/Alto Paraguai e Diamantino, foram feitas em seu governo. Na região sul também asfaltou de Rondonópolis à Poxoréo, de lá até a BR 70. Também fez uma grande Rodovia, a transmatogrossense, a MT 170, a rodovia da integração João Figueiredo saindo de Tangará da Serra cortando todo o noroeste de Mato Grosso interligando Juína com Cuiabá por dentro do estado. Anteriormente a saída de Juína era por Rondônia, era a R1. No mapa de rodovias feitas por ele está também a rodovia grande, que abrange Tangará/Campos Novos do Parecis/Brasnorte/Juína/Aripuanã/Cotriguaçu/Colniza e Projeto Guariba. Entre os feitos rodoviários consta ainda a estrada baiana de Juara até a BR 163. Considerado um governo de desenvolvimento com a construção de mais de 130 pontes de cimento e misto. A Educação também foi um marco histórico com a construção de mais de 1000 salas de aulas entre 1983 e 1987, transformou o Instituto Municipal IESC, em Instituto Estadual de Ensino Superior de Cáceres que veio a ser a célula mater da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), que foi um dos pilares e sucesso do governo de seu irmão Jaime Campos, de 1991 à 1994. Na área de construção civil construiu mais de 25 mil casas populares pela antiga Cohab, os conjuntos CPA III, IV;Tijucal; Morada do Ouro; Santa Amália e conjuntos do interior como Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, enfim, todas as cidades foram beneficiadas. As áreas Social e de Segurança Pública eram muito respeitadas pelos trabalhos feitos. Na área de Energia Elétrica governador Júlio Campos construiu cinco hidrelétricas com o financiamento externo e levou a linha de transmissão para todo o estado de Mato Grosso, de Cachoeira Dourada para Cuiabá, o que melhorou consideravelmente o abastecimento de água das cidades do estado, e iniciou um processo de industrialização de MT, principalmente voltado para o Agronegócio. Após promover mudanças históricas e revolucionárias no estado de Mato Grosso, em 1986, Júlio Campos foi eleito ao cargo de deputado federal Constituinte, participou ativamente da elaboração de vários capítulos da carta magna de 1988, como área social e infraestrutura e principalmente do capítulo referente ao Meio Ambiente, ao lado de inúmeros parlamentares como Zéquinha Sarney, o capítulo 6º, artigos 2,5. Como deputado foi membro da Mesa da Comissão de Agricultura, Comissão do Trabalho e Ação Social, após cumprir o segundo mandato, em 1990, Júlio foi eleito Senador da República e seu irmão governador de Mato Grosso, pela primeira vez dois irmãos são eleitos ao mesmo tempo a cargos majoritários, tudo isso em função do reconhecimento que os eleitores tinham dos trabalhos da família Campos. No Senado, Júlio Campos foi presidente da Mesa Diretora, foi também presidente da Comissão de Serviços e Infraestrutura, cargo ocupado atualmente pelo ex-presidente do Brasil, Fernando Collor; ocupou a cadeira de vice-presidente do Senado Federal na chapa do então presidente José Sarney; de primeiro-secretário da Mesa Diretora do Senado Federal e do Congresso Nacional ao lado do então senador e ex-deputado Humberto Lucena e vice-líder do antigo PFL. Após terminar o mandato de senador foi vice-presidente da Embratur e diretor de programas internacionais por dois anos no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 2002 foi indicado pela Assembléia Legislativa para compor o Tribunal de Contas de Mato Grosso na qualidade de conselheiro até o fim do ano de 2007. Em 2010 retornou ao Congresso Nacional como deputado federal eleito pelo Democratas de Mato Grosso. Em toda essa trajetória de sucesso o deputado Júlio Campos sempre foi um político coerente, nunca mudou de lado, de partido, sempre fiel aos mesmos ideais políticos. Com a mesma visão centro-liberal, que prioriza as questões sociais, econômicas, políticas e de infraestrutura do país, agora retornou ao cenário político nacional, e como ex-prefeito de Várzea Grande, Governador de visão Municipalista, que muito ajudou os municípios de Mato Grosso, como deputado federal e senador e como profundo conhecedor da realidade dos problemas que vivem os municípios matogrossenses, e consequentemente, os municípios brasileiros ao assumir novamente uma cadeira no Congresso Nacional como deputado ele lançou a criação da Frente Parlamentar Mista e de Apoio aos Municípios Prefeitos e Vice-prefeitos do Brasil, cuja instalação vai ocorrer neste mês de abril com o apoio de mais de 250 parlamentares dos mais diversos partidos que integram o sistema político da Câmara e Senado Federal. Júlio Campos disse a que veio e foi para trabalhar muito e conta com a parceria da Associação Nacional dos Prefeitos e Vice-prefeitos do Brasil (ANPV), tão bem presidida por Drº Arnaldo de Lima. A atuação será em parceria com órgãos que representem os interesses municipalistas em Brasília, e em todo Brasil. Com condensada experiência política, o municipalista Júlio Campos sabe a que veio e quer fazer muito mais aos municípios brasileiros.

  • joaoderondononopolis | Quinta-Feira, 15 de Maio de 2014, 09h18
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    Com estas desavenças dentro da coligação, só quem perde é o senador Pedro Taques. Repito Taques só será governador se tiver apoio de Jayme, aliás da família Campos.

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